Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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Mostrando postagens com marcador LIFAN. Mostrar todas as postagens
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20 de nov. de 2012

Matriz passa a controlar Lifan no Brasil e marca promete reestruturação

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O rompimento do acordo com o grupo Effa Motors levou a Lifan suspender suas vendas no Brasil, uma vez que as revendas entre as marcas eram divididas ou sustentadas pela Effa. Depois de cinco mil unidades produzidas e muitas concessionárias fechadas, a marca passa agora a ser liderada por uma subdisiária brasileira, comandada pela matriz chinesa, seguindo os passos da Chery. A sede da marca agora é na cidade de Salto (SP), mas apenas administrativa. Fábrica no Brasil não virá tão cedo, segundo Steven Xu, presidente da Lifan do Brasil.

Atualmente, são 28 concessionárias ativas, perante as 42 iniciais. Atualmente, os carros da Lifan vêm do Uruguai, país que tem acordos financeiros com o Brasil pelo Mercosul. A marca também tem fábricas no Irã, Mianmar, Rússia, Etiópia, Azerbaijão e iraque e, hoje, atua em 167 países. Para retomar a confiança do mercado brasileiro – o que deve demorar, a Lifan apostará em um novo modelo que será produzido na planta uruguaia, que exigirá o investimento de US$ 150 milhões. Parte deste valor será investido em uma nova fábrica de motores.

Uma fábrica no Brasil, país considerado prioritário pela Lifan por ser o maior mercado da América Latina, só virá depois da marca terminar seus investimentos no Uruguai e atingir a marca de 50 mil veículos produzidos por ano. Anteriormente, a Lifan teria seus modelos produzidos no Brasil a partir de um acordo com a Effa, que construirá uma fábrica no Brasil. A meta agora é estabilizar as operações da marca e melhorar o pós-venda, trazer novos produtos e capacitar a rede. Até dezembro deste ano, serão 60 colaboradores diretos trabalhando para a marca.

Com informações do Coisas de Agora

29 de ago. de 2012

Cinco anos de carros chineses no Brasil: como eles estão se saindo?

Por Henrique Rodriguez
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Comecei a escrever sobre automóveis no início de 2009. Àquela altura a participação de carros chineses no mercado brasileiro se resumia a veículos utilitários, como os Chana (hoje Changan) desde 2007 e os CN Auto desde o ano anterior. O único automóvel chinês por aqui era o Effa M100. A chamada “invasão chinesa” estava começando, e deveria atingir seu clímax dentro de poucos meses. Mas, particularmente, hoje o termo “invasão” soa exagerado. Ela não aconteceu como se esperava.

No início eu percebia que os leitores estavam confiantes na proposta dos chineses, que prometiam mais conteúdo a preço mais acessível, e que apenas isso as faria mudar nosso mercado, com as fabricantes nacionais reduzindo o preço e aumentando o conteúdo de seus carros. Isso até terminou acontecendo, mas mais por exigência do consumidor. Pouquíssimos leitores diziam ter coragem de comprar um antes mesmo de conhecer o carro, por causa do estereótipo do “Made in China”.

O brasileiro costuma formar estereótipos de carros por seu o país de origem – “francês é ruim, alemão é bom”. Um erro já com as fabricantes nacionais, cujos carros tem qualidade e características homogêneas. Em se tratando de carros chineses, a disparidade é muito maior, afinal, são quase uma centena, sempre descubro uma nova. Há os HiPhone e os iPhones, todos oriundos do mesmo lugar. Um não é bom, mas o outro é a coqueluche...

Com o passar do tempo foram recorrentes os debates polarizados por custo e qualidade, sem considerar ainda a desconfiança. As informações sobre alguns modelos eram escassas. É muito mais fácil pesquisar na internet sobre um carro europeu do que um chinês, que eventualmente mudam de nome, ou tem eles escritos em logogramas. O que boa parte dos consumidores quer mesmo é opinião de quem já tem antes de se “arriscar”. É nessas horas que o brasileiro mostra sua face racional, e que na realidade não é tão aberto a novidades como se imagina.

