Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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4 de nov. de 2011

Opel mostra Astra OPC

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A fim de incomodar o Mégane RS, a Opel mostrou o Novo Astra OPC. Com linhas arrojadas, o esportivo da Opel lembra um esportivo invocado. A marca ainda não forneceu muitos detalhes, mas já se sabe que o modelo cupê do Astra terá belíssimas formas.

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Debaixo do capô, um motor 2.0 turbo que deverá chegar aos 300 cavalos com um câmbio manual de 6 marchas. A marca ainda não divulgou detalhes de seu lançamento e preços. O interior conta com os bancos dianteiros em concha, e volante revestido por couro.

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Fonte | Autoblog

Chevrolet Cobalt parte dos R$ 39.980

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O segmento dos sedãs compactos está ganhando um grande participante, literalmente. Cobalt é seu nome, e seu objetivo é fisgar o consumidor que procura um amplo espaço interno por um preço acessível: a versão LS parte dos R$ 39.980. A garantia de três anos prova que ele não está aqui para brincadeira.

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O Brasil é o primeiro de 40 países espalhados pela Europa, África, Oriente Médio e América do Sul a receber o Chevrolet Cobalt – além do Brasil a produção também será feita em outro 3 países – a receber o sedã. Sua plataforma é global, derivada do Opel Corsa, o que serve para convencer de que ele não é um Agile sedã (o Agile usa a plataforma do Celta).
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A Chevrolet diz que o Cobalt foi desenvolvido de dentro pra fora, baseando-se em pesquisas sobre as necessidades dos clientes, com atenção especial ao espaço, visual, versatilidade e à qualidade do acabamento. Dessa forma a Chevrolet acredita que o Cobalt poderá não apenas conquistar clientes de compactos, mas também os de sedãs médios mais baratos. O painel em dois tons, a iluminação Ice Blue com LEDs dos instrumentos que misturam mostradores digitais e analógicos contribuirão para isso.
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As dimensões da carroceria contribuem para este bom espaço interno. O Cobalt tem 4,47 m de comprimento, 2,62 m de entreeixos, 1,73 m de largura e 1,51 m de altura. De quebra o porta malas é o maior da categoria, com 563 litros de capacidade. Mesmo assim, seu peso é de apenas 1072 kg. Isto somado aos 0,32 cx de coeficiente aerodinâmico ajuda no consumo e no desempenho.cobalt7
Ao redor do mundo o Chevrolet Cobalt estará disponível com motores 1.3 a 1.8, inclusas versões Diesel). Por aqui o motor será o 1.4 Econo.Flex com 102cv e 13 kgfm de torque, mas que em relação aos outros modelos da marca que o usam, tem sistema drive by wire, ou acelerador eletrônico e coletor de escape feito em aço inox estampado, com catalisador integrado. Mais tarde – em 2012 - ele também será oferecido com o motor 1.8 Econo.Flex (o antigo 1.8 retrabalhando) combinado a uma transmissão automática de seis velocidades.
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Com o motor 1.4 e abastecido com álcool o Chevrolet Cobalt vai de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e chega aos 170 km/h. Com gasolina, ele vai de 0 a 100 em 11,9 segundos e chega também aos 170 km/h de velocidade máxima. A fabricante espera vender 3.500 unidades do modelo por mês.

Versões e preços:
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Chevrolet Cobalt LS - R$ 39.980

Já sai de fábrica equipada com ar-condicionado e direção hidráulica. Além disso, também vem com rodas de aço aro 15 e pneus 195/65 R15. Também oferece o desembaçador traseiro, chave do tipo canivete com abertura à distância, trava elétrica das portas e porta-malas, encosto traseiro rebatível 60/40, encostos de cabeça com regulagem em altura e banco do motorista também com regulagem de altura.
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Chevrolet Cobalt LT - R$ 43.700

LS + airbag duplo frontal, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, freios ABS com EBD, vidros elétricos nas portas dianteiras, alarme anti furto, além de pequenas diferenças como interior em dois tons e revestimento dos bancos.
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Chevrolet Cobalt LTZ - R$ 45.900

Além dos itens encontrados na LS e LT, traz rodas de liga leve, farol de neblina dianteiro, maçanetas internas e comandos do ar-condicionado cromados, barra cromada na traseira, rádio AM/FM com leitor para CD/MP3, Bluetooth e entrada USB, computador de bordo, espelhos retrovisores com regulagem elétrica e acionamento elétrico para todos os vidros.
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3 de nov. de 2011

BYD terá fábrica na Argentina e poderá vender elétricos no Brasil

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A lista de veículos ecologicamente corretos vem crescendo no Brasil: os pioneiros – e exclusivos – S400 Hybrid e Fusion Hybrid já farão companhia ao Prius, um híbrido que registra recordes de vendas entre veículos híbridos no Japão e nos Estados Unidos. Além da linha ZE da Renault, que será lançada no país em breve, a chinesa BYD anunciou que está realizando um acordo com o governo argentino para a construção de uma fábrica por lá. O Brasil terá, segundo a marca, prioridade para receber os modelos.

