Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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2 de dez. de 2011

Novo Dodge Viper será apresentado no Salão de Nova York

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Uma das primeiras vitimas da compra do Grupo Chrysler pela Fiat, o Dodge Viper terá sua nova geração apresentada em 2012. Embora complete 20 anos em janeiro, justamente durante o Salão de Detroit, em janeiro, a nova geração do esportivo só será apresentada no Salão de Nova York, em abril.

Quem confirmou a data foi o CEO da Street and Racing Technology (SRT), Ralph Gilles. Fala-se que o novo Viper usará um motor 8.7 V10 que produz mais de 600 cv e 77 kgfm de torque, sendo o maior motor da história da Chrysler. Também será destaque os equipamentos de segurança, como controle de tração e estabilidade.

Fonte | Car And Driver

1 de dez. de 2011

Renault divulga informações sobre a Scénic 2012, que já pode ser encomendada na Europa

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A Renault apresentou de forma oficial a Scénic reestilizada na Europa. Descontinuada por aqui em 2010, a minivan por lá é a líder de vendas entre as minivans compactas. Sua versão de sete lugares, a Grand Scénic – que chegou a ser comercializada por aqui – também foi reestilizada. Foram mudanças pontuais, principalmente na frente e na traseira do veículo. Os preços partem de €21.350, para a versão de cinco lugares.

A frente ganhou os faróis diurnos de LEDs, que agora são obrigatórios na Europa, novos para-choques e detalhes cromados e alguns apliques pretos. Os faróis de ambas as versões mudaram, assim como suas traseiras, cujas lanternas ganharam um “ar” de Fluence Z.E. As mudanças também estão no interior (que também lembra – e muito – o do Fluence), com mudanças tímidas, como a possibilidade de tecidos na cor bege com carbono, além do som Bose, que havia sido lançado no ano passado como edição limitada, agora de série em determinadas versões.

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Há dois novos motores a Diesel: um 1.5 Energy dCi, de 115 cavalos, que, segundo a Renault, é 12% mais eficiente quanto ao consumo em relação ao atual. Sua taxa de poluição também é atraente: 105 kg/km, pouca coisa a mais que um smart fortwo (99 g/km), referência no assunto. Por pouco, se situa na classe B dos mais poluentes, sendo a segunda classificação mais positiva.

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Já o outro é um 1.6, também chamado de Energy dCi, que gera 114 g/km de poluentes. No entanto, será mais econômico que o atual, assim como o 1.5 dCi: a diferença será de 20% em relação ao 1.9 dCi 130, o qual substituirá. Um motor a gasolina turbo, chamado de TCe 115, substituirá o atual 1.6 a gasolina. Essa motorização deverá começar a ser comercializada na primavera europeia, em março.

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Ambos os modelos terão suas encomendas inicializadas nesta sexta-feira (2), com preços iniciando em €21.350, na versão de cinco lugares, e €24.850 no caso da Grand Scénic, com sete lugares. As primeiras unidades deverão ser entregues em janeiro do próximo ano. Renault, que tal trazê-las para fazer companhia à futura minivan Lodgy? Siga o exemplo da Citroën com a linha C3 e C4 Picasso!

Com informações do Carscoop

Honda divulga preços do Civic 2012

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A comercialização do novo Honda Civic iniciará no próximo mês de janeiro, e a montadora japonesa já nos antecipa os preços sugeridos, que subiram um pouco com relação à gama atual na versão de entrada, que teve incremento de R$ 3.040, já na versão mais cara, a EXS, o valor sugerido caiu R$ 850,00.

A linha 2012 do Civic teve algumas mudanças no visual para dar mais fôlego ao modelo, que já tornou-se extremamente comum nas ruas e apresentava sinais de cansaço. Além disso, ganhou câmera de ré, função assistência à condução econômica, navegador GPS no painel e sistema multimídia com tela touchscreen.

Confira Abaixo a tabela de versões e valores do carro:

Honda Civic LXS MT Flex: R$ 69.700,00
Honda Civic LXS AT Flex: R$ 72.900,00
Honda Civic LXL MT Flex: R$ 72.700,00
Honda Civic LXL AT Flex: R$ 75.900,00
Honda Civic EXS AT Flex: R$ 85.900,00

Abeiva propõe novas medidas para cobrança de IPI dos importados

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No dia 15 de dezembro acabará a suspensão da cobrança do IPI mais elevado para os modelos com menos de 65% das peças nacionais. Ao menos se as coisas continuarem como estão. A Abeiva (Associação Brasileira de Empresas Importadoras de Veículos Automotores) não quer isso, e enviou aos Ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência e Tecnologia, propostas para o governo de alterações no decreto que define esta nova forma de cobrança.

