Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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Mostrando postagens com marcador PSA. Mostrar todas as postagens
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9 de out. de 2012

PSA comemora seu primeiro milhão de veículos produzidos no Brasil

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Após 11 anos em operação, o Centro de Produção de Porto Real (RJ), onde são produzidos modelos da PSA Peugeot Citroën, atingiu hoje a marca de 1 milhão de veículos produzidos. O milionésimo automóvel brasileiro da PSA é um Novo Citroën C3 1.6 Exclusive.

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Atualmente, o Centro de Produção de Porto Real produz os modelos Citroën Novo C3, C3 Picasso e Aircross e os Peugeot 207, 207 Passion, 207 SW e Hoggar. Estes três últimos serão descontinuados imediatamente após o lançamento do Peugeot 208, que começa a ser produzido na mesma unidade em 2013.

O Centro de Produção de Porto Real está sendo ampliado e recebendo novos equipamentos para aumentar sua capacidade, em uma primeira fase, de 29 veículos/hora para 40 veículos/hora. A unidade tem hoje cerca de 4.000 colaboradores efetivos.

13 de jun. de 2012

PSA apresenta modelos HYbrid4 com biodiesel no Rio de Janeiro

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Enquanto a Conferência Rio +20 2012 acontece no Rio de Janeiro, a Citroën resolveu mostrar em solo brasileiro o seu projeto de tecnologias mais limpas: juntou o sistema HYbrid4 (com motores a diesel e elétrico) e o biodiesel 100% brasileiro e vegetal. Os modelos DS5 HYbrid4 e 3008 HYbrid4 já são vendidos na Europa e, conforme a marca, são os carros de série, equipados com motor a combustão ou híbridos, com menor nível de emissões de CO2/km a rodar no Brasil.

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Os veículos já estão rodando no Brasil. Abastecidos com o biodiesel B30, desenvolvido como parte do Projeto Biodiesel Brasil, uma parceria entre a PSA Peugeot Citroën e o Ladetel PSA_HYbrid4_Botão seletor de opção do HYbrid4_VF(Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas), da Universidade de São Paulo, ser]ao incluídos na frota da Peugeot e Citroën utilizada nos testes da 3ª fase do Projeto Biodiesel Brasil, e devem participar também dos testes de viabilidade do biodiesel B100 (100% bio). O Grupo PSA está investindo R$ 1,5 milhão nesta fase do projeto até 2013.

A tecnologia Hybrid4 associa um bloco diesel HDi de 163 cv à eficácia de um propulsor elétrico, totalizando 200 cv. As emissões de CO2, que seriam de 99g/km com diesel normal, caem para 75g/km com o uso de biodiesel brasileiro. Um carro popular com motor 1.0 flex e de menos de 70 cv emite cerca de 100g CO2/km. Isso demonstra, de fato, a menor emissão dos motores à diesel. O consumo dos franceses pode chegar a incríveis 26,3 km/l. Pena que o governo brasileiro ainda restrinja o uso de diesel e biodiesel a veículos pequenos.

10 de mai. de 2012

GM e PSA poderão estrear modelos com plataformas compartilhadas em 2016

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Depois de firmada a parceria entre a PSA (Peugeot-Citroën) e a GM, chegou a hora de definir os frutos da aliança. O comitê da união entre as duas marcas se reuniram em Detroit (EUA), sede da General Motors, na última quarta-feira (9) para discutir o futuro do acordo, de acordo com o site Automotive News. As propostas giram em torno da troca do know-how das duas empresas.

A produção de subcompactos europeus, como Opel Astra e o Citroën C3, passaria a contar com a tecnologia PSA pela ampla experiência do grupo neste segmento (Peugeot e Citroën sempre tiveram referências nas categorias populares, vide o 2CV). Já os modelos médios, como o Citroën C5 e o Peugeot 508, deverão contar com a tecnologia GM, que domina os nichos mais luxuosos.

Já há, inclusive, uma lista de planos: Frederic Saint-Gerous, diretor geral da Peugeot, afirmou ao jornal italiano Corriere Della Serra que a união poderá originar um crossover, uma minivan compacta, dois modelos médios e dois outros compactos. Seus respectivos lançamentos deverão ocorrer depois de 2016. Não se sabe, porém, se substituirão alguns modelos, mas é certo que os compactos deverão aposentar os já cansados Citroën C1 e Peugeot 107. A versão GM desses compactos poderão chegar ao Brasil.

