Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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22 de jun. de 2011

Cuidados com a bateria evitam problemas na hora de viajar

car_batterystá chegando uma das maiores festas populares do país, o São João. Nesta época do ano, todos os caminhos levam para o interior de estados como Pernambuco, Paraíba e Bahia, onde a tradição se mantém viva e atrai milhares de visitantes. Com grandes atrações para animar a festa, a procura se intensifica e muitas pessoas pegam a estrada.

Um dos temores de quem viaja com veículo próprio é ter problema com a bateria do carro. De acordo com o engenheiro de desenvolvimento da Baterias Moura, Thiago Dantas, para evitar surpresas desagradáveis, é importante tomar algumas precauções antes da hora de viajar. “Peça ao seu eletricista de confiança para medir a tensão do alternador com o veiculo em funcionamento”, sugere. “Dessa forma, ele pode verificar se o dispositivo está funcionando corretamente. Isso garantirá a recarga da bateria”.

Segundo Dantas, se houver muitos equipamentos instalados no veiculo - como faróis de milha, som de alta potência, DVD e rastreadores - também é importante medir a tensão do alternador com o veiculo em funcionamento e com todos os equipamentos ligados. “Com isso, pode-se avaliar se a peça não está sobrecarregada pelo excesso de equipamentos. Se a tensão estiver abaixo de 13,6V, a bateria não estará sendo recarregada adequadamente”, aponta.

Para não descarregar a bateria, é importante evitar utilizar o som por períodos prolongados com o veiculo desligado. Ao desligar o carro, mesmo que por pouco tempo, verifique se não deixou nenhum instrumento ligado, como som ou faróis. Se, ao dar a partida, houver dificuldade ou demora em acionar o motor, procure um técnico de confiança para avaliar a bateria e o motor de partida. “O motor de partida pode estar com defeito ou a bateria pode estar com carga baixa ou no final da vida útil”, diz o engenheiro de desenvolvimento da Moura.

O clima frio também exigirá mais energia da bateria. “Caso ela tenha descarregado, deve-se recarregá-la completamente utilizando a carga lenta por 24 horas. Isso evita a formação de cristais de sulfato, que podem causar danos irreversíveis ao equipamento”, aconselha Thiago Dantas. “É importante mantê-la sempre recarregada e em bom estado”.

Caso seja a hora de trocar a peça, é fundamental exigir uma de boa qualidade. A bateria Moura possui três componentes que a diferenciam das demais: agente químico, mecânico e elétrico. O agente químico é uma composição de aditivos que facilitam a recarga da bateria e a protegem dos danos da descarga profunda em uso prolongado. O agente mecânico promove a robustez da bateria, garantindo seu uso prolongado. Por fim, o agente elétrico, uma composição de ligas especiais, promove a melhor condução de corrente da bateria. “Com isso, a energia consegue fluir livremente, facilitando a partida mesmo em temperaturas mais baixas”, conclui Dantas.

3 de fev. de 2011

Pneus e segurança, equação diretamente proporcional

Por Hélio Cardoso
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A princípio, os motoristas não se preocupam muito com os pneus dos veículos. Normalmente verificam apenas se estão lisos e, para evitar multas durante uma viagem, decidem se precisam ser substituídos.

Os pneus, juntamente com os sistemas de freio e direção, são os principais componentes de segurança de um veículo automotor. Especialmente quanto aos pneus, podemos dizer que são a única parte do carro que tem o contato direto com o solo, portanto afetam diretamente a estabilidade, o conforto, a frenagem e a segurança do seu veículo. Para um desempenho seguro, os pneus não devem apresentar nenhum tipo de anomalia, manter a pressão indicada pelo fabricante, ter profundidade dos sulcos adequada (mínimo de 1,6 mm). Além disso, o alinhamento de direção e o balanceamento das rodas conforme padrão original de cada modelo específico são fatores importantíssimos.

Na lateral de um pneu verificamos que existe uma série de informações, normalmente ignoradas. Isso é um erro comum e influencia diretamente a segurança e condução do veículo.

Esta coletânea de letras e números informa as medidas do pneu e os códigos determinam, dentre outras informações, a velocidade máxima para aquele pneu, a capacidade de carga e o tipo de uso (asfalto, fora de estrada, neve, etc.).

Um simples exemplo 175/70 R 13 82 T, onde “175” é a medida da largura da banda de rodagem em milímetros (175 mm), “70” representa um percentual da altura da lateral do pneu em relação à banda, neste caso 70% da largura da banda, ou seja, aproximadamente 122,5 mm. A letra R representa que o pneu tem construção do tipo radial, “13” representa o raio da roda em polegadas (13 polegadas). Já a inscrição “82” informa a capacidade de carga do pneu, neste caso 475 quilos e “T” a velocidade máxima segura para o componente, 190 quilômetros por hora
Estes valores são tabelados e podem ser verificados na internet ou em catálogos dos fabricantes de pneus.
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A utilização de pneus diferentes daqueles originais ou recomendados pelos fabricantes interfere diretamente na segurança do veículo, até porque uma equipe de engenheiros realiza estudos e testes, que demoram anos, para determinar qual o melhor pneu para cada modelo de veículo.

A vida útil segura de um pneu, independente do uso e quilometragem, é de cinco anos. Pneus acima dessa idade devem ser analisados com mais rigor, pois pode ocorrer ressecamento da borracha com perda de flexibilidade, além de micro-rachaduras e tendência à falha.

Para saber a “idade” dos pneus instalados no seu veículo, verifique a data de fabricação que normalmente está marcada na lateral do pneu ao final da identificação “DOT”. Como exemplo um pneu com marcação 2506 significa que foi fabricado na 25ª semana de 2006.

Os pneus reformados requerem atenção especial por parte do usuário e devem, por preceito de lei, estar identificados claramente na lateral através de uma etiqueta colada ao pneu. No caso dos pneus remoldados não existe tal etiqueta, porém, a palavra “remold” ou remoldado está inserida na própria borracha da lateral do pneu.