Para fazer um balanço sobre estes cinco anos de carros chineses no Brasil, só mesmo analisando caso-a-caso.

Chana/Changan

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Pioneira, a Chana iniciou suas operações no Brasil em 2007 pelas mãos da Districar (mesma que traz os SsangYong). Naquele ano foram 143 unidades emplacadas, o que correspondia a apenas 0,006% do mercado total de veículos de passeio e comerciais leves. Até havia planos de trazer carros de passeio, mas eles parecem ter sido suspensos por causa do IPI majorado para importados. O maior erro da Chana era seu nome, uma piada pronta que foi corrigida no ano passado, quando passou a atender por Changan. Até hoje as únicas reclamações que vi se deram por falta de peças para pronta entrega. No entanto, a primeira revisão se dá aos 1000 km, e é apenas uma inspeção para saber se tudo está “ok”. Ô confiança no produto...

Effa

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A Effa não é uma fabricante, ao contrário do que se pensa. Ela importa carros de alguns fabricantes chineses, como JMC, Hafei e Changhe, que é o caso (ou era) do M100. Este é, talvez, a maior piada do mercado automotivo dos últimos tempos, ou como dizia um engenheiro que foi meu professor “o leite glória do século XXI”. Vale lembrar que ele chegou com o título de “carro mais barato do Brasil”.

Por problemas alfandegários, as primeiras unidades destinadas ao Brasil passaram meses se deteriorando no tempo. Na hora de iniciar as vendas isso não foi considerado, e a Revista Quatro Rodas incorporou um á sua frota do teste “Longa Duração”, que avalia não apenas os carros, mas também a rede de concessionárias por 60.000 km. A questão é que o teste foi interrompido aos 40 mil por julgarem que o carro não oferecia segurança para completar o resto do teste (Vídeo Quatro Rodas EFFA M100).

O carro era tão ruim, que por questões contratuais no final de 2010 o M100 passou a ser produzido em fábrica da Suzuki na China, e isso só se deu após a fabricante japonesa intervir profundamente no projeto, inserindo novos conjunto de suspensões, radiador, bomba de combustível, bateria, coluna de direção e silenciador do escapamento. Estes já estão a venda no Brasil, só que por R$ 24.980 está longe de ser barato como deveria...

Em sites de reclamações é possível encontrar donos de utilitários da Effa reclamando dos mais diversos problemas. Há algumas semanas um leitor nos mandou um e-mail relatando que os eletro injetores estão em falta, e quando tem cada um custa R$ 3.140. Ele precisava de quatro para seu carro. No fim das contas, a substituição custaria metade do valor do carro (!).

CN Auto

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A CN Auto é representante da chinesa Harbin Hafei no Brasil, onde vende desde 2008 o Jinbei Topic e o Hafei Towner. Eles não tem nada a ver com os Asia vendidos na década de 90, senão os nomes. A empresa obteve recentemente licença para produzir o Towner em Linhares (ES) a partir de 2014.

O uso mais popular deles é de lotação, transporte escolar e de prestação de serviços.

No Reclame Aqui, apesar de atender a 96,6 % das reclamações, apenas 57,9% foram solucionadas e a reputação da empresa é “ruim”. Matéria de ontem do Portal Vrum mostra caso de Topic de uso escolar que colidiu com árvore por freio ter falhado.

Chery

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A Chery desembarcou no Brasil há exatamente três anos sob a tutela da Venko Motors, do Grupo JLJ, cuja experiência se resumia basicamente ao ramo alimentício. O primeiro modelo foi o SUV Tiggo, tido como “semelhante demais” com o antigo Toyota RAV4. Meses depois vieram o compacto Face e o Cielo hatch e sedã, tidos como médios. Lembro que nas próprias fotos de divulgação do Cielo era possível ver nitidamente peças do painel mal encaixadas...

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No ano passado chegaram ao Brasil modelos menores, o QQ e o S-18. Este último chegou a ter suas vendas suspensas dias após o lançamento por causa do pedal de freio, que entortou durante testes de revistas especializadas, e só voltou a ser vendido após a substituição da peça em todo o lote trazido, que deveria ter vindo com outra peça.