Também não se sabe se as diferenciações estéticas serão grandes ou pequenas, mas sabemos que a PSA é ótima nisso – já venderam o Mitsubishi Outlander sob o logotipo Peugeot e Citroën com mudanças consideráveis, que descaracterizaram o design da Mitsubishi, assim como até hoje, PSA e Mitsubishi compartilham um modelo elétrico, assim como o grupo francês compartilha a plataforma do Aygo para a produção do C1 e 107. Sabe-se também que Jean Pierre Ploué, design-chefe da PSA, tem uma linha de estilo extremamente diferente do estilo da Chevrolet.

A aliança poderá ser vista com bons olhos se focar nas qualidades inclusas no know-how de cada uma das marcas e manter a identidade visual. Perfeito para fazer com que a GM reconquiste as vendas no Velho Continente através da Opel e da própria Chevrolet, e a PSA, recuperar vendas através dela mesma. Será que as marcas francesas ganham espaço nos EUA? Ao menos, certamente, novos compactos que possivelmente estrearão por lá terão plataformas com cidadania francesa.

Com informações da Revista Auto Esporte

29 de fev. de 2012

GM compra 7% do grupo PSA

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Outrora em concordata, agora a General Motors é dona de 7% das ações  PSA Peugeot-Citroën. Isto cria uma aliança estratégica, que envolverá o compartilhamento de plataformas, componentes e módulos, e desta forma, economia em pesquisa. O grupo francês teria obtido 1 bilhão de Euros com o negócio.

De início, apenas plataformas de compactos, médios, minivans e crossovers serão compartilhadas, mas apenas em 2016 o primeiro fruto deste compartinhamento deverá chegar ao mercado. Uma nova plataforma para veículos de baixa emissão também é considerada para ser desenvolvida em conjunto, mas as duas companhias garantem que continuarão vendendo seus veículos independentemente em uma base competitiva.

16 de fev. de 2012

10 importados que deram o que falar na década de 1990

Lada
O Brasil experimentou uma revolução em 1990, quando o então presidente Collor declarou seu desprezo por nossos carros, ou melhor, nossas carroças. Com os portos fechados para importações desde 1976, impedindo que qualquer tecnologia estrangeira entrasse no país, graças à ditadura militar, as montadoras viam-se obrigadas a trazer maquinários escondidos em bagagens para evoluir minimamente o mercado nacional. Anos antes de sofrer impeachment, Collor percebeu a situação da indústria nacional e abriu os portos.
 
Apesar disso, disse que, como nossos carros eram carroças, os brasileiros da época deveriam aderir aos carros soviéticos, cujo país só seria dividido um ano depois. Estes seriam os primeiros a desembarcarem no Brasil. Ironicamente, todos eles contavam com mais de uma década de mercado – assim como os carros brasileiros. Apesar disso, tinham uma inegável fama de inquebráveis e de valência, como o Lada Niva, adorado pelos fãs de off-road até hoje.
 
Além dos carros da União Soviética, vieram muitos outros. A atitude do governo deixou margem para diversas montadoras explorarem um país gigantesco com mercado ávido por novidades. Se fosse possível voltar no tempo, você poderia ficar no Aeroporto de Campinas no fim da tarde, vendo carros saindo do avião como se fossem bagagens. Era tudo novo! Todos queriam um pouco de Europa, Estados Unidos, Suécia…
 