A Abeiva pede que considerem um volume fixo de importações liberado dos impostos até o final de 2012, baseando-se nos valores de importações entre setembro de 2010 e o mesmo mês de 2011, quando o aumento da cobrança foi anunciado, permitindo, assim, uma melhor avaliação das empresas para estudar projetos de construção de fábricas no Brasil.

Ela ainda vai além, e sugere a fixação de um Processo Produtivo Básico (PPB) para o setor automotivo, para deixar claras as regras quanto à agregação de conteúdo nacional aos veículos. Após o estabelecimento do PPB, o volume de importação liberado do IPI seria equivalente à porcentagem de conteúdo nacional. Ainda pede que a legislação atual seja modificada, adicionando um inciso ao artigo 5º do parágrafo 2º da MPV 540, propondo um período de transição para empresas que tenham interesse em construir plantas no Brasil.

O órgão acredita que tal medida do governo tem grande impacto no Brasil, devido ao capital movimentado pelas importadoras, e também que o decreto não está de acordo com as regras de comércio internacional. Por fim a Abeiva coloca como necessário preservar o direito do consumidor de comprar produtos de alta qualidade, o que considera ser possível apenas através da competição entre o produto importado e o nacional.

Fonte | Abeiva, Car And Driver

Video – Comercial do Nissan Versa

Coluna Alta Roda – Mais, por preço igual

Por Fernando Calmon
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Embora só se iniciem as vendas em meados de janeiro de 2012, o Civic apresentado semana passada fecha o ciclo de seis lançamentos inteiramente novos no segmento C (médio-compacto), precedido por Fluence, 408, Jetta, Cruze e Elantra. O modelo japonês sofreu atraso de cinco meses em razão de falta de componentes devido a desastres naturais no Japão e Tailândia. A Honda manteve a política de lançamentos quase simultâneos com o exterior, mas foi surpreendida por aqueles imprevistos.

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Se a versão brasileira já tinha mudanças em relação à comercializada em outros países, as diferenças nessa nona geração (primeira, em 1972) se aprofundaram. Para-choques dianteiro e traseiro, faróis e refletores na tampa do porta-malas são específicos para o nosso mercado. O tanque de combustível aumentou de 50 para 57 litros. Evolução no estilo é discreta. Há mais equipamentos de série, sem alteração nos preços – R$ 66.660 a R$ 86.750 –, na média das versões (LXS, LXL e EXS), uma tendência aqui e no exterior.

A maior curiosidade técnica é a redução em 3 cm na distância entre-eixos, na contramão do que se costuma ver. No entanto, o espaço interno não se alterou graças ao reposicionamento do painel e bancos dianteiros. Aumento do volume do porta-malas, de 340 para 449 litros, se deu praticamente pela adoção do estepe de uso temporário, bem mais estreito. A diferença no comprimento total, escasso 1,6 cm mais em relação ao anterior, se deve ao redesenho dos para-choques. O carro ficou 7 kg mais leve, mesmo recebendo material fonoabsorvente no interior dos para-lamas e novos acessórios.
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Solucionaram-se certas limitações do Civic anterior. O quadro de instrumentos está mais completo, há um bom computador de bordo e em todos os vidros laterais um-toque para subir e descer. Exclusivos da versão de topo, teto solar e navegação por satélite que inclui melhor trajeto em função das condições de trânsito, em tempo real, em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A visibilidade à frente melhorou porque as colunas dianteiras são mais delgadas e as duas pequenas vigias cresceram. Todas as versões têm câmera de ré.

Pequenas modificações no motor de 1,8 l melhoraram a curva de torque, mas seu valor (17,7 kgf·m) se manteve inalterado, bem como o de potência (140 cv) com etanol. Objetivo foi diminuir o consumo em 2,2%. Com a nova tecla Econ no painel pode haver ganho adicional, em especial se o motorista seguir as luzes de orientação no quadro de instrumentos e abrir mão de parte do conforto do ar-condicionado.
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Difícil perceber mudanças na dirigibilidade – já de padrão elevado na oitava geração –, porém o encurtamento da primeira e segunda marchas ajuda na arrancada inicial. Bem interessante a interação (só na EXS) entre o sistema de controle de trajetória (ESC) e a direção de assistência elétrica, que induz o motorista a não errar, caso o automóvel perca aderência em situações extremas.

