Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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Mostrando postagens com marcador CURIOSIDADES. Mostrar todas as postagens
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11 de jan. de 2013

Hyundai tem lotes de motores roubados no Brasil

Montadora garante que produção não será afetada

Hyundai HB20X (1)[3]
A Hyundai informou um roubo de motores 1.0 e 1.6 que equipariam o modelo HB20. A quantidade de blocos roubados e o local não foram informados. O roubo aconteceu entre o trajeto do porto de Santos e a fábrica em Piracicaba. Apesar de produzido no Brasil, os motores que equipam o modelo são importados da Coreia do Sul.

Hyundai HB20X (2)[3]
O diretor executivo da Hyundai, Airton Cousseau, disse que o roubo não vai afetar a produção do modelo no país. Cousseau afirmou que os estoques de motores são o suficiente para alimentar 6 meses de produção. A assessoria da marca também garante que os próximos lançamentos, como o HB20X – versão aventureira do compacto – que deverá chegar às lojas em fevereiro, não serão afetados.

A Hyundai já acionou as autoridades e orienta aos consumidores a exigir nota fiscal em caso de compra de produtos no mercado. Os números dos lotes roubados vão de F3LACU012061 a F3LACU012607, e ressalta que o intervalo numérico não corresponde ao número de motores roubados.

Fonte | Auto Esporte

4 de out. de 2012

Bosch anuncia sistema de injeção direta para motores flex

Ford EcoBoost Engine
Durante o 21° Congresso SAE, que acaba hoje em São Paulo, a Bosch apresentou um sistema de injeção direta flex, para ser empregado em motores bicombustíveis. Segundo a empresa alemã, a tecnologia proporciona maior torque e potência com menor consumo e emissões. Esta tecnologia poderá vir a ser empregada em breve nos carros nacionais, dadas as exigências de eficiência do novo regime automotivo anunciadas há pouco pelo governo brasileiro. Ele prevê que carros que fizerem pelo menos 17,26 quilômetros por litro com gasolina ou 11,96 quilômetros por litro com etanol vão pagar menos impostos (veja aqui).

A injeção direta bicombustível proporciona economia em torno de 15% no consumo e torque até 5% maior, segundo Martin Leder, chefe de engenharia avançada da Bosch. Com o sistema a mistura ar/combustível se forma diretamente na câmara de combustão, havendo melhor pulverização do combustível e queima mais eficiente, gerando mais torque e potência.

Hoje a injeção direta para motores ciclo otto só está disponível em veículos importados, geralmente os europeus e norte-americanos, e muitas vezes as fabricantes evitam enviar carros com esta tecnologia para o Brasil, como é o caso das sul-coreanas Kia e Hyundai. A Bosch garante que já está trabalhando junto às montadoras instaladas no Brasil para a implementação dessa tecnologia.

Fonte | Automotive Business

1 de out. de 2012

Algo mais ao volante

Por Fernando Calmon
TRW AUTOMOTIVE HOLDINGS CORP.

Alguns componentes dos automóveis mantêm sua forma e função por mais de um século. Um deles, o volante de direção. Os dois primeiros carros patenteados há 125 anos, de Karl Benz e Gottlieb Daimler, usavam apenas uma espécie de timão ou alavanca ligada à caixa de direção rudimentar. Não há certeza de qual modelo utilizou pela primeira vez a peça circular hoje onipresente nos carros. Sabe-se que, em 1894, Alfred Vacheron participou da primeira corrida organizada no mundo, a Paris–Rouen, e seu Panhard estava equipado com o volante na forma atual.

Durante décadas se integrou ao habitáculo, cresceu e diminuiu de diâmetro, evoluiu de várias formas. De elemento puramente direcional, se transformou em produto tecnológico, por vezes complexo, que além do conforto, pôde agregar funções e aumentar a segurança. Os primeiros airbags foram embutidos no cubo do volante. Os aros passaram a incluir vários comandos, antes espalhados por painel e consoles. Isso ajuda na concentração do motorista e limita possibilidades de distração que provocam acidentes.

Entre as recentes aplicações está a de substituir até a alavanca de câmbio. Hastes ou borboletas acopladas ao volante, em modelos equipados com câmbios automáticos ou robotizados, dão flexibilidade e comodidade. Essa foi a opção da Ferrari ao suprimir a tradicional alavanca e sua manopla esférica, no 458 Itália. No caso, de forma definitiva e não opcional.