Veja, a seguir, dez exemplos  de carros e fabricantes que chegaram por aqui ou voltaram ao país naquela época, e que logo geraram diversas reações por parte das montadoras nacionais. Soou como déjà-vu? Está acontecendo a mesma coisa atualmente, em 2012, com os chineses entrando no mercado. Seriam muitos exemplos, mas selecionamos 10. Lembrou de mais casos? Compartilhe conosco nos comentários!
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1 – Saab (Suécia)
A montadora, que atualmente está em concordata seguindo para extinção, chegou no Brasil em 1990, importada da Suécia pela própria General Motors. Os luxuosos e bem acabados sedans e conversíveis não vingaram no país, devido a baixa rede autorizada. Alguns (muito poucos) podem ser encontrados a venda como clássicos, e com preços bem inflados. Entre os principais modelos estava o 9000 CD, um sedan com design de forte personalidade, como todo Saab da década de 1990.
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2 – Alfa Romeo 164 (Itália)
Muitas montadoras foram trazidas por marcas nacionais. Não foi diferente com a Saab, muito menos com a Alfa Romeo, que já havia produzido por aqui o sedan 2300 até 1986 e retornou em 1990 sendo importada pela Fiat, dona da marca italiana. Todos os holofotes se voltaram para o 164, sedan topo-de-linha da marca. Suas linhas esportivas e retas, assim como suas lanternas finas e retas, deram ao sedan linhas marcantes e que até hoje dão ares de alto luxo.
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3 – Chevrolet Lumina (EUA)
Enquanto a primeira van nacional chegava ao mercado, a Grancar Futura (feita por uma rede de concessionárias da Ford), fortemente inspirada no então exemplo mundial Renault Espace, a GM trazia ao Brasil esta minivan futurista, com ajuste pneumático das suspensões, longo pára-brisas panorâmico e interior aconchegante. Uma Grand Picasso dos anos 1990. Também pode ser encontrada por aí como Pontiac Trans Sport.
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4 – Mercedes-Benz 190E (Alemanha)
O sedan alemão era um padrão de luxo. Não era tão bonito quanto o Alfa 164, mas era chamativo. Era robusto. Era um Mercedes. Produzido na Alemanha, o sedan era luxuoso e tecnológico. Para a época. Hoje ficaria aquém de qualquer carro da marca. Mesmo assim, em um país onde a maioria dos carros sequer tinha ar-condicionado, era um bom começo. Outras marcas alemãs como BMW e Audi também aproveitaram a deixa para ingressar no mercado brasileiro, onde modelos como o Serie 3 e o A4 vendem bem até hoje.
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5 – Mazda (Japão)
A Mazda chegou por aqui com uma linha respeitável. O sedan Protège era de design discutível, mas o esportivo MX-3, o pequeno conversível Miata e o sedan de luxo 626 ajudaram a construir uma boa imagem para a Mazda, que saiu do país em 1998 devido ao aumento da taxação para os importados, assim como muitas outras montadoras.
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6 – Jeep Grand Cherokee (EUA)
Dentre os modelos que a Jeep trouxe para cá, o Grand Cherokee foi o mais marcante. Seu design inesquecível e de bom gosto, seu interior luxuoso, além de ser a semente do conceito de SUV no Brasil, e por que não seu consumo de 4 km/l na cidade, foram alguns das razões de ser o sonho de consumo da classe alta brasileira na década de 1990.
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7 – Suzuki Swift (Japão)/Geo Metro (EUA)
O Swift era um hatch pequeno de duas portas e de comportamento nervoso. Seu design era chamativo, embora discutível. Era como qualquer carro nipônico dos anos 1990: diferente, com linhas simples mas sempre com algo a mais. Era o caso de suas lanternas horizontais na traseira. Moscas brancas como o Swift conversível e o Swift Sedan também chegaram ao Brasil na época, assim como o clássico Vitara.
 
Junto dos Suzuki vieram algumas unidades do Geo, uma subsiária da GM criada naquela década para vender carros low-cost nos EUA. A história da marca no Brasil é um tanto borrada, já que seus carros chegaram por aqui de forma independente. O Geo Metro era um Swift com nova dianteira. Os low-cost da GM também tiveram outras versões vendidas por aqui, como o Swift Sedan (sob o logotipo da Geo) e o Tracker, um Vitara com o símbolo da Chevrolet. A geração seguinte do Vitara chegou a ser fabricada na Argentina mas após a Suzuki sair do Brasil (em 2001) foi vendida por aqui como Chevrolet Tracker até 2009.
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8 – PSA (França)
A união entre Peugeot e Citroën surgiu no final da década de 1970, e chegou ao Brasil por caminhos distintos. A Citroën chegou pelo Sérgio Habib (que hoje traz JAC, Aston Martin), no melhor estilo da marca, com carros tão modernos que eram considerados estranhos. O XM, até hoje raríssimo, tinha um design futurista e um volante que lembrava os da F1. Outras raridades como o hatch AX também chegaram a vir para cá em lotes reduzidos. O hatch esportivo ZX fez muito sucesso pelo seu desempenho e design. Ao longo dos anos, vieram o Xantia, com ajuste para as suspensões, Xsara e Xsara Picasso, este último “Made in Brazil”.
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Já a Peugeot chegou por aqui com o 205, um hatch conhecido pela sua presença em diversos rallys internacionais devido a sua suspensão independente nas quatro rodas. Sua versão civil, no entanto, era bem europeia. Linhas retas e simples, com uma traseira fria e um interior eficiente, além de vários equipamentos de série e um desempenho impressionante. O primeiro 106 também tinha essa fórmula, mas era o hatch de entrada da Peugeot. Com uma maçaneta à la Mille duas portas, vendeu pouco, ao contrário de seu sucessor de 1999. O sedan 405 e a picape 504, com design dos anos 1960, também figuravam na linha Peugeot.
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9 – Lada (União Soviética e, posteriormente, Rússia)
Foi a primeira montadora “estrangeira” a desembarcar para o Brasil. E havia sido a escolhida pelo governo para representar o início das importações. Pode não ter sido uma escolha adequada… Dentre tantos modelos da Cadillac, Buick e Maserati no Salão de São Paulo, a Lada era uma montadora soviética com carros da década de 1970 e 1980. O segredo deles era, no entanto, uma durabilidade sem igual, requisito obrigatório em países comunistas.
 