Serão os primeiros veículos elétricos a serem comercializados no Brasil. A marca já comercializa seus veículos nos Estados Unidos, mercado conhecido pela sua exigência de qualidade e segurança. A fábrica na Argentina se beneficiará das reservas de lítio presentes no país. O material é utilizado na fabricação de baterias.

Nos Estados Unidos, por exemplo, são vendido dois veículos: o EV, totalmente elétrico e com a maior autonomia do mundo comparada com carros elétricos (cerca de 300 quilômetros). A marca oferece também o SUV híbrido DM, e deverão ser produzidos no país dos hermanos. Ainda não há previsão para a construção da fábrica. É válido lembrar que a BYD será a quarta marca chinesa a comercializar seus modelos no Brasil.

Mesmo sem a infraestrutura adequada, a introdução de veículos “verdes” no Brasil é interessante pois só reforça ao governo a necessidade de subsídios para carros do tipo, conforme já questionado pelo CEO mundial da Renault-Nissan. Além disso, a produção em um país-membro do Mercosul só contribuirá para preços amigáveis na medida do possível. Torcemos para que se concretize!

Com informações da Car and Driver Brasil

Jac Lança série Brasil para J3 e J3 Turin

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A chinesa JAC irá lançar amanhã, (4), a série especial intitulada “Brasil” para o hatch J3 e o sedã J3 Turin. Em release, a marca destacou que o custo-benefício continua sendo o ponto forte dos modelos e que irá oferecê-lo em todas as suas 65 lojas espalhadas pelo Brasil.

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A versão conta com logotipos personalizados, com o nome “Brasil” e as cores em verde e amarelo. Os logotipos deverão ficar na parte traseira dos modelos, nos tapetes e nos bancos de couro que agora são de série. Os modelos que deverão ganhar também película protetora, mantém seus preços. O hatch continua custando R$ 37.900 e o J3 Turin R$ 39 900.

Fonte | Jac Motors/Divulgação

Coluna Alta Roda – Tarefa difícil

Por Fernando Calmon

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Competitividade e inovação são as prioridades da vez na indústria em geral e no setor automobilístico em particular. Temas difíceis de desenvolver porque não há fórmulas prontas e depende de ações da sociedade envolvendo consumidor, governo, academia e indústria. Mentalidades precisam mudar a fim de expor melhor a elogiada criatividade brasileira. Há alguns anos, quando o País representava 2% do PIB mundial, respondia apenas por 0,1% das patentes no mundo. Mas na produção de estudos técnicos e científicos chegamos a 2,7%.

Essa preocupação esteve no centro dos debates de duas importantes associações, durante o XIX Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (SIMEA), da AEA e o XX Congresso de Tecnologia da Mobilidade, da SAE Brasil, ambos realizados em São Paulo. A iniciativa do governo federal para criar um novo regime de produção até 2016 não parece suficiente para atender aquelas duas demandas, embora represente a segurança de aumento de empregos pela confirmação de investimentos anunciados e a anunciar.

Pormenores dessa estratégia só serão conhecidos em meados de dezembro, quando efetivamente o aumento de IPI para todos os modelos não produzidos no Mercosul e México entrar em vigor. A Justiça impôs uma fragorosa derrota ao governo ao adiar por 90 dias o início da taxação, que valerá por um ano. A intenção de exigir contrapartida em gastos com pesquisas no próprio País é válida, porém não resolve tudo.

Na realidade, não basta incentivar a expansão do uso de novas tecnologias que, no fundo, dependem de preço e poder aquisitivo do comprador. É necessário induzir o desenvolvimento de tecnologias aqui aplicáveis. Um exemplo citado no SIMEA: navegadores GPS simples, sem funções agregadas, poderiam ter preço menor a ponto de se tornar item de série. O mercado precisa de inovações visíveis, porém ao mesmo tempo de sobrevivência, ou seja, acessíveis a todos os bolsos.

Deve-se ficar de olho também na conectividade veicular. Produziram-se mais de 70 milhões de veículos no mundo, em 2010, mas apenas 7% podiam se beneficiar de recursos como navegação inteligente e notificação automática de acidentes. No Congresso SAE discutiram-se os desafios para chegar à eletrônica de baixo custo e estender novos serviços a maior número de pessoas.