Portanto, quando for adquirir um pneu que tenha um preço baixo, verifique a data de fabricação, se é novo ou reformado e se atende as especificações técnicas do seu veículo quanto às medidas, velocidade máxima e capacidade de carga. Certamente ofertas podem trazer conjugado um grande problema futuro.
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Em determinado momento, você percebe que os pneus do seu veículo estão chegando ao limite com os sulcos próximos de 1,6 milímetros, valor mínimo determinado na legislação brasileira. Porém, somente dois dos quatro pneus necessitam troca imediata e você opta em substituí-los mantendo os outros dois.

Raciocínio óbvio, porém inteiramente equivocado: Instalar os novos na dianteira e transferir os outros dois, já usados, para a traseira. Sempre os pneus em melhor estado devem ser instalados na traseira, pois na dianteira o motorista mantém a sensibilidade ao volante e pode reverter um possível problema, enquanto na traseira uma perda momentânea de controle pode transformar o motorista em um mero passageiro.

Agora que você conhece melhor este amigo instalado no seu veículo, certamente dará a ele a atenção que realmente sempre mereceu.

Hélio da Fonseca Cardoso é Engenheiro Mecânico; Membro da Comissão Técnica de Segurança Veicular da AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva); Diretor Financeiro gestão 2010/2011 do IBAPE/SP - Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de São Paulo; Pós Graduado em Perícias e Avaliações de Engenharia e Gestão de Negócios; Especialista em Transporte;  Professor de Inspeção, Perícias e Avaliações de Veículos Automotores dos cursos do IBAPE/SP; co-autor dos livros: "Inspeção Predial" da Ed LEUD e "Perícias de Engenharia", Ed PINI, autor de artigos técnicos publicados em revistas especializadas sobre Veículos Automotores e Recall; Autor de trabalhos técnicos apresentados em Seminários e Congressos Internacionais da SAE, AEA e IBAPE; Colaborador da "Norma Básica para Perícias de Engenharia” e do "Estudo de Vidas Úteis para Máquinas e Equipamentos" do IBAPE-SP; e Perito Judicial.

21 de jun. de 2009

Dica da semana: Saiba o que são e como funcionam os aditivos utilizados nos automóveis

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Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos.

Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Os mais utilizados são:

Aditivos para combustível:                                                                          Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão :                                                          Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores :                                                                          Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.

7 de jun. de 2009

Dica da semana - Saiba o que causa o mau cheiro no interior do carro

O mau cheiro é provocado principalmente por fungos e bactérias que proliferam-se com a presença de umidade e de restos de resíduos orgânicos (alimentos, folhas de plantas ou dejetos). Por se tratar de um ambiente fechado, a umidade e as manchas que se formam no interior do veículo levam muito mais tempo para oxidar e serem eliminadas que em ambientes abertos.

Manter a higiene do veículo é essencial, mas não resolve totalmente o problema. O carro deve ser submetido a cuidados profissionais e, ainda assim, dependendo do problema, ele corre risco de não ser totalmente solucionado. Por isso, é fundamental conhecer as causas do mau cheiro e saber como agir em determinadas situações.

O QUE CAUSA O MAU CHEIRO?

Por ser um ambiente fechado, o veículo é um local propício para o surgimento de bactérias e fungos, muitos deles prejudiciais a saúde. “Além disso, os dutos do ar condicionado e os materiais com tecidos porosos, como carpete e estofados são ótimos alojamentos para bactérias”.

Outro fator que influencia o aparecimento de agentes causadores do mau cheiro é a umidade presente no interior do veículo. Ela surge graças à constante variação da temperatura provocada pelo calor e o uso do ar-condicionado. Isso porque, na maioria das vezes, ele não tem um foco e atinge o automóvel de uma maneira geral.

Uma dica é, sempre que possível, não deixar as janelas totalmente fechadas. Isso irá favorecer a circulação do ar no interior do automóvel, diminuindo a umidade e prevenindo o mau cheiro. Contra a umidade também é indicado sempre desligar o ar-condicionado instantes antes de desembarcar do carro, deixando que a ventilação natural seque completamente os dutos do aparelho. enchente-saopaulo

Se, por exemplo, o veículo sofrer alagamento durante uma chuva forte, os tecidos internos correm risco de apodrecer caso não seja tomada uma medida imediata. Nesse caso, é necessário remover os bancos, o console e os carpetes para que seja feita a higienização.

Quem transporta freqüentemente crianças e animais também corre sério risco de dar carona a bactérias, que se alimentam de restos de comida, líquidos derramados, etc. Quando a sujeira for superficial, aquela em que o produto não contaminou o tecido, o dono poderá realizar a limpeza em sua própria residência Para isso, ela deverá ter a mão produtos domésticos como desodorizadores, multi-uso e limpa-carpetes

No caso de sustâncias líquidas e pastosas, não é recomendável fazer a higienização com água. Isso porque, uma vez diluído, o material pode penetrar ainda mais nos tecidos e atingir a placa termo-acústica do carro, que é coberta por feltro e carpete. Assim, o ideal é apenas enxugar a substância com uma toalha ou papel absorvente.

Quanto mais tempo levar para que o local seja limpo, maior será o nível de impregnação. Para a sujeira sólida, como farelos de biscoito ou areia, por exemplo, um aspirador de pó é uma boa solução. A oleosidade dos vidros é outro inimigo do ambiente saudável. É importante fazer sempre a limpeza das janelas e pára-brisa com uma flanela umedecida com álcool ou limpa-vidros.

ATENÇÃO FUMANTES!

O odor provocado pelo cigarro é muito difícil de ser eliminado. Geralmente, a além da limpeza, é necessária a utilização do neutralizador de odores para eliminar o mau cheiro. Existem tipos de estofados que são mais difíceis de remover a sujeira. Quando estofado é de espuma, a eliminação do odor é quase impossível. Por isso, é recomendada a troca do estofamento”
O período ideal para realizar uma higienização completa no carro é a cada seis meses.