Dois pormenores desagradam: novo volante não tem pega tão boa como antes e o pedal do acelerador passou a ser suspenso, perdendo um pouco da precisão e esportividade do anterior, articulado no assoalho, tradição de Porsche e BMW, por exemplo.

RODA VIVA

UMA tradição ruim – típica de algumas marcas japonesas – foi mantida pela Honda. Não há informações técnicas suficientes sobre o novo Civic. Consumo de combustível, dados de aceleração e velocidade máxima e até coeficiente aerodinâmico são simplesmente escondidos. No exterior, números de consumo e emissões são obrigatórios. Aqui, fica por isso mesmo...

RENAULT demorou mais de um ano, até confirmar a entrada no segmento de carros de custos superbaixos, como o Tata Nano. O preço será maior que o especulado de R$ 6.000 (sem impostos). Carlos Ghosn, presidente da empresa, disse à coluna, em outubro último, que as negociações com a Bajaj, parceira indiana, estavam na reta final. Não quis falar sobre produção aqui.01[2]
JOURNEY
recebeu o mesmo pacote de “bondades”, em termos de materiais de acabamento e equipamentos, que o Fiat Freemont. Novo motor da Chrysler, V-6/280 cv, combinado a um câmbio automático de seis marchas, deu, claramente, mais vida ao crossover mexicano por preço interessante: R$ 97.500 a R$ 107.900. Em 15 dias pode aumentar de preço com o novo IPI.

SALÃO Internacional do Automóvel Antigo, em sua segunda edição, realizada em São Paulo, semana passada, mostrou mais organização e melhor seleção dos modelos. Uma parceria entre o Automóvel Clube do Brasil e a especialista em feiras Reed Alcântara Machado. No total, 240 veículos em exposição e leilão de 80 modelos, de 1929 a 1981.

ESTUDO da J.D. Powers indica que 38% dos veículos novos nos EUA são adquiridos por mulheres. Parece uma estatística mais real do que os alegados cerca de 50%, no Brasil. Mais provável que aqui, por razões de pontuação de multas e ida a cartórios na hora de revender, compradores prefiram deixar o carro em nome de esposas e filhas, por exemplo.
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Vendas voltam à subir em novembro e emplacamentos passam dos 300 mil; Duster é o principal destaque

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O mês de novembro apresentou bons números e as vendas fecharam acima dos 300 mil veículos. Mesmo assim não foi o necessário para bater o mês de agosto. No oitavo mês do ano foram emplacados 307.824 veículos (passeio + comerciais leves). Novembro chegou perto, mas precisaria de pouco mais de 2.500 emplacamentos para igualar o mês de agosto. O décimo primeiro mês do ano fechou com 305.252 vendas, um aumento de 41.433 vendas de veículos em relação ao mês de outubro.

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A liderança é do Volkswagen Gol, que emplacou 24.352 unidades, sempre seguido pelo Uno. O Fiat alcançou as 23.001 vendas e segue, aos poucos, diminuindo a vantagem do líder absoluto de vendas. Em terceiro, aparece o Chevrolet Celta com 12.920 emplacamentos. Nos quarto e quinto lugares, novidades: em quarto, aparece o Fox/CrossFox com 10.664 unidades comercializadas, seguido bem de perto pelo Palio que alcançou os 10.573 emplacamentos. O Classic, desde então, sempre presente no Top 5, perdeu posições e aparece na sexta colocação com 10.262 vendas.

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Entre os comerciais leves, nada novo entre as três primeiras colocações. Líder absoluta, a Strada emplacou 9.867 unidades e continua com folga sobre a segunda colocada Saveiro. A Volkswagen alcançou as 5.856 vendas e mantém-se firme no segundo lugar. Na terceira colocação, continua a Montana. A pick-up da GM aparece com 4.469 emplacamentos. Em quarto lugar, uma surpresa: o Renault Duster atropela o EcoSport, passa por Hillux e S10 e assume a posição com 3.876 emplacamentos. Fechando o Top 5 entre os comerciais leves, a veterana S10 continua apresentando boas vendas. A pick-up fechou o mês com 3.841.