Automóveis mais caros recebem volantes personalizados revestidos em couro sem emendas, diferentes materiais em segmentos do aro e também aquecimento elétrico, algo bastante agradável em manhãs muito frias, depois de o veículo permanecer uma noite ao relento.

Volantes de base achatada facilitam entrada e saída do motorista e, ao mesmo tempo, tornaram-se símbolos de esportividade, embora o recurso venha sendo utilizado sem critério por alguns fabricantes.

O futuro, no entanto, reserva formas bem diferentes. Um dos estudos, da TRW, aponta o formato de manche, herdado dos aviões e já presente nos veículos de competição. A empresa propõe duas manoplas retráteis, que se afastam do cubo quando em uso. Ao desligar o motor, as manoplas se recolhem e, juntas com a coluna de direção, se deslocam em direção ao painel a fim de proporcionar o máximo de comodidade ao sair do carro. Ao entrar, o motorista aciona o comando que traz todo o conjunto para a posição previamente memorizada.

O crescimento das grandes cidades traz a necessidade de veículos cada vez menores e práticos. Eles, em especial, serão beneficiados pelo acesso ao interior mais rápido e cômodo, proporcionado por esse conjunto de volante e coluna que pode ficar embutido no painel.

Outra vantagem do sistema: facilitar a vida de motoristas idosos que, apontam estudos demográficos, representarão parcela crescente da população mundial nos próximos anos e não abrirão mão da liberdade de se locomover. Nesse caso, sua conveniência se estenderá a veículos médios e grandes, que também dificultam entrada e saída das pessoas sem a mesma agilidade e flexibilidade dos tempos de juventude.

A previsão é de que em cinco anos estará disponível aos fabricantes.

26 de ago. de 2012

Volkswagen comemora produção do Gol número 7.000.000

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O Volkswagen Gol atingiu a marca de 7 milhões de unidades fabricadas, sendo portanto o modelo mais produzido no país, além de ser o mais exportado e vendido internamente. A cada 47 segundos uma unidade do carro é produzida, nas fábricas de São Bernardo do Campo e Taubaté.

Lançado no mês de maio de 1980, o carro mantém-se na liderança do mercado a mais de 25 anos, mesmo com a grande quantidade de rivais que possui hoje. É vendido em versões de quatro portas com motores 1.0 e 1.6, além do G4 de duas portas. A comemoração ocorre em meio à visita de executivos do alto escalão do grupo Volkswagen.

Além do Brasil, outros 66 países possuem o modelo a disposição, sendo que o total de exportações é de mais de um milhão de unidades. Mesmo tendo sido projetado inicialmente apenas para o mercado interno, o carro figura na lista com os sete modelos mais vendidos pela marca na história, que possui carros como Golf, Passat, Jetta e Polo.

12 de ago. de 2012

Revista Forbes: “Você está sendo roubado”, sobre preço do Grand Cherokee no Brasil

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A revista Forbes publicou em sua página na internet um artigo onde compara o preço do Jeep Grand Cherokee vendido aqui com o praticado por lá. Os R$ 179.000 pedidos aqui são equivalentes a US$ 89.500, muito mais do que os US$ 28.000 cobrados pelo modelo nos Estados Unidos.

Este valor é aproximadamente metade da renda média nos Estados Unidos, já os 179 mil estão muito distantes da renda média do brasileiro. Além do modelo da Jeep, logo teremos o Dodge Durango, vendido por lá ao valor de US$ 28.500, e que chegará por cerca de 190 mil reais, ou 95.000 dólares.

Esta comparação pode ser feita com muitos modelos. Ao final do texto a revista diz ainda avisa a classe média brasileira: “Desculpe Bazucas... não há status em um Toyota Corolla, Honda Civic, Jeep Grand Cherokee ou Dodge Durango. Não se deixe enganar pelo preço da etiqueta. Você definitivamente está sendo roubado”.

Fonte | Forbes

23 de jul. de 2012

Lamborghini Aventador atinge marca de 1000 unidades produzidas

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A Lamborghini comemora a produção da unidade número 1000 do Aventador. A unidade, na cor laranja Argos, foi entregue ao proprietário em uma cerimônia na sede da marca, em SantÁgata Bolognese, de onde seguirá para a garagem do arquiteto Hans Scheldecker, na Alemanha, para fazer companhia à uma Lamborghini Diablo.

