Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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Mostrando postagens com marcador LADA. Mostrar todas as postagens
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26 de set. de 2012

Chevrolet e Lada confirmam novo Niva para 2015

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Apesar de agora pertencer à Renault-Nissan, a AvtoVaz, mais conhecida por aqui como Lada (denominação adotada nos anos 60 quando operou em parceria com a Fiat), confirmou que trabalha em parceria com a Chevrolet no desenvolvimento da nova geração do jipe Niva. O lançamento do modelo está previsto para 2015.

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O Chevrolet Niva é o modelo mais popular da Chevrolet na Rússia, onde em 2011 mais de 54.400 unidades foram comercializadas, o que representou 31% das vendas da marca naquele mercado. Outros mercados onde acumula boas vendas são Ucrania e Uzbekistão.

A nova geração do Niva será produzido na unidade da AvtoVaz em Togliatti, num ritmo que poderá chegar às 120.000 unidades por ano, cajo haja demanda.

Fonte | Autoblog

1 de set. de 2012

Salão de Moscou – Lada Kalina e Kalina SW

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A Lada está mostrando no Salão de Moscou o novo Kalina, anunciado como uma nova geração, mas que é uma reestilização, profunda, mas ainda uma reestilização. No visual as principais novidades estão na parte frontal, mas a traseira também evolui bastante. A qualidade construtiva também melhorou em relação ao modelo anterior.

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A versão SW do Kalina também está sendo mostrada no evento, e vista de trás apresenta visual mais atraente que o hatch. Por dentro os dois modelos são iguais e possuem novos materiais de acabamento, que transmitem um aspecto mais refinado. Entre os equipamentos está sistema multimídia com tela LCD, controle de estabilidade e sensor de estacionamento.
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Sob o capo os dois modelos levam um motor novo, 1.6 de 98 cv, que já é utilizado no Priora, mas que recebeu modificações para reduzir consumo e emissões. Além da transmissão manual, o carro manterá opção automática, que também é nova. No mês de setembro o modelo atual receberá algumas mudanças, para ficar no mercado até fevereiro de 2013, quando este novo Kalina chega às ruas.

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30 de ago. de 2012

Lada apresenta XRAY Concept em Moscou

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A Lada já deixou claro que o conceito XRAY, que está no Salão de Moscou, não passa de um conceito. No entanto merece destaque por ser um sinal de que os carros da fabricante russa podem vir a ter design mais interessante de agora em diante. O XRAY é um SUV compacto de duas portas com formas que inspiram robustez e esportividade, e deixa cada vez mais velho o Niva, que ainda é produzido.

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O interior é futurista se comparado com os carros da Lada, mas até poderia chegar assim às linhas de produção caso houvesse interesse e dinheiro – e isso é válido para o carro todo. A esperança é que o SUV derivado do Lada Priora, que deverá ser lançado em 2015, aproveite as formas do conceito.
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13 de ago. de 2012

Datsun terá sedã baseado no Lada Granta

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Foi a Renault quem comprou a Lada, mas quem começará a se aproveitar do negócio será a Datsun, marca de baixo custo que a Nissan pretende lançar em breve. Imagens de patentes revelam que o primeiro sedã compacto da marca, tratado como “projeto NKD 2196” será derivado da plataforma do Lada Granta, modelo que em sua apresentação deixou o então primeiro ministro da Rússia, Vladimir Putin, em saia justa devido a alguns “defeitos bobos” (veja aqui).

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Pelos desenhos o Datsun mostra linha mais expressivas e porta-malas maior. A semelhança com o modelo russo é percebida mais facilmente de perfil, embora a traseira seja ainda um pouco parecida. Embora o entreeixos seja o mesmo, o Datsun será maior: 4330 mm de comprimento contra os 4260 mm do Granta.

Mas ainda falta muito para que o Datsun de origem russa chegue ao mercado (leia-se leste europeu,Rússia, Indonésia e Índia) pois o relançamento da marca, extinta desde 1983, só está previsto para 2014. É bom que dá tempo pra Nissan promover algumas melhorias no projeto da Lada.35649
Fonte |
Carobka

3 de mai. de 2012

Renault-Nissan assume o controle da Lada

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A aliança Renault-Nissan anunciou que irá assumir o controle da russa  AvtoVaz, mais conhecida por aqui como Lada (denominação adotada nos anos 60 quando operou em parceria com a Fiat). A aliança irá criar uma nova empresa com a sociedade pública russa Russian Technologies, sendo que a Renault-Nissan terá 74,5% do negócio.