Reclamações da Chery em sites para este fim estão ligadas à falta de peças e pneus, descumprimento de termos de garantia, e defeitos mecânicos recorrentes. Chegamos a relatar o caso de um Face que aguardava por um mero parafuso de roda havia mais de um mês.chery-face-2011-frente_1280
Hoje está nas mãos da matriz chinesa da Chery as operações no Brasil, e no ano que vem ela iniciará a fabricação de carros no Brasil na fábrica que constrói atualmente em Jacareí (SP). À Venko Motors restou as operações da Rely, submarca da Chery voltada para os utilitários, que chega ao Brasil em breve.

Lifan

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A Lifan chegou ao Brasil na primeira metade de 2010 trazida pelo Grupo Effa, com o sedã 620 e o hatch 320 (a famosa cópia do Mini Cooper), ainda hoje os únicos modelos que oferece no país. Cheguei a passar por uma concessionária da marca no caminho de casa duas vezes para conhecer os carros. Na primeira só havia o 620. Custava R$ 39.900 na época, e apostava no pacote de equipamentos e em seu motor 1.6 16v, que o vendedor insistia em dizer que era Toyota. Muito se fala, aliás, que o 620 é baseado na geração anterior do Corolla (antes de 2002). O carro não parecia ser muito ruim, mas não pude dirigi-lo por não terem ainda uma unidade de test-drive. Cheguei a fazer um texto para o Motorpasión na época, que viria atrair alguns interessados no carro.

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Tempos depois o 320 chegou. Conhecido por ser uma cópia do Mini Cooper, ou como diz o inglês Jeremy Clarkson, do Top Gear, “um Mini Cooper descrito pelo telefone”, apostava em seu aspecto simpático para conquistar os jovens. E lá fui eu conhece-lo... Portas desalinhadas e com fechamento difícil, costuras irregulares, plásticos mal encaixados... No fim, as impressões foram tão ruins que eu não escrevi nada sobre o carro. Se há mais pontos negativos que positivos eu prefiro ficar na minha.

Vale lembrar que os Lifan 620 e 320 são montados no Uruguai, assim como o Chery Tiggo, e chegam sem pagar IPI de carro importado.

Este ano não está bom para a Lifan. A matriz chinesa da Lifan decidiu assumir suas operações na América do Sul, tirando a Effa do negócio. Com isso dezenas de concessionárias foram fechadas, a fábrica de construiriam juntas suspensa e os lançamentos também. A semelhança entre 320 e Mini Cooper virou caso de justiça, e o chinês chegou a ter importação, distribuição, promoção proibidos (veja aqui)... O futuro da Lifan no Brasil por enquanto é uma dúvida.

JAC Motors

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A JAC Motors foi a última chinesa que iniciou suas operações no Brasil, em março de 2011, é a que melhor fez o dever de casa entre as conterrâneas. Por trás das operações no Brasil está o Grupo SHC, também importadora da Aston Martin e que comanda grande parte das concessionárias Citroën no Brasil. Destaques dos carros da JAC não são apenas os equipamentos, mas também a série de alterações dos modelos para o mercado brasileiro e a garantia de seis anos. A JAC não aumentou o preço de seus carros com o aumento do IPI, pelo contrário, até reduziu.

Os primeiros modelos lançados por aqui foram J3 e J3 Turin, que são também os de maior sucesso, com média de 700 e 500 unidades vendidas mensalmente este ano, respectivamente. O J3 foi o modelo melhor avaliado pelo “Longa Duração” da Quatro Rodas nos últimos tempos, e muito disso devido ao bom atendimento da rede de concessionárias.

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Após o J3 vieram a minivan J6 e o sedã médio J5. Mais caros, estes ainda tem participação modesta no mercado, com pouco mais de 200 unidades vendidas no mês passado, cada. Até o final do ano chega o subcompacto J2, que será seu modelo de entrada.