Existem produtos à venda no mercado que ajudam a disfarçar o cheiro. Os mais recomendados são aqueles que exalam odores por meio da evaporação. O preço de uma higienização completa varia entre R$100 e R$400, dependendo do modelo do veículo e do nível de contaminação.

31 de mai. de 2009

Dica da semana: 10 Lendas e verdades sobre automóveis

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Há lendas envolvendo quase tudo num carro. Essa dúvidas existem e sempre que perguntamos alguma coisa do gênero encontramos alguém com uma a resposta pronta, na ponta da língua. Mas será que essas respostas realmente fazem sentido? Veja em que, e por que, você não deve acreditar

Lavar o motor pode trazer problemas para o desempenho? - Verdadeiro!

Existem algumas restrições quanto à lavagem do motor. A água pode danificar alguns componentes eletrônicos instalados sob o capô. O melhor é usar um pano umedecido ou uma escova para retirar a sujeira do motor.

Usar gasolina aditivada ou "premium" é melhor para o motor? - Depende!

Apesar dos dois tipos de gasolina ajudarem a manter o motor limpo, é necessário que você consulte a especificação indicada no manual do proprietário e use apenas o combustível indicado para seu carro.

Faz mal mulher grávida usar cinto de segurança? - Falso!

De acordo com as associações médicas, a mulher grávida e o feto estarão mais protegidos com o cinto. Só é preciso posicionar a presilha do cinto o mais baixo possível, sobre a pélvis.

É melhor passar por quebra-molas ou valetas com o carro na diagonal, com uma roda de cada vez? - Falso!

Você deve levar em consideração que o sistema de suspensão foi preparado para funcionar em qualquer situação, porém, em linha reta, as molas e os amortecedores trabalham ao mesmo tempo dos dois lados, e assim o carro sofre uma torção menor e os passageiros não ficam sacudindo de um lado para o outro dentro do carro.

É permitido dirigir descalço na estrada? - Verdadeiro!

Você pode dirigir descalço tanto na estrada quanto na cidade. O que é proibido é dirigir com um calçado que não fique firme nos pés ou que atrapalhe a utilização dos pedais, como chinelo de dedo, por exemplo.

Duas crianças podem dividir o mesmo cinto de segurança? - Falso!

Com o impacto da batida uma pessoa pode espremer a outra, causando muitos ferimentos. Além disso, a legislação de trânsito diz que o uso do cinto de segurança é individual, independente da idade do usuário.

Para aumentar a vida útil do carro devo esquentar o motor antes de sair? - Depende!

Se o motor tiver sistema eletrônico de gerenciamento, como todos os novos carros, a informação é falsa. O motor alcança o desempenho adequado mesmo com o motor ainda frio. Para carros mais antigos a afirmação é verdadeira. No início do funcionamento eles apresentam uma deficiência de lubrificação que provoca maior atrito entre as peças metálicas.

Para estacionar em uma ladeira só preciso utilizar o freio de mão? - Falso!

Para garantir que seu carro não descerá a ladeira contra sua vontade não se esqueça também de deixar a marcha engatada e travar a direção virada para o meio-fio.

Devo acionar a embreagem ao passar por um buraco? - Verdadeiro!

A caixa de câmbio fica mais protegida do impacto causado por um buraco se a embreagem for acionada, porque a pancada não a atingirá diretamente.

Quando tiver neblina devo ligar o pisca-alerta para mostrar que estou trafegando na via? - Falso!

Nunca ligue o pisca-alerta quando estiver trafegando no meio da neblina. Pisca-alerta ligado significa que o carro está parado, e por isso, o melhor a fazer é diminuir a velocidade e ligar os faróis baixos ou de neblina.

Fonte: Newsletter SulAmérica

17 de mai. de 2009

Dica da semana: Como aproveitar melhor o ar condicionado de seu carro

 

ar-condicionado-blog O uso correto da recirculação, que para alguns pode parecer um reforço na atuação do ar-condicionado pelo aumento resultante no ruído, é um dos segredos para obter conforto do sistema sem prejuízos à saúde. Ativada a função, o aparelho passa a trabalhar apenas com o ar interno do veículo. Ideal para circular em meio à fumaça de caminhões, rodar em estradas poeirentas ou atravessar regiões de mau cheiro, a recirculação não deve ser mantida por longo tempo, pois resseca o ar e pode agravar problemas respiratórios como rinite e bronquite. Mesmo em tráfego pesado e sob forte calor, convém liberar a admissão de ar (ou mesmo abrir um pouco as janelas) de tempos em tempos para não viciar o ar interno.

O uso da recirculação é recomendado, contudo, quando se entra no carro após horas exposto ao sol. Nessa situação o indicado é utilizar o ventilador no máximo e o termostato na posição mais fria, além de abrir as janelas para uma renovação mais rápida. À medida em que a temperatura cai, feche as janelas, depois desative a recirculação, procure reduzir a velocidade do ventilador e, se possível, ajustar o comando de temperatura para um ponto mais elevado -- e não desligar o equipamento, o que pode gerar sensação de abafamento pela súbita elevação da umidade do ar. O mesmo deve ser feito ao chegar ao destino, quando o choque térmico na saída do carro causa desconforto.

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Além de prudentes à saúde, são atitudes que fazem a diferença no desempenho, consumo e nível de ruído interno do carro. O ventilador deve trabalhar mais rápido, porém, no trânsito lento, para evitar formação de gelo no evaporador, origem da água, que comumente se vê escorrendo de carros recém-estacionados. Outra regra: direcione as saídas de ar para o alto, pois o intuito é refrigerar o ambiente e não os passageiros. Além de evitar um resfriado, você estará distribuindo melhor o ar fresco pelo interior, pois a física ensina que o ar quente tende a subir e o frio a descer. O ar mais quente só deve ser dirigido para cima em tempo chuvoso, quando o ar-condicionado mostra-se uma ótima solução para desembaçar o pára-brisa: como o ar emitido é seco, absorve em segundos a umidade do vidro, proporcionando boa visibilidade.