O sedan Laika, além de sua versão perua, homenageava a cadela que foi lançada no espaço sideral na década de 1960 pela União Soviética, quando o ex-país testava a nocividade do universo para os seres terrestres. O hatch Samara, raro até hoje (supostamente pela qualidade duvidosa), era uma opção compacta. Já o Niva era um jipe off-road que fez sucesso em várias competições internacionais e é produzido até hoje (!). Com o passar dos anos, a Lada vendia apenas o Niva por aqui, já que muitos amantes das trilhas o consideravam a melhor escolha para enfrentá-las. A Lada permaneceu no país até 2002. De tempos em tempos ressurge o rumor de que ela irá voltar ao Brasil… Mas há um importador em São Paulo que traz o modelo por encomenda.
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10 – Ferrari (Itália)
Essa não poderia ficar de fora. A F40 veio ao Salão de São Paulo a caráter de formar uma boa imagem para marca no Brasil. Deu tão certo que o modelo se tornou uma referência quando se fala da marca. Tanta potência combinada a uma cabine tão espartana quanto um carro soviético, foi a estrela do Salão de 1990. A carroceria marcante pelo design e pelo aerofólio gigante e o motor traseiro só reforçaram a imagem premium da Ferrari por aqui. Hoje, a Ferrari já vendeu milhares de carros no Brasil, após 22 anos presente em solo brasileiro. E continua sendo um ícone, continua sendo referência de qualquer coisa por qualquer pessoa quando se trata de automobilismo.
 
Na próxima quarta, publicaremos as principais reações das marcas nacionais para os importados.

11 de jan. de 2012

Fiat está a procura de um terceiro parceiro

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Sergio Marchionne, CEO do grupo Fiat Chrysler declarou em Detroit que este ano o mercado europeu ficará estagnado, e que a médio e longo prazo fabricantes que produzam menos de 8k milhões de carros por ano dificilmente conseguirão amortizar o capidal investido na atualização de seus modelos, e isso fará com que a Fiat busque uma nova parcería.

Só o grupo Fiat Chrysler deverá fechar o ano com cerca de 5 milhões de unidades vendidas. Para alcançar suas metas, Marchionne pretende encontrar uma nova fabricante para ser sua parceira até 2013, quando a Chrysler passará a ter ações negociadas na bolsa de valores.

O jornal italiano Corriere della Sera afirmou que a Fiat negociará uma aliança com a francesa PSA Peugeot-Citroën para atingir a meta de vender 6 milhões de veículos já em 2014. Hoje a Fiat compartilha a Ducato com a PSA, o que resulta no Boxer e no Jumper. A Peugeot está aberta para negociar uma aliança com o grupo Fiat-Chrysler, disse o jornal, citando fontes próximas do assunto. No entanto Marchionne negou categoricamente qualquer nova negociação com o grupo francês.

A imprensa europeia aponta a Volvo como uma possibilidade. A fabricante sueca, hoje controlada por chineses, busca um parceiro para desenvolver uma nova família de compactos. Até a Suzuki, com a qual produz o Sedici/SX4 poderia entrar na jogada, dependendo da Volkswagen, que possui ações da Suzuki, mesmo que a fabricante japonesa queira que ela venda suas ações por não querer compartilhar tecnologia.

Fonte | Reuters, Autoblog

7 de jan. de 2012

Peugeot lança dois novos modelos na Argentina

O 5008, de sete lugares, é o mais novo integrante, e fará concorrência amiga com  a Citroën C4 Grand Picasso na Argentina

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A Peugeot lançou mais um modelo na linha do país dos hermanos, o monovolume 5008. Logicamente, estará situado um degrau acima do 3008 que, embora concorra com o Fiat Freemont, que possui sete lugares, não oferecia as duas poltronas a mais. A tarefa ficou, portanto, para o 5008, que possui a mesma plataforma e ideologia da Citroën Grand Picasso.

O modelo é equipado com o mesmo motor 1.6 THP que equipa o 3008, a gasolina, que gera 156 cavalos, mas é possível que o modelo tenha futuras versões movidas a Diesel e uma versão automática. A transmissão, portanto, é manual com seis velocidades.