A marca foi atingida em apenas 15 meses, já seu antecessor, o Murciélago, precisou de 3 anos para atingir as 1000 unidades e 9 anos para vender as 4.099 unidades produzidas. No ano passado a fábrica chegou a produzir três unidades do esportivo por dia.
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Parte da culpa deste sucesso vem do know-how do VAG sobre produção em larga escala com excelência. Apesar de tudo o Aventador está longe do Gallardo, que em 2010 atingiu a marca de 10.000 unidades e já se aproxima dos 12 mil carros fabricados.

Imagens | Lamborghini

17 de mar. de 2012

Fim do Fusca como táxi no México

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Ícones, os últimos Fuscas que circulam como táxi na Cidade do México verão suas permissões expirarem no final deste ano. E já será por uma exceção, pois por lá os táxis só podem circular por oito anos, sendo que os Fuscas tiveram seu prazo ampliado para 10 anos. Desde 2002 lei mexicana determina que os veículos para táxi devam ter quatro portas.

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Por lá o modelo deixou de ser fabricado no ínicio de 2003, e atualmente apenas cerca de 3,5 mil Fuscas operam na frota de táxis da cidade, hoje de 130 mil veículos.

8 de jan. de 2012

Chinês constrói seu prórpio Ariel Atom com sucata

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Pode parecer um Ariel Atom, mas não é. Este carro foi contruido inteiramente do zero com muitos componentes sucateados por um corajoso chinês, com muita determinação e loucura. A seguir você acompanha a evolução do projeto.

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O cara cogitou a instalação do motor do Suzuki Alto e até do Volkswagen Santana, por conta da confiabilidade e da facilidade de encontrar peças, mas no final ele terminou instalando o motor de uma Suzuki GX600 de 0,8L e 40 cavalos. Com apenas 550 kg este “wannabe Atom” chega aos 100 km/h em 10 segundos e freia a 60km/h em 10 metros.
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Fonte | MOP

3 de dez. de 2011

Traxxas X0-1 – Que tal um carrinho elétrico mais rápido que o Bugatti Veyron?

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Quando era mais novo eu gostava de trocar os motores e colocar mais baterias em meus carrinhos de controle remoto para tentar fazê-los mais rápidos e aumentar o tempo da brincadeira (este é um exemplo). Mas nunca me passou pela cabeça fazer algum deles ter o comportamento de um  Traxxas X0-1. Que tal um carrinho que chega aos 100km/h em 2,3 segundos e atinge sua velocidade máxima, 160km/h, em menos de 5 segundos?

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Sim, estamos falando de um carrinho mais rápido que um Bugatti Veyron (se nos baseássemos pela escala seria ainda mais absurdo). Não é à toa que para pilotar um deve-se ter mais de 16 anos e desembolsar 1.000 dólares.
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Este, o superesportivo radio controlado mais rápido do mundo, é equipado com um sistema de rádio de 2.4 GHz que ainda permite usar um iPod Touch ou iPhone para ter acesso a uma enorme gama de informações ou realizar ajustes no comportamento do “carrinho”.

Aprecie os vídeos:

8 de set. de 2011

BMW é a marca mais popular do Facebook

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No final do ano passado, divulgamos os dados dos sites de pesquisa Google e Bing, que tratavam sobre as montadoras mais pesquisadas do ano de 2010. A BMW figurava em primeiro lugar em ambos os sites. Esta popularidade mundial se reflete, agora, no Facebook. A montadora alemã é a marca que mais teve o botão “Curtir” clicado pelos usuários da rede social até agora. A informação é da consultoria global Millward Brown. 

A BMW, especificamente, foi “curtida” 6.430.384 vezes até o momento da apuração. Em segundo lugar, está a italiana Ferrari, com 5.026.621 perfis, e, em terceiro, a Mercedes-Benz, totalizando 3.898.391 perfis. A lista reserva muitas peculiaridades, tais como a Kia na frente da Hyundai com mais de 100.000 usuários de vantagem e 8 marcas contando com mais de 1 milhão de perfis, um número considerável.