Os 142 estandes da exposição de tecnologia do congresso demonstraram a efervescência da tecnologia atual. Desde o sistema de direção elétrica para carros baratos, da DHB; o conceito LESS, da Schaeffler, para redução de peso e consumo; o Light Strings, da 3M, cabos de fibra óptica de alta flexibilidade e uniformidade luminosa, utilizáveis de forma funcional ou decorativa; até novos recursos de segurança passiva da TRW, como airbag de teto para passageiro ao lado do motorista e retrator do cinto de segurança acionado pelo sistema de frenagem anticolisão automática. Visteon apresentou o C-Beyond, seu próprio carro-conceito com tecnologias de ponta e materiais alternativos.

Os dois eventos totalizaram mais de 200 trabalhos técnicos, incluindo os internacionais. Comprovação que não estamos desligados do mundo e sim à procura de integração desses avanços aos veículos aqui produzidos.

RODA VIVA
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CONFIRMADOS os investimentos na fábrica de Porto Real (RJ), a PSA Peugeot Citroën vai além de dobrar a produção de veículos, aumentar em 43% a de motores e gerar mais 1.700 empregos. Defasagem visual e tecnológica será reduzida de forma substancial nos próximos lançamentos. Nova família de motores possivelmente incluirá unidade de três cilindros/1,0 litro.

VERSA segue os passos do Logan, sedã com dimensões de médio-compacto ao preço de compacto, a partir deste mês. Na faixa de R$ 35.490 a R$ 42.900 a Nissan se insinua em subsegmento congestionado que vai do Voyage ao chinês J3 Turin, passando pelos novos Siena, em breve, e Cobalt, agora. O estilo não é muito inspirado, mas tem bom motor flex 1,6 l/111 cv.

CARRO para poucos, é verdade, o Audi A6 deu um salto tecnológico. A começar pelo motor de 3 l/300 cv (compressor) com disposição para acelerar: 0 a 100 km/h em surpreendentes 5,5 s. Oferece cinco recursos de segurança de ponta, da visão noturna ampliada ao sistema anticolisão, mantendo ótima dirigibilidade e maior espaço interno. Preço? R$ 313.390.
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ROVER Evoque pode atrair para a Land Rover fãs de crossovers de tração 4x4 graças ao seu estilo audacioso. Fugindo das linhas convencionais da marca, oferece bom espaço interno (um pouco menos no banco traseiro) e motor turbo de 2 l/240 cv. O preço começa em R$ 164.900, mas estranhamente a versão de 3 portas é mais cara que a de 5 portas.

DETRAN do Distrito Federal promete fiscalização séria sobre transparência dos vidros com aparelhos de medição específicos. Regulamentação do Contran vem sendo solenemente ignorada até agora, em todo o País, no caso dos vidros dianteiros e, em alguns casos, até para-brisa. Espera-se que polícias rodoviárias e outros Detrans sigam também a lei.
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JAC J6 está mais barato

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Lançado no Brasil no início de julho, o JAC J6 teve os preços de suas versões reposicionados. Mesmo com o aumento do IPI para os importados previsto para valer a partir do dia 15 de dezembro, a minivan está mais barata. No site da empresa a versão de cinco lugares, que antes custava R$ 58.800, agora sai por R$ 55.900.

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Enquanto isso, a versão Diamond, de sete lugares, passou de R$ 59.800 para R$ 57.900 (R$ 1.900 mais em conta). O modelo é equipado com motor 2.0 de 136 cv a gasolina e é equipado de série com freios ABS, air bag duplo, direção hidráulica, ar-condicionado digital e trio elétrico rodas aro 16”, faróis de neblina dianteiros e traseiros e sensor de estacionamento.

Fonte | Interpress Motor

No mês de outubro Gol retoma liderança; Fiat é líder; Cruze e Veloster são os destaques

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As vendas de automóveis parecem estar perdendo força, na reta final de 2011. Agosto, até agora, foi o mês do ano que bateu recordes, chegando a comercializar mais de 300 mil veículos. O mês de setembro apresentou uma ligeira queda, com 293.607 veículos  comercialziados. Já no mês de outubro, a queda foi mais brusca. Entre veículos de passeio e comerciais leves, foram vendidas 263.819 unidades. Uma queda de quase 30 mil veículos em relação ao mês de setembro.

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Entre os modelos, o Uno que liderou na primeira quinzena do mês voltou à segunda colocação, atrás do Gol que emplacou 21.959 unidades, contra 20.849 do Uno. Uma diferença que a cada mês parece diminuir. Fechando o Top 5, o Celta vem em terceiro com 11.162 emplacamentos, o Corsa Sedan/Classic em quarto com 9.244 unidades comercializadas e em quinto, o Fox/CrossFox com 9.178 vendas.