De todas as fabricantes aqui citadas, a JAC Motors é a que tem melhor avaliação no site Reclame Aqui: “regular”, enquanto as outras ou não tem (Chana) ou recebem um “não recomendado” ou “ruim”. 93,2% das reclamações foram respondidas e 79,7% solucionadas.
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Interessante notar que todas as fabricantes chinesas ao menos uma vez responderam uma reclamação, ao contrário das grandes quatro grandes fabricantes. Das 10 mais vendidas, apenas Nissan, Toyota, Peugeot e Hyundai-CAOA respondem, tendo a Toyota a melhor reputação delas: “ruim”.

Outra característica positiva da JAC Motors é que ela cede seus carros para a imprensa especializada com frequência, desde revistas a sites e blogs – ainda que nossas solicitações não tenham sido atendidas -, ou seja, confia em seu produto. A Chery até empresta, mas é mais restrita.

Outros casos:

Great Wall chegou a ter um importador em Brasília em 2008. Tão rápido apareceu como desapareceu.

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Morris Garages (MG)
, de origem britânica, foi comprada por chineses e vende no Brasil carros de luxo fabricados na China. Até hoje só vi unidades de homologação.

Shineray chegou vendendo motos e este ano passou a trazer utilitários. O site da marca se resume a especificações de seus carros e listas de concessionárias (normalmente revendas) em 2 arquivos em PDF.

Haima, Brilliance, BYD e outras fabricantes chinesas já demonstraram interesse no mercado brasileiro, mas seus planos estão paralisados aguardando definições do governo em relação a carros importados.

 

Na verdade não há invasão chinesa no mercado automotivo. Não em proporções que justificassem a majoração do IPI para importados- que foi voltada para as fabricantes chinesas. As fabricantes chinesas sequer dominam seu próprio mercado! Outros setores da indústria, como o têxtil, de eletrodomésticos e de eletrônicos é que hoje necessitam desta “proteção” do governo.

Mas é importante lembrar que em pouco tempo para elas se igualarem com fabricantes tradicionais no que diz respeito à qualidade.

11 de jul. de 2012

Semelhança entre Lifan 320 e MINI Cooper vira caso de justiça no Brasil

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Uma guerra silenciosa acontece entre a China e a Grã-Bretanha… No mercado automotivo. Lifan e BMW (dona da MINI) travam na justiça há mais de dois meses uma disputa pelos seus direitos. Em maio deste ano, a BMW entrou com um recurso no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra a Lifan, justificando a semelhança do chinês 320 (de 2008) em relação ao Cooper original (de 2001), britânico. Baseando-se em uma pesquisa Ibope encaminhada por ela própria, consumidores confundem facilmente os modelos das duas marcas.

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O fato levou o TJ-RJ a proibir, em regime provisório, a importação, distribuição, promoção e divulgação do 320. Entretanto, nesta segunda (9), o próprio TJ-RJ derrubou a liminar. A Lifan se defende, alegando que a acusação de concorrência desleal feita pela MINI é inválida, mesmo baseada na lei das patentes de produtos industriais, alegando que os dois modelos possuem propostas completamente diferentes e, portanto, não competem entre si.

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A Lifan disse ainda que essas semelhanças são comuns no mercado automotivo. Ela esqueceu de dizer que, de forma tão descarada, só na China isso poderia ser considerado normal. Com todo respeito, é claro, ao mercado de lá; até mesmo os chineses estão desistindo das cópias e optando por modelos autênticos.

O motivo da queda da liminar foi o prazo proposto anteriormente de 60 dias para a adequação do modelo, prazo curto tratando-se da indústria automotiva (onde um carro leva em média três anos para ser produzido). Uma das soluções seria trazer a nova geração do 320, já apresentada na China. Entretanto, não por coincidência, esta nova geração também refere aos modelos MINI, desta vez ao Countryman e ao Paceman em especial.

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A situação em vista é uma marca forte (BMW), porém com pouca representação (comparada às quatro grandes montadoras) no país, e uma marca chinesa sem tradição que possui um modelo claramente inspirado no Cooper. É interessante notar que o Brasil tomou uma atitude, embora esta contestada. Uma coisa é fato: o Grupo Effa e a Lifan se separaram e os planos de expansão de fábricas talvez não sejam cumpridos. Teria o 320, então, uma base sólida no Brasil?  Em tempos em que o mercado brasileiro nunca esteve tão receptivo às marcas orientais, é bom que a própria justiça filtre estas marcas. Plágio não é positivo nem aqui nem na… China.