É notável, também, a MINI ter 2 milhões de perfis inscritos e estar na frente da Porsche. Enquanto isso, a Volkswagen está a frente da Fiat no ranking. A montadora italiana está atrás de sua divisão esportiva, a Alfa Romeo. A Dodge também reserva uma curiosidade: está bem a frente da Chrysler. Isso, muito provavelmente, deve-se aos seus famosos esportivos, tais como o Charger SRT8. Confira o ranking completo:

1. BMW: 6.430.384 perfis http://www.facebook.com/BMW
2. Ferrari: 5.026.621 perfis http://www.facebook.com/ferrari
3. Mercedes Benz: 3.898. 361 perfis http://www.facebook.com/MercedesBenz
4. Audi: 3.792.658 perfis http://www.facebook.com/audi
5. Mini: 2.311.543 perfis http://www.facebook.com/MINI
6. Porsche: 1.993.694 perfis http://www.facebook.com/porsche
7. Jeep: 1.500.429 perfis http://www.facebook.com/jeep
8. Honda: 1.256.246 perfis http://www.facebook.com/Honda
9. Aston Martin: 937.653 perfis http://www.facebook.com/astonmartin
10. Dodge: 702.430 perfis http://www.facebook.com/dodge
11. Ford: 858.610 perfis http://www.facebook.com/ford
12. Chevrolet: 674.168 perfis http://www.facebook.com/chevrolet
13. Lexus: 660.799 perfis http://www.facebook.com/lexus
14. Kia: 656.052 perfis http://www.facebook.com/Kiamotorsworldwide
15. Hyundai: 524.728 perfis http://www.facebook.com/Hyundaiworldwide
16. Toyota: 521.814 perfis http://www.facebook.com/toyota
17. Cadillac: 465.525 perfis http://www.facebook.com/cadillac
18. Jaguar: 403.586 perfis http://www.facebook.com/jaguar
19. Mazda: 356.260 perfis http://www.facebook.com/Mazda
20. Citroën: 335.820 perfis http://www.facebook.com/Citroen
21. Peugeot: 349.974 perfis http://www.facebook.com/Peugeot
22. Nissan: 306.547 perfis http://www.facebook.com/Nissan
23. Alfa Romeo: 289.181 perfis http://www.facebook.com/Alfa.Romeo.cars
24. GMC: 284.986 perfis http://www.facebook.com/gmc
25. Volvo: 252.814 perfis http://www.facebook.com/Volvo
26. Maserati: 250.728 perfis http://www.facebook.com/Maserati
27. Chrysler: 228.639 perfis http://www.facebook.com/Chrysler
28. Mitsubishi: 192.467 perfis http://www.facebook.com/Mitsubishi
29. Volkswagen: 186.489 perfis http://www.facebook.com/volkswagen
30. Fiat: 184.277 perfis http://www.facebook.com/fiat
31. Infiniti: 183.102 perfis http://www.facebook.com/infiniti
32. Land Rover: 175.851 perfis http://www.facebook.com/landrover
33. Renault: 132.825 perfis http://www.facebook.com/renault
34. Hummer: 127.421 perfis http://www.facebook.com/hummer
35. Buick: 120.764 perfis http://www.facebook.com/Buick
36. Acura: 120.307 perfis http://www.facebook.com/Acura
37. Saab: 95.727 perfis http://www.facebook.com/Saab
38. Bentley: 81.787 perfis http://www.facebook.com/BentleyCars
39. Scion 71.769 perfis http://www.facebook.com/scion
40. Smart: 50.502 perfis http://www.facebook.com/smart
41. Pontiac: 43.621 perfis http://www.facebook.com/pontiac
42. Suzuki: 34.123 perfis http://www.facebook.com/pages/SUZUKI/66202724960
43. Skoda 42.490 perfis http://www.facebook.com/Skoda.Cars
44. Maybach 38.592 perfis http://www.facebook.com/Maybach.Manufaktur
45. Lincoln: 31.066 perfis http://www.facebook.com/lincoln
46. Mastretta: 6.876 perfis http://www.facebook.com/MastrettaCars
47. Lamborghini: 5.003 perfis http://www.facebook.com/Lamborghini

Com informações do MotorDream

6 de set. de 2011

Koenigsegg Agera R quebra seis recordes mundiais

Koenigsegg Agera R
A Koenigsegg quebrou nada menos que seis recordes mundiais de aceleração e frenagem, na última sexta-feira (2) com o superesportivo Agera R. Lançado no salão de Genebra, em maço, e equipado com um motor 5.0 V8 biturbo que entrega 1.130 cavalos de potência, a marca levou seu supercarro à sua pista particular em Ängelholm, na Suécia. Os recordes ainda não foram validados pelo Guiness Book (livro dos recordes).