Higienização do sistema

O ar condicionado,  percisa sempre ser mantido limpo, para eliminar a ação de bactérias e fungos dentro da cabine. Para evitar doenças e a contaminação, os especialistas recomendam que se faça a higienização do sistema a cada ano ou 15.000 km. Quem trafega por estradas de terra deve reduzir esse prazo para a metade metade.

A maior parte dos problemas é causada pela umidade natural formada no resfriador do ar-condicionado, por onde passa o ar. A sujeira que vem de fora do veículo em contato com a água cria um ambiente propício para o desenvolvimento de infestações, que provocam doenças respiratórias, como tosse, gripe, rinite e até pneumonia.

Filtro de cabine

Com o passar do tempo, o sistema de ventilação, também perde parte de sua eficiência em decorrência disso. Pelo fato dos carros possuírem o filtro anti-pólen, que  é responsável pela qualidade do ar admitido no interior do veículo, funcionando como uma barreira para partículas e impurezas.

Para deixar seu sistema sempre limpo, é preciso limpar a caixa de ar e aplicar fungicida nos dutos internos. Em geral, sabe-se que chegou a hora de limpar o equipamento, quando surge um mau cheiro assim que a refrigeração é acionada. Significa que o sistema de circulação de ar está sujo e o filtro anti-pólen saturado.

O serviço de higienização custa em torno de R$ 90 e deve ser acompanhado da troca do filtro antipólen, que sai entre R$ 30 a R$ 35 (preços cobrados para carros populares).

A fim de manter o sistema esterelizado por mais tempo, uma dica é desligar o ar com o carro em movimento cinco minutos antes de estacionar. Pela manhã, ligue primeiro o carro e alguns minutos depois o ar condicionado. Esse procedimento deixa os dutos de circulação secos e livre de mofo.

A cada quinze dias, ligue o ar quente por alguns minutos para retirar a umidade interna e impedir a proliferação de bactérias. No caso de fumantes, reduz a impregnação da cabine pelo odor do cigarro.

10 de mai. de 2009

Dica da semana: Todos os detalhes para seu carro ficar bem limpo

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Limpeza Interna:

tecido (bancos e assentos): utilize água com sabão líqüido. Use um aspirador, ou uma fita plástica enrolada na mão para retirar pêlos de animais e/ou pequenas sujeiras.

plásticos (painel, guarnições das portas e acabamento do teto): utilize água com sabão líqüido ou, se tiver, álcool desnaturado (depois de ter feito um teste numa área não visível).

Deve-se limpar sempre várias vezes com um pano macio e limpo, evitando excessos.

Manchas no estofado:

Dois fatores são essenciais para que as manchas no estofado de seu carro possam ser retiradas:

1.O tempo: é essencial, para um bom resultado, que as manchas sejam limpas rapidamente.

2.A atenção: identificar o que causou a mancha é primordial para escolher o melhor tratamento.

Se a causa for gordura ou tinta, o jeito é levar a um especialista para que faça um tingimento, dificultando que sejam notadas possíveis marcas; arranhões nos bancos de couro podem ser amenizados com o uso de ceras na tonalidade do couro.

E as marcas de caneta? Para resolver o problema, álcool e removedor de cutículas são a solução. É só passar, calmamente, sobre a mancha.

Como retirar sujeiras difíceis do estofamento

  • Chiclete: coloque uma pedra de gelo e remova após o endurecimento
  • Açúcar: aplique água morna e enxugue
  • Balas e doces: aplique glicerina, seguida pela receita doméstica* e enxugue
  • Batom: retire o excesso com espátula. Passe um pano umedecido com benzina, seguido pela receita doméstica* e enxugue
  • Sorvetes e frutas: aplique a receita doméstica* e lave com água morna. Enxugue
  • Lama: aplique sabão neutro. Depois, use água morna e enxugue
  • Leite: primeiro, use água morna. A seguir, aplique sabão neutro e enxugue
  • Óleos, graxa e gorduras: passe um pano com benzina e, depois, outro com água
  • Perfume: use a receita doméstica* e enxugue
  • Sangue, urina e vômito: aplique a receita doméstica* e enxugue

*Receita doméstica: um litro de água morna, uma colher de sopa de vinagre branco e sabão neutro

O que se deve, ou não, fazer ao lavar seu carro

Elimine, o mais rapidamente possível, mickey_carroexcrementos de aves, insetos, manchas de gordura e outras viscosidades, pois tudo isto contém substâncias que provocam danos, em alguns casos, irreparáveis à pintura.

O que não se deve fazer:

  • Limpar a carroceria a seco;
  • Usar gasolina, querosene ou tira manchas para tecidos na limpeza da pintura, assim como nas peças de plástico;
  • Raspar as manchas de gordura, insetos mortos ou demais sujeiras presas à pintura;
  • Lavar a carroceria quente ou ao sol;
  • Limpar os faróis com panos secos ou abrasivos ou, ainda, com produtos Detergentes ou solventes;
  • Deixar acumular sujeira na carroceria.

Manchas em teto de carro

Para retirar a mancha branca formada no teto do carro, geralmente provocada pela goteira de infiltração na garagem, siga esse conselho.
Basta despejar um pouco de vinagre de vinho branco no local e esfregar com a mão. Sai na hora e não estraga a pintura.

Como encerar e polir seu automóvel corretamente

Quanto ao enceramento: dsc00590us4

utilizar a cera diluída na água ou aplicada após a lavagem é um hábito recomendável. Ela protege as partes superiores da pintura contra diversas agressões: maresia, chuva, raios solares, entre outros males são minimizados de forma significativa; o veículo deve estar na sombra, frio, limpo e seco; aplique a cera suavemente, usando um pano macio e limpo;
deixe secar por alguns minutos.