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Um de seus principais artifícios de venda será o seu preço, bem mais baixo que o da C4 Grand Picasso. Ela custa a partir de R$ 70.667 (164.000 pesos), na versão Allure, que oferece, além do ar-condicionado, vidros elétricos e equipamentos comuns em veículos desta faixa de preço, ela vem com freios ABS, ESP (controle de estabilidade), controle de tração, seis airbags (inclusive o de cortina, que abrange as três fileiras), sistema Isofix e entre outros equipamentos.

Já a Allure Plus acrescenta um interessante sistema multimídia com uma tela de sete polegadas para a segunda fileira de passageiros, ar-condicionado bi-zone, head-up display (um projetor de velocidade e outras informações também presente no 3008 Griffe), teto-solar panorâmico e entre outros equipamentos.

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Com isso, o 5008 passa a custar R$ 79.716. (185.000 pesos) Já a C4 Grand Picasso custa a partir de R$ 84.671. A garantia, como a maioria dos Peugeot daqui, é de 3 anos ou 100.000 km. Considerando que a Grand Picasso por aqui custa R$ 91 mil, o 5008 não teria espaço no Brasil devido a proximidade de preços entre o 3008 e o monovolume da Citroën. Mas…

O 308 CC também chegou à Argentina… Desatualizado

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Sempre houve o consenso de que os carros lançados na Europa chegavam ao Brasil depois de atrasos em relação ao lançamento original. Isso deve-se a diversos fatores, entre eles a diferença de fatores físicos entre as duas regiões (América do Sul e Europa) ou até mesmo como uma opção das montadoras.

Quando o 308 reestilizado foi apresentado na Europa, fazia pouco tempo que o tal 308 estava em testes na Argentina, pois já faziam anos desde que o 307 havia sido aposentado por lá. Houve, portanto, uma preocupação de que o modelo testado fosse o 308 antigo. Para a surpresa da maioria, o 308 lançado na Argentina há pouco tempo foi atualizado de acordo com a nova identidade visual da marca.

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Apesar disso, as mudanças por enquanto ficarão limitadas à versão hatch. O 308 conversível, chamado de 308 CC, chegou à Argentina importado da Europa, onde não foi atualizado. Apesar disso, o modelo preserva boa parte do 308 argentino, já que as mudanças foram pontuais – apenas na inclusão dos novos emblemas.

Será uma opção mais em conta ao RCZ. O 308 CC custa 214.000 pesos, o equivalente a R$ 92.212, enquanto o RCZ custa 222.000 pesos, ou R$ 95.659. Assim como o RCZ, vem equipado do motor 1.6 THP, de 156 cavalos.

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O preço alto é justificado por ser equivalente à versão mais completa do 308, com ar-condicionado dual zone, faróis direcionais bi-xenônio, luzes diurnas de LEDs, lanternas de LEDs, seis airbags, freios ABS e rodas de 17 polegadas. A única opção de transmissão é a Tiptronic, automática. A garantia é a mesma do 5008, ou seja, três anos de cobertura ou a quilometragem de 100.000 km.

Com uma probabilidade maior de chegar ao Brasil em relação ao 5008, o 308 CC chegaria bem mais caro ao Brasil por ser importado da Europa, o que acarretaria em preços bem acima dos R$ 110 mil. Mesmo com o preço mais alto em relação ao vendido na Argentina, será ainda mais barato que o RCZ, comercializado por R$ 139.000.

Com informações do Autoblog en Español (1 e 2)

28 de dez. de 2011

PSA fabricará dois novos modelos premium na China

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A PSA é uma das montadoras que enchergam a China com melhores olhos. O grupo francês publicou em sua revista interna os planos de lançar na Europa dois modelos fabricados na China, um SUV com tração 4x4 e um sedã para a família DS.

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Segundo o jornal La Tribune, o tal SUV seria a versão de produção do Peugeot SxC, um possível concorrente do Volkswagen Touareg. Já o sedã seria batizado de DS6, e resultado do conceito Metropolis. Fabricar na China seria uma forma de tornar os modelos mais atraentes no que diz respeito ao preço, e também de aproveitar a demanda do país por veículos de luxo.

Via Autoblog

13 de dez. de 2011

PSA Peugeot-Citroën divulga os detalhes do novo motor 1.6 EC5

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A PSA Peugeot-Citroën apresentou hoje no Centro de Produção de Porto Real o novo motor EC5. Resultado de um trabalho em conjunto entre os centros de desenvolvimento da empresa na América Latina, França e China, este novo motor 1.6 16v é, segundo a PSA, o mais potente de sua categoria produzido no Brasil.