Koenigsegg Agera R[2]
Para ir da imobilidade aos 300 km/h, o modelo precisou de apenas 14,53 segundos; de 17,68 segundos para ir aos 320 km/h; de 6,66 segundos para frear totalmente aos 300 km/h e de 7,28 segundos para frear totalmente aos 320 km/h. O Agera R também quebrou recordes para arrancar do zero, ir aos 300 km/h e parar novamente: apenas 21,9 segundos. Aos 320 km/h, o tempo foi de 24,96 segundos.

O superesportivo sueco só não quebrou dois recordes: aceleração de 0-100 km/h (2,46 segundos) e velocidade máxima (431.07 km/h), marcas pertencentes ao Bugatti Veyron Super Sport. A montadora comunicou, oficialmente, que o modelo estará no Grande Prêmio de Cingapura de Fórmula 1, no dia 25 de setembro, para curta exibição.

Koenigsegg Agera R[3]
O Koenigsegg Agera R custa US$ 1,611 milhão (cerca de R$ 2,6 milhões, sem os impostos) e tem números impressionantes: o motor 5.0 V8 biturbo tem 1115 HP (1130 cavalos, convertidos) e é dono de um torque monstruoso: 102 kgfm entre 2.700 e 6.170 rpm. O bloco do superesportivo é gerenciado por um câmbio automático de sete marchas e conta com rodas de 19” na frente e 20” atrás.

29 de abr. de 2011

Forbes divulga lista dos piores carros do ano

imageA Forbes, uma publicação norte-americana que realiza inúmeros rankings, divulgou a lista os piores carros a venda nos Estados Unidos da América. E quem dominou a lista dos piores carros norte-americanos foi a Chrysler e a General Motors.

imageOs principais critérios considerados pela Forbes neste ranking foram o índice de confiabilidade, desvalorização, nível de segurança, consumo de combustível, custo de manutenção, valor de mercado e pontuação da Consumer Reports para veículos novos.

imageNo “2011 Worst Cars on the Road”, as marcas que “participaram” desta lista foram: Chrysler, Jeep, Dodge, Cadillac, Chevrolet, Mercedes-Benz, Smart e Nissan.

Os piores carros do ano para a Forbes foram:

Chrysler Town & Country
Jeep Wrangler 
Jeep Liberty
Dodge Nitro 
Dodge Dakota
Cadillac Escalade
Chevrolet Tahoe Hybrid 
Chevrolet Aveo 
Chevrolet Colorado
Mercedes S55 AMG
Smart Fortwo 
Nissan Titan

Fonte | Auto Portal

22 de abr. de 2011

Os nomes de carros mais influentes e/ou curiosos do Brasil

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Fazer esta coletânea não foi tão fácil. O objetivo não era reunir os nomes de veículos que mais marcaram, mas sim os casos mais curiosos ou os nomes mais bem elaborados. Um deles sequer batizou o modelo em questão - e você saberá o porquê. Procurei selecionar um modelo de cada uma das quatro grandes montadoras nacionais. Acompanhe abaixo alguns dos símbolos da difícil tarefa de nomear um carro, um objeto de desejo de muitos (ou da maioria).

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Gol

GOOOOOOOOOOL! Quem nunca ouviu esse berro, certamente, está mentindo. Em pleno país do futebol, a Volkswagen lança o sucessor do Fusca, em 1980. Com linhas extremamente quadradas, o nome profético foi dado ao veículo que seis anos depois se tornou o modelo mais vendido do Brasil, cujo título permanece até hoje, perdendo apenas para o Palio, Uno e Tipo em algumas situações. O nome relacionado ao futebol também deu origem à versão Copa, que comemorou a Copa do Mundo de 1982, na Espanha, a Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, a de 2006, na Alemanha e a de 2010, na África do Sul (nesta, a versão se chamou Seleção). Mesmo com a recente briga acirrada com o Uno, o Gol continua goleando as vendas dos concorrentes. Curiosidade: o Gol tinha um substituto planejado, com algumas inovações para o mercado e design diferente. Seria lançado no fim dos anos 1980. Seu nome? By.