Dê o brilho com uma flanela, alternando, a todo momento, a face do pano, na tentativa de ter sempre um pedaço limpo em contato com a pintura;
respeite as normas estabelecidas pelo fabricante da cera;

Quanto ao polimento: polindo

pintura só deve ser polida quando esta já estiver embaçada. Use apenas produtos não abrasivos.

Faça o polimento por partes. Inicie pelo capô e siga em uma direção, deixando o teto do veículo para o final; atente para as partes de borracha.

Não permita que fiquem acumulados restos de cera ou massa de polir. Com o tempo, eles podem reagir com a pintura e danificá-la.

3 de mai. de 2009

Dica da Semana - Como escolher uma boa oficina?

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Por mais cuidadoso que você seja, um dia terá de levar seu carro a uma oficina: seja para regular o motor, trocar alguma peça ou consertar um pequeno raspão na lataria. O problema surge quando não se conhece ninguém que possa indicar um estabelecimento confiável, e também não se quer recorrer aos serviços, muitas vezes impessoais, de uma concessionária. Então, como reconhecer uma boa oficina? Em um primeiro momento, pode parecer complicado, mas, seguindo dicas básicas, você terá sucesso. oficina

O primeiro contato é essencial. Preste atenção no atendimento. Um simples telefonema pode ser revelador. Se for pessoalmente, quando chegar, veja se a oficina dispõe de um espaço para recepção dos clientes e seus veículos. Os funcionários são atenciosos e educados? De preferência, devem estar uniformizados. Uma vez que você decida deixar o carro para orçamento, é importante que a empresa trate bem dele desde o início.

A oficina deve fornecer uma ficha detalhando o estado no qual seu veículo foi recebido: informações como quantidade de combustível, quilometragem e presença de acessórios (calotas, antena etc.) devem constar dessa ficha. Além disso, o estabelecimento deve providenciar capas para os bancos, a fim de proteger o revestimento interno de manchas. E, depedendo do serviço, protetores para a carroceria.

Enquanto o orçamento é realizado, aproveite para observar as instalações do local. O ambiente deve ser limpo, organizado e bem iluminado. Equipamentos e ferramentas devem estar em lugar específico, bem como as peças e os demais materiais. Repare na roupa dos mecânicos. Seus uniformes estão sujos demais? Mau sinal.

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Dependendo dos serviços prestados pela oficina (funilaria, pintura, mecânica), existem alguns equipamentos que são fundamentais para a qualidade do trabalho. Numa funilaria o processo de lixamento da carroceria deve ser a seco, utilizando ferramentas especiais: lixar com água, além de propiciar o surgimento de pontos de ferrugem no futuro, é um processo manual que depende da força empregada pelo funileiro. E, ainda por cima, encharca o chão da oficina. Soldas com maçarico também não são recomendadas, embora ainda sejam muito comuns em pequenos estabelecimentos. O problema é que esse processo de soldagem superaquece o metal, comprometendo suas características e favorecendo o aparecimento de corrosão. O ideal é a utilização das soldas elétricas (MIG ou MAG), que produzem temperaturas menores e não danificam a chapa.

Os estabelecimentos que trabalham com pintura devem contar também com uma cabine ou estufa específica para esse fim. Em uma estufa, a secagem da pintura pode ser feita em cerca de 40 minutos, enquanto, ao ar livre, o processo pode demorar até dois dias. Além disso, a cabine impede que a carroceria tenha contato com a sujeira ou outros resíduos que estejam suspensos no ar.

No tocante à parte mecânica, a eletrônica presente nos veículos atuais tornou, imprescindível, a utilização de equipamentos modernos para verificar o funcionamento da injeção eletrônica, por exemplo. Mas não é só isso. Não basta contar com os mais modernos aparelhos, se não houver funcionários aptos a lidar eles. interna_31

Uma das maneiras de saber se os mecânicos da oficina são treinados, é observar os certificados ou diplomas que as empresas e seus profissionais possuem, os quais devem estar expostos em locais visíveis. Esses atestados podem vir de entidades como ASE, IQA, Cesvi Brasil, ou, ainda, de fabricantes de autopeças que fornecem certificados de conclusão dos cursos que promovem.

Quando o orçamento estiver pronto, um funcionário deverá explicar tudo o que precisa ser feito em seu carro, esclarecendo todas as dúvidas que você possa ter. Ao término do serviço, a oficina deverá apresentar as peças substituídas, além de fornecer a nota fiscal discriminando todos os serviços realizados no veículo.

Observando todos esses cuidados, a escolha de uma boa oficina será algo muito mais fácil.

22 de mar. de 2009

A história do guerreiro cinquentão

Todo mundo adora um Fusca. Da clássica brincadeira de contá-los no trânsito aos clubes de colecionadores do besouro, o Fusca sempre está em nosso dia-a-dia. Em janeiro desse ano, o Fusca completou 50 anos no Brasil.

O simpático automóvel nasceu na Alemanha dos anos 30, e foi desenvolvido com o intuito de ser um carro barato, resistente e com mecânica simples, pois na época poucas pessoas tinham carro na Alemanha. Então o design do carro foi assinado por Ferdinand Porsche e foi batizado de Volks Wagen, o que significa “carro do povo” em alemão. Em meados de 1939, a produção foi interrompida, e o Volkswagen começou a se utilizado para fins militares na Segunda Guerra Mundial.

Foram fabricados 3 tipos de veículos militares baseados no fusca: O Kommandeurwagen, um Fusca “comum” usado por oficiais do exércto alemão, o Kübelwagen, espécie de jipe 4×4 para uso em combate e o Schwimmwagem, um interessante veículo anfíbio (que anda na terra e na água). Após o fim da guerra, a produção foi retomada e com o tempo, o Volkswagen foi exportado para vários países da Europa, e com o tempo, ganhando fama e popularidade, por ser um carro barato e com mecânica simples.