Este novo motor estreará no Peugeot 308, que segundo a própria Peugeot, chega no primeira semana de março, e se destaca pelo uso do sistema Flex Start, da Bosch, e por ter  recebido comando de válvulas de admissão variável.

Vamos por partes:

PSA_Motor_EC5O sistema Flex Start era o destaque do Polo E-Flex, que foi descontinuado e hoje está presente no Polo Bluemotion, que nada mais é do que um sistema que aquece os bicos injetores desde o momento que a porta do carro é aberta, abolindo o uso do famigerado tanquinho. Para isso, a galeria de combustível, foi totalmente redesenhada, há um novo software na ECU (central eletrônica), que gerencia a temperatura ideal para a queima, e uma unidade de controle de aquecimento (HCU), que controla o momento certo de aquecer o combustível.

Já o.comando de válvulas variável (VVT) para a admissão, otimiza o funcionamento e contribui para que se tenha mais de 80% do torque já a partir de 1.500 rpm. Uma novidade importante é a utilização, pela primeira vez no país, de uma bomba de óleo variável, que ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado, de acordo com a rotação do motor e a carga, fazendo com que menos energia seja absorvida.
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Com isso, há economia de combustível. “Nossa equipe de Pesquisa e Desenvolvimento trabalhou para dotar o EC5 com equipamentos modernos e ainda incomuns nos motores disponíveis no Brasil. Eles contribuem para seu bom desempenho e reduzem o consumo e as emissões. Como complemento, os pistões e anéis são “low friction”. O acabamento dos cilindros também usa este tipo de tecnologia para reduzir atritos. Já as bielas foram desenvolvidas para apresentar alto nível de resistência com baixo peso.

O projeto do EC5 foi todo desenvolvido com foco na otimização de seu funcionamento com os combustíveis locais; por isso, a taxa de compressão da versão flex é 12,5:1. O resultado é um motor 1.6 16v que com gasolina gera 115 cv de potência máxima a 6.000 rpm, e, com etanol, 122 cv a 5.800 rpm. O torque máximo é de 15,5 kgfm (gasolina) e 16,4 kgfm (etanol), a 4.000 rpm. A Peugeot garante que este motor está 7% mais eficiente que o antigo 1.6 16v.

26 de out. de 2011

PSA anuncia investimento de R$ 3,7 bilhões na fábrica de Porto Real

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Em evento realizado hoje em Brasília, que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff, os executivos do grupo PSA Peugeot-Citroën anunciaram um plano de expansão de sua unidade fabril da cidade de Porto Real (RJ). A unidade receberá investimentos de R$ 575 milhões por ano até 2015, totalizando R$ 3,7 bilhões. A meta é duplicar as linhas de veículos e de motores.

A planta hoje dá conta de 150 mil veículos e 280 mil motores por ano, mas e metá é que até 2015 sejam 300 mil veículos e 400 mil motores por ano. Com isso a unidade teria sua área construída ampliada em 40 mil m² com novas instalações de chaparia e montagem, uma nova cabine de pintura, novas superfícies de logística e infraestrutura.1.700 novos empregos diretos seriam gerados.

Segundo Carlos Gomes, CEO da PSA Peugeot Citroën para a América Latina,  “A América Latina é muito estratégica para o grupo. Os resultados daqui representam cerca de 10% do faturamento mundial total. Assim, decidimos antecipar nosso plano de investimentos, visando um crescimento ainda maior do mercado brasileiro e de seus países vizinhos“.

Fonte | Carsale

30 de set. de 2011

Citroën revela C4 Aircross, crossover baseado no Mitsubishi ASX

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Conforme anunciado anteriormente, a Citroën divulgou na manhã desta sexta-feira as primeiras imagens oficiais do C4 Aircross. Trata-se de um crossover compacto feito a partir do Mitsubishi ASX, que compartilha não só a plataforma como boa parte da carroceria. O resultado final ficou bem harmônico: não perdeu o DNA da Citroën e lembrou os modelos da linha DS. O modelo deverá ser lançado ainda neste ano, ou logo nos primeiros meses de 2012.

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Aposto que se você não soubesse que este carro é baseado no ASX, você não o deduziria. O design, inspirado na nova identidade visual da marca, introduzida pelo designer-chefe da PSA, Jean Pierre-Ploué, teve seus sketchs assinados por Cristian Gaima. Nota-se o capricho da grade, que se integra ao farol formando um ciclo de linhas infinito (como no Aicross brasileiro), os faróis de neblina de LEDs nos para-lamas e as lanternas em estilo bumerange, já presentes no C3 e outros modelos da marca.