Com informações do G1 – Auto Esporte

19 de jun. de 2012

Lifan desfaz acordo com o Grupo Effa

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Representada no Brasil desde 2010 pelo Grupo Effa, a chinesa Lifan decidiu assumir suas operações na América do Sul. Segundo o R7, a fábrica que as duas anunciaram que iriam construir no Brasil, anunciada em janeiro, bem como a ampliação da linha de montagem no Uruguai, são investimentos que correm o risco de não saírem do papel.

O Grupo Effa, que pertence ao empresário uruguaio Eduardo Effa, deverá continuar importando veículos de outras marcas chinesas, como Changan (M100), Hafei (Towner) e Jinbei (Topic). Agora a Effa espera uma indenização dos chineses para entregar a fábrica no Uruguai e sua operação no Brasil.

Outros efeitos dessa mudança de comandos foi o adiamento do lançamento do SUV X60, que seria em agosto e porderá acontecer apenas em 2013, e a ausência da Lifan no Salão do Automóvel, pelo espaço ter sido alugado pela Effa.

Fonte | R7

22 de abr. de 2012

Lifan apresenta novos 320 e 520 em Pequim

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O Salão de Pequim abrirá suas portas amanhã para os jornalistas, mas hoje já foi possível ter acesso a algumas novidades do evento, como a nova geração dos Lifan 320, conhecido no Brasil por ser um clone do MINI Copper e o sedã 520, que antes era oferecido apenas como hatch e agora seu sedã ficará encarregado de substituir o 620.

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Nota-se uma certa busca por parte da Lifan para criar uma identidade. A grade dos dois modelos agora são parecidas, mas ainda se percebe uma inspiração na MINI por parte do 320. As lanternas e também a posição dos faróis são muito parecidos com o do Countryman. Seu motor continua sendo um 1.3 de 88 cavalos que pode ser associado a uma transmissão manual de cinco marchas ou CVT (disponível apenas na China).

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A situação do 520 é diferente. Além do novo visual, com direito a faróis com LEDs, seu entreeixos cresceu 1 cm, alcançando agora 2,55 m. A traseira exibe linhas muito mais equilibradas que dianteira, com a qual parece não se comunicar. Os motores serão dois por enquanto, 1.3 e 1.5 sempre a gasolina, mas no futuro será lançada uma versão com bloco 1.2 turbo desenvolvido pela própria Lifan.

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Fonte | Autohome

18 de jan. de 2012

Lifan e Effa anunciam investimentos na América do Sul que incluem fábrica no país

Lifan
Um acordo assinado na cidade de Congqing, na China, oficializou a intenção da Lifan e da Effa de fincarem raízes no Brasil. Um joint-venture foi formado entre a marca e a Effa, que é a sua administradora. Com isso, foi formada a Lifan Motors do Brasil, que atuará em toda a América do Sul. Desta aliança, frutos como a criação de uma fábrica no país e a ampliação da fábrica já existente no Uruguai irão beneficiar ambas as montadoras.

Um investimento de 120 milhões de dólares será aplicado na ampliação da fábrica uruguaia, que passará a produzir 50 mil modelos por ano, 30 mil a mais do que a produção atual. Já a fábrica brasileira não teve valores divulgados, mas espera-se que ela produza 100 mil unidades anuais. Apesar de não estar claro, é muito provável que esta fábrica produza também veículos da Effa.

Com isso, quatro novos modelos serão lançados no Brasil e, muito provavelmente, serão produzidos por aqui. São eles o 520, um hatch maior que o 320, e que inclusive esteve no Salão de São Paulo de 2010, o crossover X60 e o utilitário Foison em suas versões picape e van.

A Lifan prevê a construção de mais 50 concessionárias pelo Brasil, atingindo, no total, 100 revendas, abrangendo todas as capitais brasileiras, além das principais cidades. Não há dados sobre a expansão da rede da Effa, que possui pelo menos 73 autorizadas ao redor do Brasil. Sua expansão em cidades do interior também contribuiu para a sua popularização.