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Já no Brasil…

Os primeiros fuscas que rodaram no Brasil, chegaram em 1951, e foram montados 1951 pela empresa Brasmotor, em um galpão alugado pela Volkswagen no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Esses primeiros exemplares eram apenas montados aqui, mais todas as peças vinham da alemanha, pois, a fábrica de São Bernardo do Campo ainda não havia sido inaugurada. A produção do modelo foi finalmente transferida para a fábrica da Anchieta em 1959, de onde sairam as primeiras unidades do Fusca brasileiro.

Nas décadas seguintes, o carro assumiu a liderança entre os veículos de passeio e continuou a ser fabricado até 1986, quando foi aposentado pela primeira vez.

Segundo mandato

Sete anos depois, o então presidente da república, Itamar Franco, solicitou à Volkswagen que o Fusca voltasse a ser produzido. O “segundo mandato” do modelo durou até junho de 1996, quando o Fusca se despediu com a marca de 3,1 milhões de unidades vendidas. O modelo permaneceu na liderança de vendas do mercado por 24 anos consecutivos (1959 até 1982).

O Fusca inspirou a criação de outros modelos, como a Brasília, apresentada em 1973 como uma opção mais sofisticada ao “besouro”; o SP2, projeto integralmente desenvolvido no Brasil e que primava pelas formas arrojadas; e o TL, sucessor do Fusca quatro portas, popularmente conhecido como “Zé do Caixão”, devido à disposição das maçanetas nas quatro portas.

Atualmente, não se fabrica mais o Fusca. O último país em que ele foi vendido, foi o Mexico, onde ele foi fabricado, sem interrupção até 30 de julho de 2003.

No Brasil o carrinho ganhou este nome por causa da pronúncia errada do nome “Volks”, até o nome ser finalmente adotado pela VW do Brasil em 1983. Até hoje o carrinho é um símbolo da indústria automobilística e há quem diga que quando o nome Volkswagen é dito vem o fusquinha à cabeça.

Taxis verts de modèle coccinelle Volkswagen, dans un embouteilla 03-ultimo-fusca

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15 de mar. de 2009

A história do Volkswagen Golf, de 1974 a 2009

A história do Volkswagen Gol

Lançado em 1980, é considerado o maior sucesso da Indústria automobilística no Brasil de todos os tempos. É também o primeiro e único carro brasileiro a ultrapassar a marca de quase 6 milhões de unidades produzidas, tornando-se, em fevereiro de 2001, o primeiro e único a superar o Fusca em vendas. Pioneiro a tornar-se modelo de entrada da marca Volkswagen em mercados internacionais, é líder de vendas absoluto por 22 anos consecutivos e é o modelo mais exportado da história do Brasil, com 735 mil unidades embarcadas para mais de 50 países.

Logo depois vieram suas variantes, Voyage, Parati e Saveiro:

Voyage: Foi lançado em 1981 e saiu de linha em 1995, já como modelo 1996, sendo substituído pelo Polo Classic em 1997. Em setembro de 2008 a Volkswagen anunciou o lançamento da segunda geração do Voyage.

Entre 1987 e 1993 o Voyage foi vendido nos mercados norte americano e canadenses com o nome de Fox.

Parati: Iniciou sua produção em 1982, já como linha em 1983, para ocupar o nicho de mercado deixado pela Brasília e pela Variant II.

O nome, aproveitamento de uma palavra tipicamente brasileira que identifica uma cidade histórica do país, localizada no Estado do Rio de Janeiro, adequado a um veículo do tipo perua para passeios.

Saveiro: Iniciou sua produção em 1982 e continua até o presente, atualmente está na sua 4ª geração. É o utilitário leve mais vendido do Brasil.

O Gol surgiu a partir da necessidade de se criar um sucessor para o Fusca após a segunda metade dos anos 70 para enfrentar outros veículos com projetos “modernos” como Fiat 147 e o Chevette. Os veículos produzidos pela matríz européia não atendiam as necessidades do mercado brasileiro devido as condições de estradas e hábitos dos consumidores, exigindo assim, uma plataforma mais resistente. O nome Gol veio da tendência em que a Volkswagen tinha de dar nomes aos veículos associados a esportes (Polo, Golf, Derby). Assim, este veiculo adotou um nome baseado à paixão do brasileiro pelo futebol.

Uma história de resistência

Em maio de 1976, um grupo de engenheiros, estilistas e modeladores da Volkswagen do Brasil viajou para a Alemanha levando a maquete 1:4 do carro. A partir deste momento, iniciou-se o processo de criação do Gol intitulado “Projeto BX”. Desde o início de sua concepção e projeto, o Gol foi o carro-símbolo da maturidade e da competência do design e da engenharia automotiva brasileira, que havia ganhado prestígio na matriz depois de projetos bem-sucedidos como o TL e a Brasília.

Depois da maquete, a etapa seguinte foi a criação de um modelo em arame nas dimensões reais, para testar a ergonomia dentro do carro. Em seguida, foi construída uma maquete em dimensão real do Gol na fábrica da Audi, na Alemanha. No final de 1977, foi fabricado no Brasil o primeiro protótipo do carro para avaliação de peso e testes de consumo, desempenho, refrigeração e comportamento dinâmico. Os últimos ajustes de design e estilo do Gol foram feitos em 1978. A partir de então o modelo foi submetido a uma bateria de testes de durabilidade e rodou em pisos de lama, cascalho e neve, em temperaturas entre 15 graus negativos e 45 graus e altitudes de até 3.000 metros. O Gol foi submetido a 200 mil km de rodagem em condições adversas, em um roteiro que incluiu a cordilheira dos Andes e os desertos da Patagônia argentina. Ao todo, o projeto inicial de desenvolvimento do Gol consumiu investimentos de US$ 350 milhões.