Outro detalhe interessante é a linha da coluna C, que é interrompida pelo continuamento da janela, usada pela Chevrolet no Agile, porém, muito mais interessante por aparentemente ser feita de vidro, e não plástico, como no compacto da Chevrolet. Ao contrário da Aircross brasileira, inspirada na C3 Picasso – que, obviamente, deriva do C3 europeu –, a C4 Aircross deriva do novo C4, que estreará no Brasil em breve.

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Na Europa, o crossover deverá contar com três motores. Dois serão movidos a Diesel e o outro, a gasolina. São eles um 1.6 HDi de 112 cavalos, um 1.8 HDi de 150 cavalos (a Diesel) e um 1.6i de 110 cavalos (a gasolina). Assim como o ASX, deverá contar com equipamentos como o teto-solar panorâmico. Os principais concorrentes do C4 Aircross serão o Kia Sportage, Hyundai ix35, Nissan Qashquai e o próprio Mitsubishi ASX.

Fotos do interior do veículo não foram reveladas pela Citroën, mas espera-se que, como no Peugeot 4007 e o Citroën C-Crosser, que compartilham a carroceria do Mitsubishi Outlander, muitas peças usadas no SUV japonês também estejam presentes no novo Aircross. É possível, também, que a marca utilize instrumentos tradicionais de veículos off-road, como bússolas e o inclinômetro, também usados no Aicross sul-americano.

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A Citroën Brasil não se pronunciou sobre o modelo. Já que o ASX será fábricado no Brasil em 2012, a Citroën poderia realizar um joint-venture com a Mitsubishi para produzir o C4 por aqui, já que a Jumper é produzida junto da Peugeot Boxer e Fiat Ducato em uma fábrica compartilhada na cidade de Sete Lagoas (MG).

26 de set. de 2011

Peugeot e Citroën mostram o conceito PSA Velv

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O Salão de Frankfurt terminou ontem, e entre suas atrações estavam diversos elétricos. Talvez por isso a PSA Peugeot-Citroën reservou para hoje a apresentação do conceito elétrico Velv, durante uma reunião da agência ambiental e de gestão de energia francesa ADEME.

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Capaz de transportar até três passageiros, o Velv tem forma de triciclo, mas tem quatro pneus. Com 650 kg ele se move com a força de um motor elétrico de 20 kw que entrega 30 cv, que pode levá-lo até 110 km/h. Suas baterias de íons de lítio garantem uma autonomia de 100 Km por carga.
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Caso chegue às linhas de produção, o PSA Velv poderia servir não apenas à frotas de empresas corporativas ou orgãos governamentais, mas também ao público em geral, que já pode comprar outros elétricos na Europa, como o Twizy, da concorrente Renault, que chega às lojas no início de 2012.

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14 de jun. de 2011

Citroën DS3 e DS4 e Peugeot RCZ e 308 CC são vistos pela primeira vez no Brasil

0,,50603485,00A Revista Auto Esporte flagrou pela primeira vez quatro modelos do Grupo PSA no Brasil. Os Citroën DS3 e DS4 e Peugeot RCZ e 308 CC foram vistos sem nenhuma camuflagem na cidade de Pirapora, Minas Gerais, enquanto outros modelos eram colocados em uma cegonha. Estes modelos que chegam a partir de 2012.

0,,50603504,00A Citroën já tinha confirmado a chegada da família DS no Brasil no primeiro semestre de 2012. Mas além do compacto DS3 e o hatch médio com acabamento Premium DS4, virá também o DS5, apresentado pela francesa no último Salão do Automóvel de Xangai.

0,,50603513,00O DS3 chegará com um propulsor 1.6 de 120 cv aspirado, e futuramente será oferecido com opção turbo nesta mesma cilindrada, que o fará desenvolver 156 cv de potência. Seus principais concorrentes serão o MINI Cooper e Audi A1. Já o belo DS4 não tem motorização confirmada, mas chega para concorrer com o BMW Série 1 e Audi A3.

0,,50603522,00Além destes automóveis da Citroën, foram flagrados também dois novos esportivos da Peugeot. A marca testa no Brasil o RCZ e 308 CC. O primeiro modelo da marca francesa a utilizar letras em vez de números no nome utiliza um motor 1,6 litros turbo de 200 cv, e chega pra concorrer com o Audi TT, ou seja, terá preço em torno de R$ 160 mil.