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Os destaques ficam por conta do sedã Cruze (20º) com 2.823 emplacamentos, o que o torna vice-líder da categoria; o Nissan March (26º) com 2.261 vendas; o pequenino 500 que soma boas vendas e aparece em 35º lugar com 1.440 emplacamentos e o Hyundai Elantra (46º), que já aparece entre os 50 primeiros colocados com 1.002 emplacamentos.

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Já na briga de marcas pela liderança, a Fiat continua a líder. A ítalo-mineira ampliou a liderança que já esteve ameaçada pela Volkswagen. A líder vendeu 53.056 veículos em outubro (o equivalente a 22,73% de participação no mercado), enquanto a alemã, segunda colocada, emplacou 50.455 (21,62% de participação), pouco mais de 2600 veículos que a primeira colocada. Em terceiro lugar, aparece a Chevrolet que parece ter acordado e conseguiu alcançar os 47.213 veículos comercializados (20,23%); seguida um pouco mais de longe pela quarta colocada Ford, com 21.544 emplacamentos e 9,23% do mercado. Fechando o ranking das 5 primeiras, a francesa Renault vendeu 17.313 veículos e alcançou a fatia equivalente à 7,42% do mercado.

Acompanhe o ranking dos dez veículos de passeio e comerciais leves mais vendidos no mês de novembro:

Fenabrave Novembro

Fonte | Fenabrave

Volkswagen BlackGol é lançado por R$ 34.320

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Carroceria, retrovisores, maçanetas, frisos laterais e spoiler traseiro pintados na cor Preto Ninja, rodas  de liga leve aro 14” cinza, região na placa traseira e colunas laterais com película fosca e faróis escurecidos. Estes são os elementos estéticos incorporados pelo BlackGol, série limitada que a Volkswagen acaba de lançar no Brasil.

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No interior, o BlackGol se destaca pelo teto e as colunas recebem na cor preta, a exemplo do Gol Power, enquanto os bancos e as soleiras das portas ganham o logotipo da série. Equipado com o motor 1.0 8v VHT de 74 cv, a série limitada parte dos R$ 34.320 e terá 800 unidades vendidas mensalmente até junho de 2012, supostamente quando o Gol G5 passará por sua reestilização de meia vida.
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Entre os equipamentos de série estão: direção hidráulica, banco traseiro rebatível, chave canivete sem controle remoto, rádio, computador de bordo I–System e preparação para som com seis alto-falantes.
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Fonte | Volkswagen

Subaru Advanced Tourer Concept, mostrado em Tóquio, cria expectativa para novidades

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Nos últimos lançamentos da Subaru, o visual tem sido frequentemente criticado. Tudo indica que isto não irá mais acontecer. Após o belo BRZ, a montadora exibe em Tóquio seu novo conceito, o Advanced Tourer Concept. Esta estilosa perua esportiva japonesa antecipa alguma linhas que serão aproveitadas na criação da nova identidade visual dos produtos da Subaru.

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A carroceria parece antecipar um Legacy Tourer, com dimensões médias: 4,58 metros de comprimento, 1,84 m de largura e 1,43 m de altura. As linhas retas e agressivas lembram a alemã Audi, no entanto com traços mais fortes e rebuscados, principalmente por tratar-se de um carro-conceito. Agora resta-nos aguardar os lançamentos que –esperamos- utilizarão estes traços.

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Fonte | Autoblog Espanhol

Scion mostra o FR-S definitivo

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Desenvolvido sob um acordo entre a Toyota e a Subaru, o Toyota GT 86 também será vendido como Subaru BRZ e Scion FR-S. Este último acaba de ser revelado no Salão de Tóquio, e como era de se esperar, não se difere dos demais por muitos detalhes. Este é voltado para os Estados Unidos, principal mercado da Scion, onde esta faz o papel de marca com apelo jovem  da Toyota.

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As diferenças se resumem a novos faróis dianteiros, mais elaborados e com LEDs, para-choque dianteiro e interior mais despojado, com rádio Pioneer e ar condicionado manual. O motor é o mesmo 2.0 Boxer de 200 cavalos de potência (7000 rpm) e 20,4 kgfm de torque máximo (6000 rpm). Acoplado a uma transmissão manual de seis velocidades (automática de seis velocidades com comandos sequenciais no volante é opcional.

Este motor é capaz de levar o FR-S a 100 km/h em 7 segundos e o faz alcançar uma velocidade máxima de 240 km/h.

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