Não se sabe se a produção em território brasileiro irá contribuir para uma qualidade de acabamento superior. Isso ainda é uma incógnita, haja vista que nenhuma montadora chinesa possui fábricas operando no Brasil por enquanto. Apesar disso, os Lifan são produzidos no Uruguai, país vizinho do Brasil, e a qualidade de produção não é criticada, apesar do acabamento não ser de primeiro mundo. Se esses quesitos melhorarem, ela terá argumentos suficientes no mercado.

Com informações da Car and Driver Brasil

27 de dez. de 2011

Lifan 320 DX parte dos R$ 26.980

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Montado no Uruguai com peças chinesas o Lifan 320 escapou do aumento do IPI e até ganhou uma versão mais barata. Vendido no Brasil há cerca de um ano e meio em versão única, por R$ 30.980, agora o compacto “inspirado” no Mini Cooper tem uma versão de entrada, a DX, que custa R$ 26.980.

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O preço promocional se deu pela ausência de faixas decorativas e rodas de liga-leve, em detrimento a rodas de aço aro 14”, mas todos os equipamentos foram mantidos. Ou seja, ele conta com airbag duplo, freios com ABS, direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico e faróis de neblina, entre outros itens. O motor é o mesmo 1.3 litro 16V a gasolina, com 88 cv de potência e 11,2 kgfm de torque máximo, acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas.

Como o Chery QQ ficará mais caro, essa é a chance do Lifan se destacar no mercado. A Lifan sabe disso e contratou o apresentador Rodrigo Faro para ser garoto-propaganda da marca.

Via MotorDream

2 de set. de 2011

Montadoras chinesas apresentam metas ambiciosas

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O investimento das montadoras chinesas no país parece estar dando retorno. Beneficiadas pelo câmbio, montadoras como Chery e Jac crescem no mercado oferecendo produtos com custo-benefício atrativo. A participação das montadoras chinesas nas vendas ainda é discreta: não somam 2% do mercado (VEJA).

A Jac chegou investindo pesado no Brasil: dos R$ 380 milhões de totais, cerca de um terço foi destinado ao marketing. No primeiro dia de vendas, mais de um milhão de reais foram gastos em publicidade nos principais portais brasileiros de internet. A Jac investiu em marketing de forma agressiva: em um só dia abriu 50 concessionárias pelo país, e stands de exposição em shoppings pelo país inteiro.

Chery e Jac saem na frente das outras montadoras chinesas. A Chery, que chegou discretamente em 2009, oficializou seu projeto de abrir uma fábrica em Jacareí (SP) e anunciou um investimento de US$ 400 milhões. A montadora quer, até 2013, atingir uma capacidade de 50 mil veículos por ano. A Jac não ficou atrás e pretende, também, construir uma fábrica no Brasil, a primeira fora do território chinês, que pretende investir cerca de US$ 600 milhões.

As chinesas estão crescendo bastante no país. O custo-benefício, fruto do baixo custo de produção na China e vários itens de série, tem sido um atrativo e vem roubando mercado de concorrentes diretos. A Jac apresentou o J3 que vem equipado com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos, air-bags dianteiros, rodas de liga leve 15” e outros itens de série pelo preço de R$ 37.900.

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Das grandes montadoras, o modelo que mais chega perto em nível de equipamentos e preço, é o Fiesta Rocam. Em maio, o hatch da Ford teve seus preços reduzidos, ao mesmo valor do J3. A Chery com o compacto QQ, já foi dona do título de “carro mais barato do país”. O compacto, recém chegado ao país, ultrapassou o conterrâneo J3 em vendas, no mês de agosto. O pequeno da Chery emplacou 1.893 unidades, desbancando o Jac J3 que vendeu 1.535 unidades. Em terceiro lugar, o sedan J3 Turin emplacou 1.060 unidades, em quarto o Chery Face com 677, e em quinto o Jac J6 que, no seu primeiro mês completo de vendas, alcançou 493 unidades.