O Gol foi exibido pela primeira vez, em 15 maio de 1980, com motor 1.3 refrigerado a ar com 42cv de potência, tração dianteira e desenvolvia 15,8 km/l a 80 km/h. Segundo a empresa, além de econômico, o Gol era o carro com maior autonomia do mercado brasileiro (870 quilômetros), pois tinha reservatório com capacidade para 55 litros.

Em 2001, o Gol superou o Fusca em volume de vendas, com 3,3 milhões de unidades comercializadas. Dois anos depois, o modelo chegou a 4 milhões de unidades produzidas e, em dezembro de 2004, alcançou 500 mil unidades exportadas, consolidando a posição de carro mais exportado do Brasil. Em 2005, o Gol chegou a 4 milhões de vendas no mercado interno e no ano passado comemorou 5 milhões de unidades. Já na 4ª geração, o Gol passou a ser equipado somente com motores Total Flex.

O Gol em outros países

O Gol ganhou o mercado externo desde o seu lançamento quando foi exportado para o Paraguai, Argentina e a Nigéria. Desde então passou a ser vendido em dezenas de países destacando-se a China onde também é fabricado. Em alguns países adotou outras designações como Pointer, no México. Foi o primeiro carro brasileiro exportado para a Rússia. Para suportar o frio intenso, o motor recebeu válvula que capta o ar quente do escapamento e aquece a câmara de combustão sempre que a temperatura desce abaixo dos 8 graus negativos. O filtro de ar ganhou uma espécie de snorkel para evitar entupimento com a entrada de neve. O Gol também é produzido no Iran desde 2003.

GOL e seus trunfos:

  • Primeiro carro brasileiro a utilizar o sistema de injeção eletrônica, de combustível no Gol GTi 2.0, em 1989.
  • Primeiro carro nacional com motor de 1,0 litro e 16 válvulas, em 1997.
  • Primeiro carro nacional com motor Flex (alcool, gasolina ou os dois misturados), denominado Total Flex em 2003
  • O gol é, a quase 21 anos conssecutivos, o carro mais vendido do país.

7 de mar. de 2009

Porque o preço dos carros subiram tanto nos ultimos 10 anos?

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Há onze anos, em dezembro de 1997, era possível comprar o Mille EX 1.0 de quatro portas por R$ 10,69 mil. No último levantamento do ano passado, o mesmo carro (com motor flex) custa R$ 24,56 mil. O aumento de preço, de 129,7% é quase o dobro na inflação no período, que foi de 70,9% (1998 a 2007, segundo o IPC da FIPE).

Não foram muitos os carros que se mantiveram no mercado nesses dez anos, mas os poucos que restaram revelam o aumento expressivo no período.

Levantamento feito nos arquivos do Jornal do Carro, do Jornal da Tarde, e do suplemento Veículos, do Estadão, mostra que a versão básica do Gol, o mais vendido no Brasil nesse período, custava R$ 13,45 mil e hoje seu preço de tabela é de R$ 28,27 mil.

O Fiesta teve um aumento ainda maior, 140,5%. A versão vendida em dezembro de 1997, de quatro portas e motor 1.0, custava R$ 12.869. Hoje, depois de uma reestilização e com o motor também 1-litro, mas flexível em combustível, custa R$ 30.945.

Bras1987-Uno-1.5R Os modelos estudados foram comparados com seus similares, já que nesse período tiveram mudanças na linha. Na maioria dos casos, no entanto, as mudanças foram poucas.

Nos carros pequenos foram incluídos alguns equipamentos por exigência de lei, como o apoio de cabeça para os passageiros de trás e o cinto de segurança de três pontos.

Mesmo no Ka, que foi relançado, as mudanças técnicas não foram muitas em relação ao seu similar de dez anos: o atual (como o antigo) não tem nem direção hidráulica. A propósito, nenhum dos básicos relacionados tem direção hidráulica, mesmo na versão 2009. Outras mudanças banais “melhoraram” os carros de hoje: pára-choque na cor do carro, calotas e pneus 155.

classiclife Houve mudanças no visual e no acabamento interno, que hoje tem muito material plástico, mais leve e de menor custo.

O único carro médio relacionado na lista comparativa foi o Vectra. O modelo 98, na versão GL com motor 2.0, era vendido por R$ 24.397.

Hoje o Vectra mais barato é o Expression, que custa R$ 56,41 mil. A diferença é de 131,2%!