Em 2008 a Renault desembolsou US$ 1 bilhão por 25% da AvtoVaz, e agora irá investir mais US$ 300 milhões. A Nissan entrará com o aporte de US$ 450 milhões.

O primeiro fruto da união entre Renault e AvtoVaz está a venda desde o início do ano, se trata do Lada Largus, a versão russa do  Dacia Logan MCV. O objetivo da Renault será renovar a gama de produtos da Lada, e lançar um modelo mais barato que o Logan no mercado russo. Mercado onde a Lada fechou 2011 com 21,8% do mercado.

16 de fev. de 2012

10 importados que deram o que falar na década de 1990

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O Brasil experimentou uma revolução em 1990, quando o então presidente Collor declarou seu desprezo por nossos carros, ou melhor, nossas carroças. Com os portos fechados para importações desde 1976, impedindo que qualquer tecnologia estrangeira entrasse no país, graças à ditadura militar, as montadoras viam-se obrigadas a trazer maquinários escondidos em bagagens para evoluir minimamente o mercado nacional. Anos antes de sofrer impeachment, Collor percebeu a situação da indústria nacional e abriu os portos.
 
Apesar disso, disse que, como nossos carros eram carroças, os brasileiros da época deveriam aderir aos carros soviéticos, cujo país só seria dividido um ano depois. Estes seriam os primeiros a desembarcarem no Brasil. Ironicamente, todos eles contavam com mais de uma década de mercado – assim como os carros brasileiros. Apesar disso, tinham uma inegável fama de inquebráveis e de valência, como o Lada Niva, adorado pelos fãs de off-road até hoje.
 
Além dos carros da União Soviética, vieram muitos outros. A atitude do governo deixou margem para diversas montadoras explorarem um país gigantesco com mercado ávido por novidades. Se fosse possível voltar no tempo, você poderia ficar no Aeroporto de Campinas no fim da tarde, vendo carros saindo do avião como se fossem bagagens. Era tudo novo! Todos queriam um pouco de Europa, Estados Unidos, Suécia…
 