As montadoras chinesas estão dispostas a crescer. Quem ganha é o consumidor que terá mais opções e as que já estão no mercado, tentam manter preços competitivos. Reflexo da chegada das chinesas no mercado brasileiro. As metas das montadoras chinesas são ambiciosas. Se o brasileiro vai cair nas graças das chinesas, alguns anos de mercado serão o necessário para saber.

15 de ago. de 2011

Lifan 520 chega em setembro

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A Lifan se prepara para oferecer mais um modelo no Brasil. Além do compacto 320 e do sedã 620, a partir de setembro a marca chinesa oferecerá também o hatch 520. O modelo esteve no Salão de São Paulo no ano passado e virá com o mesmo conjunto mecânco do 620, composto por um motor 1.6 16v de 104 cavalos e 13,6 kgfm de torque e câmbio manual de 5 marchas.

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Entre os equipamentos de série estarão direção hidráulica, vidros elétricos, travamento central das portas, ar-condicionado, airbag duplo, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, sensor de estacionamento e até DVD player. O preço ddeverá ficar em torno dos R$ 35 mil.
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Fonte | Autos Segredos

11 de jul. de 2011

Lifan confirma fábrica no Brasil

Fabrica lifan uruguai foto 05Mais uma chinesa anunciou seus planos no Brasil. Desta vez, a Lifan confirmou seu plano de montar no país uma fábrica, que terá capacidade para produzir inicialmente 10 mil unidades ao ano.

A confirmação feita pelo Grupo Effa (representante da Lifan no Brasil) revelou um investimento de cerca de 100 milhões de dólares (cerca de R$ 156.340.000).

A construção desta nova fábrica da chinesa iniciará entre o final deste ano e o começo de 2012. O grupo também afirma que conversa com outros estados brasileiros para ver a melhor opção para instalar a nova fábrica da Lifan. A decisão deve ser revelada até outubro.

A produção será realizada inicialmente do modo CKD (Completely Knocked-Down), ou seja, os automóveis virão todos desmontados e serão montados na fábrica brasileira. Os primeiros modelos a serem feitos no Brasil serão o sedã compacto 620 e o hatch pequeno 320, “inspirado” no MINI Cooper.

4 de jul. de 2011

Effa e Lifan terão fábrica no Brasil

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Após terem anunciado a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em São Paulo em março, as chinesas Effa e Lifan já teriam fechado um acordo para a construção de uma unidade fabril no Brasil, segundo o site Carsale.

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A fábrica tria valor estimado em US$100 milhões, e dela sairiam cerca de 10 mil unidades por ano. Considerando esse baixo volume, é de se esperar que esta planta opere apenas com peças importadas no regime de CKD, com peças trazidas da China. É desta forma que a Lifan fabrica no Uruguai o Lifan 320 e o 620. A Effa importa todos os seus carros da China.

Fonte | Carsale

9 de mai. de 2011

Lifan pretende comercializar o SUV X60 no Brasil no segundo semestre

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A Lifan anunciou que irá iniciar as vendas do SUV X60 no Brasil no fim do segundo semestre. Trata-se do terceiro modelo da marca que será importado para o Brasil e, talvez, o mais convincente no quesito confiança. O SUV tem porte de Hyundai Santafe, apesar de lembrar o Toyota RAV4. Ar-condicionado digital, freios ABS, airbags, teto solar, CD Player com MP3… Tudo isso por R$ 55 mil.

Além do 320, o X60 é outro modelo da Lifan que chama atenção pelo seu conteúdo e pelo design, que não é similar aos outros carros chineses. Com seu design forte e preço baixo, além de equipamentos não presentes em muitos carros nesta faixa de preço, deverá concorrer com “SUVs” como o EcoSport, a Palio Adventure e o Tucson.

O X60 será importado do Uruguai, onde atualmente são importados os outros dois modelos da marca, o sedan 620 e o hatch 320. Mesmo que o design seja algo discutível no caso dos outros modelos, a Lifan começa a se tornar uma marca interessante (em tese). Seus modelos estão sendo vistos com frequência no Rio de Janeiro Mas os chineses ainda não conquistaram a confiança do consumidor - e terão que fazer o possível para provar sua eficiência.