 

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i9

O que seria isso? Um modelo da Hyundai? Errou. Se pensou no isotônico da Coca-Cola, acertou. Então, o que ele estaria fazendo aqui? A Ford contratou uma empresa de publicidade antes do lançamento do Novo Ka, em dezembro de 2007, para a sugestão de um nome para o modelo, que prometia revolucionar (e revolucionou, de fato) o anterior. A Ford, porém, não utilizou o nome i9. Com a desistência, manteve o nome Ka. E, ao invés de Ford i9, se tornou o isotônico i9.

Old Kia

Besta

A van coreana, que fez sucesso no Brasil devido aos impostos baixos de importação, foi importada entre meados da década de 1990 até o ano de 2005, quando deixou de ser produzida pela Kia. O nome foi dado à ela na Coreia do Sul, mas, no Brasil, o nome refere-se, de acordo com o dicionário Online Priberam, uma pessoa estúpida, tola. Isso não impediu que o modelo vendesse bem, mas gera piadas até hoje.

Fusca

Fusca

O nome original do Fusca era Volkswagen Sedan. Ao longo dos anos, ele foi chamado também de VW 1300, 1500 ou 1600, de acordo com sua cilindrada. A origem do apelido vem da pronúncia da palavra Volkswagen em alemão, que, em uma transcrição errônea, seria Fôlquisvaguem. Ao abreviar para VW, passou-se a pronunciar fauvê, inclusive no Brasil, quando as primeiras unidades passaram a ser importadas. De fauvê, foi modificando-se até chegar a "fulque" e "fuca", por questões de fonéticas. Em algumas regiões, como no Sul, falava-se "fuca" ou "fuque" (Rio Grande do Sul e Paraná, respectivamente), mas pronúncia paulista prevaleceu. O apelido se tornou popular, mas passou a nomear o VW Sedan no Brasil oficialmente apenas em 1983, 3 anos antes de sair de linha pela primeira vez.

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Uno (Mille)

O nome Uno veio, é claro, da Itália, onde o modelo foi lançado em 1983. Em italiano, significa "Um", o que expressa a singularidade do modelo urbano, cujo design foi criado por Giorgetto Giurgiaro para que o modelo fosse voltado, principalmente, para o uso urbano. No Brasil, 6 anos depois de seu lançamento, especificamente em 1990, surgiu o Uno Mille, a versão 1.0 do Uno, para aproveitar a isenção de impostos para os modelos com até 999 cm³ de cilindradas imposto pelo então governo Collor. Coincidentemente, uma concordância interessante ocorreu. Mille significa mil em italiano. Uno Mille, um mil. Tão simples quanto o carro que batizou.

Palio

Palio/Siena

Na década de 1990, com a "europelização" da maioria dos modelos vendidos no Brasil, surgiram nomes até então diferentes em relação aos nomes antigos (Opala, Caravan, Fusca, Kombi). Os nomes, apesar de diferentes, tornaram-se comuns devido a fácil assimilação fonética de ambas as palavras que, por sinal, referem-se à cidade italiana Siena, na região da Toscana, e à competição local Palio.

Del Rëy

A Ford, apesar da origem norte-americana, apelou para o espanhol para nomear o modelo top-de-linha de sua linha brasileira em 1982. O nome sugere superioridade. Em tradução literal, significa "Do rei". O sedan de grande porte, seguindo a regra dos sedans dos Estados Unidos, foi por muitos anos um dos modelos mais luxuosos do Brasil. Saiu de linha em 1991, quase intocado, no quesito estilo. Um substituto inspirado no Maverick americano chegou a ser produzido como protótipo no fim da década de 1980, mas ele acabou sendo substituído pelo sedan Versailles, produzido a partir do Volkswagen Santana, na famosa aliança Autolatina (Ford - Volkswagen).

Chevrolet Omega

Vectra/Omega

Mais um exemplo da europelização dos modelos brasileiros, o nome Vectra apenas passou a representar um nome forte no mercado automobilístico quando sua segunda geração foi lançada no Brasil, em 1997. Referência em modernidade em todo o mercado nacional na época, marcou pelo design, pelo luxo e por pequenos detalhes, como os retrovisores que "surgiam" no capô.  Hoje, o Vectra brasileiro resume-se ao antigo Astra europeu. Infelizmente, não ganhará sucessor e sairá de linha em breve, substituído pelo sedan Cruze. Já o Omega marcou por ser um dos mais luxuosos do país. O seu nome refere-se à letra grega Omega, Ω.