Veja, a seguir, dez exemplos  de carros e fabricantes que chegaram por aqui ou voltaram ao país naquela época, e que logo geraram diversas reações por parte das montadoras nacionais. Soou como déjà-vu? Está acontecendo a mesma coisa atualmente, em 2012, com os chineses entrando no mercado. Seriam muitos exemplos, mas selecionamos 10. Lembrou de mais casos? Compartilhe conosco nos comentários!
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1 – Saab (Suécia)
A montadora, que atualmente está em concordata seguindo para extinção, chegou no Brasil em 1990, importada da Suécia pela própria General Motors. Os luxuosos e bem acabados sedans e conversíveis não vingaram no país, devido a baixa rede autorizada. Alguns (muito poucos) podem ser encontrados a venda como clássicos, e com preços bem inflados. Entre os principais modelos estava o 9000 CD, um sedan com design de forte personalidade, como todo Saab da década de 1990.
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2 – Alfa Romeo 164 (Itália)
Muitas montadoras foram trazidas por marcas nacionais. Não foi diferente com a Saab, muito menos com a Alfa Romeo, que já havia produzido por aqui o sedan 2300 até 1986 e retornou em 1990 sendo importada pela Fiat, dona da marca italiana. Todos os holofotes se voltaram para o 164, sedan topo-de-linha da marca. Suas linhas esportivas e retas, assim como suas lanternas finas e retas, deram ao sedan linhas marcantes e que até hoje dão ares de alto luxo.
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3 – Chevrolet Lumina (EUA)
Enquanto a primeira van nacional chegava ao mercado, a Grancar Futura (feita por uma rede de concessionárias da Ford), fortemente inspirada no então exemplo mundial Renault Espace, a GM trazia ao Brasil esta minivan futurista, com ajuste pneumático das suspensões, longo pára-brisas panorâmico e interior aconchegante. Uma Grand Picasso dos anos 1990. Também pode ser encontrada por aí como Pontiac Trans Sport.
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4 – Mercedes-Benz 190E (Alemanha)
O sedan alemão era um padrão de luxo. Não era tão bonito quanto o Alfa 164, mas era chamativo. Era robusto. Era um Mercedes. Produzido na Alemanha, o sedan era luxuoso e tecnológico. Para a época. Hoje ficaria aquém de qualquer carro da marca. Mesmo assim, em um país onde a maioria dos carros sequer tinha ar-condicionado, era um bom começo. Outras marcas alemãs como BMW e Audi também aproveitaram a deixa para ingressar no mercado brasileiro, onde modelos como o Serie 3 e o A4 vendem bem até hoje.
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5 – Mazda (Japão)
A Mazda chegou por aqui com uma linha respeitável. O sedan Protège era de design discutível, mas o esportivo MX-3, o pequeno conversível Miata e o sedan de luxo 626 ajudaram a construir uma boa imagem para a Mazda, que saiu do país em 1998 devido ao aumento da taxação para os importados, assim como muitas outras montadoras.
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6 – Jeep Grand Cherokee (EUA)
Dentre os modelos que a Jeep trouxe para cá, o Grand Cherokee foi o mais marcante. Seu design inesquecível e de bom gosto, seu interior luxuoso, além de ser a semente do conceito de SUV no Brasil, e por que não seu consumo de 4 km/l na cidade, foram alguns das razões de ser o sonho de consumo da classe alta brasileira na década de 1990.
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7 – Suzuki Swift (Japão)/Geo Metro (EUA)
O Swift era um hatch pequeno de duas portas e de comportamento nervoso. Seu design era chamativo, embora discutível. Era como qualquer carro nipônico dos anos 1990: diferente, com linhas simples mas sempre com algo a mais. Era o caso de suas lanternas horizontais na traseira. Moscas brancas como o Swift conversível e o Swift Sedan também chegaram ao Brasil na época, assim como o clássico Vitara.
 
Junto dos Suzuki vieram algumas unidades do Geo, uma subsiária da GM criada naquela década para vender carros low-cost nos EUA. A história da marca no Brasil é um tanto borrada, já que seus carros chegaram por aqui de forma independente. O Geo Metro era um Swift com nova dianteira. Os low-cost da GM também tiveram outras versões vendidas por aqui, como o Swift Sedan (sob o logotipo da Geo) e o Tracker, um Vitara com o símbolo da Chevrolet. A geração seguinte do Vitara chegou a ser fabricada na Argentina mas após a Suzuki sair do Brasil (em 2001) foi vendida por aqui como Chevrolet Tracker até 2009.
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8 – PSA (França)
A união entre Peugeot e Citroën surgiu no final da década de 1970, e chegou ao Brasil por caminhos distintos. A Citroën chegou pelo Sérgio Habib (que hoje traz JAC, Aston Martin), no melhor estilo da marca, com carros tão modernos que eram considerados estranhos. O XM, até hoje raríssimo, tinha um design futurista e um volante que lembrava os da F1. Outras raridades como o hatch AX também chegaram a vir para cá em lotes reduzidos. O hatch esportivo ZX fez muito sucesso pelo seu desempenho e design. Ao longo dos anos, vieram o Xantia, com ajuste para as suspensões, Xsara e Xsara Picasso, este último “Made in Brazil”.
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Já a Peugeot chegou por aqui com o 205, um hatch conhecido pela sua presença em diversos rallys internacionais devido a sua suspensão independente nas quatro rodas. Sua versão civil, no entanto, era bem europeia. Linhas retas e simples, com uma traseira fria e um interior eficiente, além de vários equipamentos de série e um desempenho impressionante. O primeiro 106 também tinha essa fórmula, mas era o hatch de entrada da Peugeot. Com uma maçaneta à la Mille duas portas, vendeu pouco, ao contrário de seu sucessor de 1999. O sedan 405 e a picape 504, com design dos anos 1960, também figuravam na linha Peugeot.
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9 – Lada (União Soviética e, posteriormente, Rússia)
Foi a primeira montadora “estrangeira” a desembarcar para o Brasil. E havia sido a escolhida pelo governo para representar o início das importações. Pode não ter sido uma escolha adequada… Dentre tantos modelos da Cadillac, Buick e Maserati no Salão de São Paulo, a Lada era uma montadora soviética com carros da década de 1970 e 1980. O segredo deles era, no entanto, uma durabilidade sem igual, requisito obrigatório em países comunistas.
 