Com informações da Car and Driver

3 de mar. de 2011

Lifan planeja criar centro de desenvolvimento no Brasil

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Durante a segunda convenção mundial na Lifan, que acontece até amanhã em Hainan, China, a montadora anunciou a construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento de novos veículos no Brasil. Para ser mais exato, São Paulo.

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Ainda não há datas para o lançamento do empreendimento. Mas, a Lifan planeja novidades para este ano no Brasil. Segundo o diretor comercial do grupo Effa/Lifan, Clairto Acciarto, até o fim do ano chega ao país o hatch 520, o sedã 620 com câmbio automático, um novo SUV que será um lançamento mundial, e foi exibido no Salão do Automóvel, e uma van. A Lifan espera vender 20 mil carros no Brasil em 2011.
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Fonte | iCarros

26 de set. de 2010

Lifan 320 é lançado por R$ 29.980

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A marca chinesa Lifan já estava vendendo o sedã 620 no país há pouco mais de um mês, agora ela está lançando o compacto Lifan 320 no país. O desenho que remete ao MINI Cooper, o modelo chega bem equipado e com motor 1.5 por R$ 29.980.

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Com preço de um carro popular com ar-condicionado e direção hidráulica, o Lifan 320 traz ar-condicionado, vidros e travas elétricos, faróis de milha e de neblina, duplo airbag, aerofólio, freios ABS, rodas de liga leve e sistema de som com MP3 (sem CD). O motor é um 1.3 16v de 88cv, que parece ser sulficiente para os 950kg do modelo. Com 3,75 m de comprimento, 1,62 m de largura e 1,43 m de altura, ele concorre com o Volkswagen Fox, Ford Fiesta e Chery Face.

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Fonte | Lifan

4 de ago. de 2010

Lifan 620 custará R$ 39.980 no Brasil

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Os amigos do blog Pit Stop tiveram acesso a uma propaganda do Lifan 620 veículada no jornal baiano Correio. A marca parecer ter, enfim, chegado ao Brasil, e no anúcio é informado o preço; R$ 39.980, com ar-condicionado, freios ABS, airbag duplo e algumas novidades, dentre elas faróis dianteiros com LED’s.

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Mas há uma ressalva. O modelo é fabricado na China e montado em regime CKD no Uruguai, o que parece ser o motivo pela tarifação de R$ 3.500 de frete. Com isso o preço sobe para R$ 43.480, um pouco mais caro que o Chery Cielo; outro chinês de porte médio, que custa R$ 43.400 já com frete incluso. O motor é um 1.6 a gasolina de 104cv.

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A Lifan chega pelas mãos da Effa, que vende o M100 e alguns pequenos utilitários no país desde 2008. Em breve a marca deve trazer o hatch 320 com motor 1.3 16v de 72cv, conhecido por ser um “clone” do MINI Cooper. Os dois devem aparecer no Salão de São Paulo. O 620 esteve na edição de 2008.

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Fonte | Pit Stop

6 de abr. de 2010

Lifan chegará ao Brasil no início de maio

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A partir do início de maio teremos em nossas ruas o Lifan 320, ou, em outras palavras, a cópia muito mal-feita do Mini. Sim, é um chinês. A marca chinesa confirmou hoje a notícia. Além deste outro carro será vendido, o sedan 620, que tem “inspiração” no BMW M3. O hatch usa motor 1.3 16v, já o sedan usa um 1.6v. Não temos dados de desempenho com a gasolina brasileira, ainda. Sim, os dois são apenas a gasolina e não flex, mais um motivo para fracassarem no Brasil.

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Para compensar a falta de confiança e mais alguns detalhes que prefiro não me aprofundar agora, os dois terão uma lista razoável de equipamentos, com direção hidráulica, ar-condicionado, airbag duplo, trio elétrico e outros detalhes de série. Os preços também devem ser baixos, para atrair consumidores. A representante da empresa no Brasil é a mesma da Effa, a Ever Eletric. Mais detalhes serão revelados com a proximidade do lançamento da dupla no Brasil, incluindo os preços.

 

Fonte | Carsale