22 de fev. de 2009

Verdades e Mitos sobre carros flex

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A venda de carros bicombustíveis cresce em proporções geométricas depois que as montadoras passaram a produzir a maioria (ou todos) de seus modelos na versão flex, lançada há cerca de 6 anos. Mas os motoristas ainda têm muitas dúvidas sobre a forma de garantir o melhor desempenho e usufruir o melhor desempenho e vantagens econômicas proporcionadas pelos bicombustíveis diante disso ainda existem muitas especulações e mitos em torno do funcionamento desses veículos.
Consumo
Os carros flex consomem mais que os modelos que usam apenas um combustível. Para ser capaz de queimar álcool e gasolina foi preciso aumentar a taxa de compressão do motor, o que, conseqüentemente, gerou melhor performance e, em muitos casos, aumentou a potência. Por isso, comparar o mesmo motor a gasolina com um bicombustível é errado, são propulsores diferentes. O segredo para manter o consumo é o sensor que faz a leitura do tipo de combustível a ser utilizado. O álcool exige taxa de compressão maior e que o sensor que faz a leitura é capaz de encontrar a equação exata para trabalhar com o derivado da cana-de-açúcar, do petróleo ou misturados.
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Por ser mais corrosivo que a gasolina, o álcool exige que todas as peças da injeção em contato com o combustível sejam protegidas. Porém, diversos componentes do sistema são específicos dos motores flex, como o sensor de oxigênio (ou sonda lambda) aquecidas; injetores de combustível com maior área de vazão; regulador de pressão com materiais especiais; kit bomba de combustível com proteção a corrosão e blindada; filtro de combustível especial para filtragem de álcool; velas de ignição com extensão de temperatura ampliada, válvulas e assentos de válvulas do cabeçote em material especial, módulo de controle eletrônico do motor com alta capacidade de processamento, alta velocidade de cálculo e maior capacidade de memória. Isso prova que os kits comercializados no mercado para conversão para bicombustível são insuficientes e comprometem o funcionamento. Se fosse fácil, as montadoras não precisariam investir milhões em pesquisa.
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Mitos
· O primeiro abastecimento deve ser feito com gasolina parta evitar problemas de partida
· O carro só pode ser abastecimento com gasolina ou com álcool para evitarem falhas no motor
· Um motor bicombustível dura menos, pois o álcool é mais corrosivo.
· Carros bicombustível requerem somente gasolina aditivada
· A substituição de álcool por gasolina, ou vice-versa, deve ser feita gradativamente.
· Se o motor ficar apenas com álcool, o carro tem problemas de partida nos dias frios.
· Existe um porcentual certo da mistura de álcool e gasolina para que o carro obtenha uma melhor potência e autonomia
· Se o motorista misturar os dois combustíveis o consumo aumenta e fica mais próximo do álcool
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Verdade
· Desde o início da vida útil, o motor pode funcionar tanto com gasolina quanto com álcool.
· O sistema é projetado para funcionar com os dois combustíveis ao mesmo tempo.
· As fábricas garantem para o motor flex à mesma durabilidade do propulsor á gasolina. Os sistemas que têm contato com álcool são projetados para suportar sua corrosão
· Não é uma exigência. Mas se o motorista quiser usar aditivo para melhorar a autonomia da gasolina e mantiver o sistema de injeção limpo, deve optar por um correspondente á marca do carro e próprio para motor flex.
· O gerenciamento do motor é eletrônico e o sistema é programado para reconhecer o combustível instantaneamente
· No compartimento do motor dos veículos existe um reservatório de gasolina para partida a frio.
· Não existe uma quantidade certa de cada combustível para obter um rendimento e potencial ideais. Mais álcool significa maior potência do motor e menos autonomia. O inverso vale para a gasolina
· A autonomia é proporcionar á quantidade de cada combustível. Se o tanque tiver mais gasolina, o rendimento será maior do que quando estiver com um volume maior de álcool, é vice-versa.
Dica
Como saber quando é mais vantajoso abastecer com álcool ou gasolina?
· Divida o preço do álcool pelo preço da gasolina num mesmo posto
· Multiplique o resultado por 100
· Se o resultado for menor que 70, o álcool é mais vantajoso.
Exemplo:
R$1,59 (álcool) dividido por R$2,49 (gasolina) x 100 = 64

17 de fev. de 2009

Dica da semana: Economia de combustível

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É, mal começou o ano e o álcool está 15% mais caro que a média de 2008 e gasolina 10%. Por isso, o motorista deve ficar atento às dicas abaixo de como diminuir o custos:
• Respeite a categoria de óleo especificada no manual do carro e manter o nível correto. Uma boa lubrificação evita aumento do atrito interno do motor, o que gera perdas expressivas e diminui a vida útil. Motor ajustado, sistema de injeção limpo, velas limpas e com folga correta são outros itens que devem ser verificados. Filtro de ar obstruído, por exemplo, pode aumentar o consumo em até 10%;
• Abastecer com gasolina aditivada ajuda a manter o sistema de injeção limpo durante um longo prazo. Porém, o rendimento é o mesmo em quase todos os automóveis com relação à comum; ressalta Lozano.
• Pneus calibrados conforme especificação do fabricante do veículo a cada duas semanas - sempre quando estiverem frios - também ajuda na economia. A má condição das ruas faz com que alguns motoristas diminuam a pressão dos pneus para obter mais conforto de rodagem. E isso gera um desgaste irregular dos pneus e faz o consumo de combustível crescer em até 3%.
• Suspensão desalinhada aumenta o atrito, o consumo e o desgaste dos pneus.
• Quem usa freqüentemente o ar-condicionado deve ter certeza de que a carga do fluido está completa e que não há vazamentos. A vedação do carro deve estar em bom estado. A troca do filtro de pólen nos intervalos estipulados deve ser respeitada. O ideal é utilizar o ar-condicionado com moderação mantendo todas as janelas fechadas. Quando acionado, o compressor do ar-condicionado consome alguns cavalos de potência do motor e o aumento no consumo fica em torno de 0,5% a 2%.

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• Acelere suavemente, não estique as marchas e nem as troque prematuramente. Fique atento ao trânsito, sempre procurando se antecipar ao que vai acontecer de modo a evitar variações bruscas de velocidade também ajuda. Em grandes congestionamentos, desligue o motor se conseguir prever que ficará parado por mais de três minutos.
• Nas subidas, evite ultrapassagens que exijam a redução de marcha e aceleração do veículo. Se o carro possui injeção eletrônica, é mais indicado manter 80 km/h em quinta marcha com o acelerador no fundo em uma longa subida. Isso gasta menos do que obter a mesma velocidade em quarta marcha, com um pouco menos de pressão no acelerador.
• Se não for utilizar o bagageiro, retire os elementos transversais. Se for, obedeça aos limites de peso e dimensões da carga. O excesso de velocidade também é tão prejudicial à segurança quanto ao consumo de combustível.
• Evite deslocamentos curtos, em que o motor não atinge a temperatura normal de funcionamento, pois motor frio gasta mais.
• Se tiver mais de um veículo na garagem, opte pelo de maior consumo para viagens de fim de semana.
Uma dica importante é ter um caderno para anotar os dados dos abastecimentos. Para um controle mais preciso, o ideal é encher o tanque e reabastecer completamente antes de atingir a reserva.

Por Henrique Alves