O sedan Laika, além de sua versão perua, homenageava a cadela que foi lançada no espaço sideral na década de 1960 pela União Soviética, quando o ex-país testava a nocividade do universo para os seres terrestres. O hatch Samara, raro até hoje (supostamente pela qualidade duvidosa), era uma opção compacta. Já o Niva era um jipe off-road que fez sucesso em várias competições internacionais e é produzido até hoje (!). Com o passar dos anos, a Lada vendia apenas o Niva por aqui, já que muitos amantes das trilhas o consideravam a melhor escolha para enfrentá-las. A Lada permaneceu no país até 2002. De tempos em tempos ressurge o rumor de que ela irá voltar ao Brasil… Mas há um importador em São Paulo que traz o modelo por encomenda.
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10 – Ferrari (Itália)
Essa não poderia ficar de fora. A F40 veio ao Salão de São Paulo a caráter de formar uma boa imagem para marca no Brasil. Deu tão certo que o modelo se tornou uma referência quando se fala da marca. Tanta potência combinada a uma cabine tão espartana quanto um carro soviético, foi a estrela do Salão de 1990. A carroceria marcante pelo design e pelo aerofólio gigante e o motor traseiro só reforçaram a imagem premium da Ferrari por aqui. Hoje, a Ferrari já vendeu milhares de carros no Brasil, após 22 anos presente em solo brasileiro. E continua sendo um ícone, continua sendo referência de qualquer coisa por qualquer pessoa quando se trata de automobilismo.
 
Na próxima quarta, publicaremos as principais reações das marcas nacionais para os importados.

31 de jul. de 2011

Lada Laika sairá de linha neste ano

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Após 41 anos em produção, deste ano o Lada Laika, não passa. Com sobrevida desde 2009 por conta de incentivos do governo russo para substituir carros velhos – por novos carros velhos - , o sedã não vem se saíndo bem nas vendas desde maio, quando os incentivos acabaram. Até hoje mais de 16,8 milhões de unidades foram fabricadas.

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Com os incentivos, um Laika 2107 de US$ 7.500 saía por US$ 5.600, pouco menos de 9 mil reais (!). Lançado em 1970, como 2101, o modelo, baseado projeto do Fiat 124 - e muitos diziam se tratar de um carro resistente - chegou ao Brasil em 1991 na versão 2105. Fora o design ultrapassado, problemas que o carburador apresentava por causa da mistura de álcool a nossa gasolina contribuíram para o fim de suas importações em 1995.
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Fonte |
AutoWeek

11 de mai. de 2011

Granta marca uma nova fase da Lada

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A montadora russa Lada apresentou hoje o Granta, um sedã compacto de baixo custo com o qual pretende ganhar outros mercados. Com 4,26 m de comprimento, 1,70 m de largura, 1,50 m de largura e 2,47 m de entre-eixos o sedã tem porta-malas de 480 litros e será vendido com preços partindo de 220.000 rublos, cerca de 12 mil reais.

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Serão duas opções de motorização, um 1.6 8v de 80cv e outro 1.6i 16v de 98cv. Números humildes, mas rasoáveis, afinal, ainda que custe pouco é equipado com quatro airbags, ABS, EBD, sensores de estacionamento, GPS, bluetooth, travas e vidros elétricos, assentos térmicos e faróis de neblina.
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Fonte |
Autoblog

28 de mar. de 2011

Lada pode retornar ao Brasil

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Os carros da russa Lada, que ao meu ver não fazem falta alguma, poderiam voltar a ser vendidos no Brasil. Segundo o site Inside Line, a montadora irá voltar a exportações de veículos desmontados em kits para o Egito em junho, e posteriormente poderá abrir uma linha de montagem no Uruguai para abastecer a América do Sul.