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As surpresas deste mês, ficam por conta do Chevrolet Cruze, em 24º colocado, com 2.034 emplacamentos, atrás apenas do Corolla (12º) com 4.743 vendas. Isso torna o recém lançado Cruze, o vice-líder entre os sedãs médios. Outro sedã que aparece como destaque, é o Jetta (29º) que alcançou 1.601 unidades, vendendo até mais que o Civic (30º), que alcançou apenas 1.482 vendas. Destaque também para o Hyundai Veloster, que ocupou a 26ª posição com 1.929 emplacamentos e o recém chegado March, na 35ª colocação alcançando 1.220 unidades emplacadas.

Saveiro
Entre os comerciais leves, no topo, nada de diferente. A Fiat Strada é a 1ª colocada com 8.669 emplacamentos, seguida pela 2ª colocada Saveiro, 5.372, em 3º lugar a veterana S10 com 3.500 unidades comercializadas, em 4º lugar a Montana com 3.484 e em 5º, a Hillux – que já vinha incomodando o EcoSport – que alcançou 2.620 emplacamentos. O principal destaque entre os comerciais leves, é o Renault Duster (8º), seguindo de perto o 6º colocado EcoSport, e que alcançou 1.734 emplacamentos logo depois de ser lançado.

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Entre as marcas, a Fiat continua na liderança. A italiana comercializou 45.337 veículos no mês de outubro (22,27% de participação no mês). Na 2ª colocação, a Volkswagen segue incomodando a líder. Com 44.637 emplacamentos, a alemã atingiu os 21,92% de participação, e segue preocupando a Fiat. Em terceiro lugar, a Chevrolet aparece com 41.721 vendas, aumentando sua participação em comparação ao mês de setembro (20,49% em outubro, contra 18,28% em setembro). Na 4ª colocação, a Ford vem bem distante da Chevrolet, com 17.589 emplacamentos e apenas 8,64% de participação no mercado. Fechando as cinco primeiras colocaçõs, a Renault aparece com 16.149 veículos comercializados e  7,93% de participação no mercado.

Acompanhe o ranking dos 15 veículos de passeio e comerciais leves mais vendidos no mês de outubro: Fenabrave Outubro [2]

Fonte | Fenabrave

Chevrolet Sonic chega em março

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A novela sobre a chegada do Chevrolet Sonic (Aveo na Europa) ao Brasil parece já ter um roteiro definido. Segundo o amigo Marlos Vidal, do Autos Segredos, o modelo será lançado no Brasil em março de 2012 nas carrocerias hatch e sedã, mas importado da Coréia do Sul, mesmo tendo que pagar IPI.

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No entanto, a partir de 2013 ele passará a ser fabricado no México, na mesma linha que até pouco tempo produzia o antigo Corsa para o mercado local. A produção em São José dos Campos (SP) chegou a ser cogitada, mas a fábrica já opera no limite. O Chevrolet Sonic será vendido aqui com o motor 1.6 16V Ecotec.
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Fonte | Autos Segredos

Fiat Sedici 2012 tem novidades

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O Fiat Sedici passou por pequenas alterações na linha 2012 na Europa. Baseado no japonês Suzuki SX4, o Sedici tem novos retrovisores com repetidores de seta integrados, novas rodas de liga-leve, nova forração dos bancos e a cor Purple Rebel, além de mais equipamentos de série.

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Agora todas as versões do Fiat Sedici passam a contar com o sistema de controle de estabilidade (ESP), sistema de som com MP3 (versões mais básicas) e um novo navegador GPS com tela sensível ao toque de cinco polegadas (versões topo de linha). O Fiat Sedici é vendido com motores m 1.6i 16v de 120 cv a gasolina e um diesel 2.0 MJT de 135 cv.
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Peugeot 208 chega ao Brasil em 2013

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Após fotos oficiais do Peugeot 208 serem reveladas e mostrarem o carro por completo, o modelo que usa a mesma plataforma da família C3 (C3 hatch, Picasso e Aircross) é tido como um modelo de “referência” dentro da Peugeot. Vincent Rambaud, Diretor Geral da Peugeot, chegou a dizer que "Com o 208, a Peugeot realiza uma mudança de época".

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Com certeza, uma mudança de época também no Brasil já que, em comunicado oficial, a Peugeot do Brasil confirmou a vinda do hatch ao nosso país, que deverá conviver com o nosso 207, modelo de entrada da gama de veículos da Peugeot. Mas o 208 deverá chegar somente em 2013. A marca promete ergonomia, prazer ao dirigir e bom espaço interno em um veículo que promete mudanças que são “além de uma renovação”.

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Fonte | Peugeot/Divulgação