0,,50603540,00O 308 CC deverá chegar com o 308 hatch em 2012, que este último substitui o 307. Mas uma surpresa foi vista no coupé; o modelo “brasileiro” não tinha as modificações visuais apresentada na Europa. Não está confirmado se o Peugeot 308 CC chegará com face-lift ou com o visual do protótipo das fotos.

Fonte | Revista Auto Esporte

26 de abr. de 2011

Mitsubishi ASX dará origem ao Citroën Crossback e Peugeot 2008

imageLançado recentemente aqui no Brasil, o utilitário esportivo da montadora japonesa dará origem a dois automóveis do grupo PSA. A Mitsubishi fechou um acordo com o grupo das montadoras Citroën e Peugeot.

O Crossback, nome do crossover da Citroën, e o 2008, da Peugeot compartilharão a mesma plataforma, motorização, grande parte da chapa e o interior. As alterações estéticas ficarão por conta da grade dianteira, faróis e lanternas traseiras, assim como acontece com o Peugeot 4007, Mitsubishi Outlander e Citroën C-Crosser.

O Peugeot 2008 terá aparência inspirada no HR1 Concept.

Fonte | MotorDream

3 de fev. de 2011

Peugeot prepara 308 para a América Latina junto de novos motores 1.6 16V para o Grupo PSA

308 
Apesar do lançamento que a América Latina está esperando em relação à Peugeot ser o Peugeot 408, que substituirá o 307 e o 407 na Argentina e no Brasil, a marca já está se apressando quanto ao futuro substituto do atual 307. Não se sabe qual será o seu nome, mas supõe-se que seja o mesmo do europeu, 308.

308 Hatch 
Hoje, o Argentina Auto Blog publicou fotos de um flagra do modelo que será fabricado em El Palomar, na Argentina, e importado para o Brasil. Aparentemente, o modelo não se diferenciará do 308 europeu em muitos itens, especialmente esteticamente. A dianteira irá contar com o novo logo da marca.

O modelo fabricado na Argentina será mais simples, pelo menos na versão básica, que não contará com ar-condicionado digital, mas versão top de linha contará com o equipamento. As mudanças na linha Peugeot não ficarão apenas na estética.

308 Hatch2

Motores

O blog Autos Segredos publicou a foto de um 308 (não se sabe se europeu ou argentino) rodando em testes na fábrica de Porto Real, no estado do Rio de Janeiro. O motivo em si não é testar o novo modelo, mas sim o novo motor 1.6 de 16 válvulas do Grupo PSA. O motor contará com comando de válvulas variável, que ajuda a economizar combustível. O motor equipará, primeiramente, o 308, que deverá ser lançado no Brasil no segundo semestre. Logo após, ele passará a equipar o Citroën C4 e, posteriormente, a gama de modelos do grupo.

Fonte | Argentina Auto Blog, com informações de Autos Segredos

30 de set. de 2010

Peugeot anuncia planos para novos modelos no Brasil

208 AE

"O Brasil merece nossa atenção" são as palavras de Philippe Varin, presidente mundial da PSA (Peugeot e Citroën) à revista Exame. Conforme havíamos antecipado, a Peugeot pretende criar um novo popular futuramente, e vendê-lo por toda a América do Sul.

O modelo será fabricado em Porto Real, no estado do Rio, de onde sairá também unidades para outros países sul-americanos. A Citroën, por outro lado, não investirá no mercado de populares.

A Peugeot estará voltando ao segmento, já que a marca francesa já comercializou no Brasil compactos como 106 e 206 1.0. Atualmente, o 207 é apenas o 206 reestilizado, mas um 208 renovado e o novo 107 deverão preencher a lacuna do projeto da PSA.

Peugeot confirma também 408, 508, 3008 e RCZ para o Brasil

408

O Peugeot 408, apresentado recentemente, é a versão sedan do hatchback 308, o sucessor do 307. O sedan será fabricado na Argentina dentro de alguns meses, e estará presente no Salão do Automóvel de São Paulo, junto do crossover 3008 e o esportivo RCZ.

O 408 será lançado no Brasil no início de 2011, enquanto o 3008 será lançado logo após o Salão do Automóvel e o RCZ, apenas no segundo semestre de 2011. O 508 deverá ser lançado no fim de 2011. Também estarão presentes os conceiros ZR1, um cupê esportivo, o roadster elétrico EX1 e/ou o cupê-crossover HR1, que virão diretamente do Salão de Paris.

O hatch médio 308 também será vendido na Argentina, mas deixou claro que ele só será lançado no Brasil em 2012, embora o 307 já esteja com descontos. Aguardemos o que os franceses reservam para o mercado brasileiro. 

Fonte | Carros.ig