Fiat(1)

147

Nomes com números, em tese, deveriam ter difícil assimilação por boa parte dos consumidores. É muito mais fácil falar "Fiesta" do que "Duzentos e seis", "quatrocentos e oito" ou "três mil e oito". E, por costume, poucos falavam "dois zero meia", "quatro zero seis". Apesar disso, o precursor não foi um francês, mas um italiano, que inaugurou a Fiat no Brasil, em 1977. O 147, chamado de "cento e quarenta e sete", marcou pelo seu tamanho, economia e por ser o primeiro carro da Fiat no Brasil. Publicidades como o consumo baixo ao atravessar a recém-inaugurada Ponte Rio - Niterói, e subir a escadaria da Igreja da Penha como um jipe, realçou a fama do hatch, que conviveu com o Uno até sair de linha em 1986.

Kombi

Kombi

A Kombi foi lançada no Brasil em 1957, pouco tempo depois do lançamento do Fusca no Brasil. Apesar de ser um veículo de carga, a sua variante de passageiros fez muito mais sucesso. Ao longo do tempo, virou, inclusive, motor-homes, no Brasil e no mundo. A Kombi, no Brasil, virou sinônimo de van. Não no sentido de categoria, mas gramatical, mesmo. Em um país onde o transporte alternativo atualmente ainda é grande, poucos falam que vão "pegar uma van", muito menos que vão "pegar uma Jumper ou Sprinter". Falam que vão "pegar uma Kombi". Linhas alternativas são chamadas de Kombi. "Tem uma Kombi que passa ali e te leva até a Dias da Cruz". E por aí vai. Virou um símbolo. O carro em si também, tanto que permanece a mesma desde 1957, com alterações em 1978 (reestilização) e em 2006 (novo motor 1.4, refrigerado a água).

AstraKadett 

Astra/Kadett

Uma outra curiosidade da GM. O Kadett, por aqui, seria chamado de Astra. Lançado por aqui em 1989, a marca decidiu não nomear o hatch de Astra porque uma das marcas de vaso sanitário brasileiras na época se chamava Astra. Para evitar piadas de mau gosto, a Chevrolet decidiu chamá-lo de Kadett - que não terminava com a, diferentemente da maioria dos lançamentos da marca dali para frente (incluindo a perua do Kadett, a Ipanema, o Omega, o Corsa, a Suprema...). Coincidentemente, o substituto do Kadett foi justamente o Astra, quando começou a ser produzido no Brasil em 1999. O Kadett saíra de linha no ano anterior. Apesar disso, o Astra já era vendido no Brasil antes de sua nacionalização, importado da Bélgica, sendo uma opção mais familiar que o Kadett, que era considerado uma opção esportiva. Enquanto o Kadett GLS custava em torno de R$ 19.000, o Astra custava R$ 17.900.

30 de mar. de 2011

Chevrolet Agile é eleito o Carro Universitário do Ano pela segunda vez seguida

Série especial Chevrolet Agile Rico 
O Agile venceu pela segunda vez o prêmio “Carro Universitário do Ano”, que premia os modelos preferidos dos jovens universitários de acordo com a preferência automotiva de cada um. O prêmio já entregou títulos ao 206, da Peugeot, ao Fox e ao Agile (em 2009). O prêmio é realizado desde o ano de 2005. Os três modelos acima foram eleitos pelo menos duas vezes consecutivas. 

Chevrolet Agile Sport 2010
Desta vez, o Agile venceu sendo a escolha de 60% dos entrevistados. De acordo com o idealizador do concurso, Lupercio Tomaz, o concurso inova por perguntar aos jovens a sua escolha, e não apenas definir o carro do ano.

Esta é a sexta edição do prêmio. Desta vez, duas novidades foram marcantes: a pesquisa também foi feita no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro e novembro de 2010, e a divulgação da votação em redes sociais. Ambos os meios contribuíram para o recorde de votações, com 22.989 votos, um crescimento de 294% no número de votos.

Com informações do Interpress Motor