Segundo o vice-presidente de vendas e marketing da empresa, Artem Fedosov, uma planta no Uruguai se especializaria na produção do Niva. Há alguns anos chegou a ser cogitado o retorno da Lada pela  CAOA, importadora da Hyundai e Subaru, o que não se concretizou. No Egito a AvtoVAZ monta os carros da Lada desde 2002, mas a crise política havia forçado os russos a interromperem suas atividades no país.

Via | Quatro Rodas

28 de ago. de 2009

Lada lança Niva 2010 na Rússia

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A marca russa Lada, acaba de lançar no Salão de Moscou a linha 2010 do saudoso Niva, que foi vendido no Brasil entre entre 1990 e 2000. O jipinho russo ganhou atualizações visuais, mas contiunua o mesmo. Além de ter ganho a letra “M” no nome, passando a se chamar Niva M. Ele começa a ser vendido na Europa em setembro.

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A AvtoVAZ, grupo proprietário da marca Lada, revelou que o Niva M ganhou novos retrovisores externos, para-choques, assentos com sistema de aquecimento como opcional, ar-condicionado mais potente e novos instrumentos. O motor ainda é o 1.7 de 80cv com torque máximo de 13kgfm e  tração 4x4 com reduzida.

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No ano passado o grupo CAOA (importadora oficial da Hyundai e Subaru) anunciou a volta da Lada ao país, custando cerca de R$ 30.000. Mas até hoje esse projeto não foi concretizado.

11 de jun. de 2009

Lada apresenta oficialmente o Priora SW

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A Lada mstrou oficialmente as fotos de sua nova perua, o Priora SW.

Com um comprimento total de 4,33 metros, o Priora SW destaca-se especialmente por seu porta-malas, com uma capacidade de 444l e 1380 litros com os bancos rebatidos.

O motor é só um, 1.6 a gasolina de 98cv. Seu preço não está definido, mas como todos os carros da Lada, seu preço estará abaixo das concorrentes européias

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29 de set. de 2008

LADA UTILIZARÁ PLATAFORMA RENAULT EM SEUS PRÓXIMOS MODELOS

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A Renault é atualmente dona de 25% do grupo Lada/Autovaz. Com isso a montadora russa, para reduzir custos, utilizará a plataforma do Logan para produzir seus novos modelos. O custo de desenvolvimento, tanto de plataforma quanto de motores (que também pegará emprestado do modelo francês) será muito menor do que se a montadora desenvolvesse algo totalmente novo.

Apesar de tudo, isso não sairá de graça para a Lada, que terá que desembolsar um total de 220 milhões de euros. 100 milhões de euros serão para a plataforma, e 120 milhões para os motores do Logan. Propriedades da Renault. Com os novos modelos a Lada pretende pelo menos manter os 26% de participação no mercado russo.

12 de ago. de 2008

PRÉ SALÃO DE MOSCOU-LADA SUV

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Isso ainda não é oficial, mas é quase certo que a montadora russa Lada apresentará um novo concept-car no Salão de Moscou, que ocorrerá no fim desse mês. O carro será um conceito de SUV, com design, digamos assim, exótico, como mostram as imagens.

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O desenho do modelo é futurista, com muitas curvas. A capacidade é de quatro passageiros, que têm acesso ao habitáculo por meio de quatro portas, que se abrem uma contra a outra, no melhor estilo Rolls Royce. Mais informações sobre o conceito não demorarão a aparecer, assim como novas imagens.

4 de mai. de 2008

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29 de mar. de 2008

LADA PRODUZIRÁ CONCORRENTE DO Mi.To E BOCANEGRA

A fabricante Russa Lada irá lançar um modelo para concorrer com os recém lançados Alfa Mi.To e Seat Bocanegra Concept, esse último resultará no novo Seat Ibiza. O modelo Russo será derivado do Lada C concept, que você vê nessas fotos. O Lada C mistura o estilo de um coupé esportivo, futurismo de um conceito e praticidade e jovialidade de um hatch. O conceito C tinha motores 1.6 e 2.0, e foi apresentado no Salão de Genebra do ano passado. O modelo deverá ser lançado em 2009.