Ford New Fiesta ganha nacionalidade brasileira em abril

Hatch será fabricado em São Bernardo do Campo (SP)

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4 de dez. de 2011

Caso Volt: incêndio em uma unidade do modelo balança a GM

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Acontecimentos relacionados ao Chevrolet Volt nesta semana tem virado Detroit de cabeça para baixo. Tudo começou com um teste de colisão com um Volt, a princípio para testar a segurança do modelo. Três semanas depois do teste, o mesmo veículo se incendiou. Após uma rápida investigação, a Chevrolet chegou à conclusão que a colisão poderia ter contribuído ou até mesmo causado o incêndio, o que é gravíssimo. Desde então, a GM já anunciou o empréstimo de carros para donos do Volt que se sintam inseguros, a recompra dos Volts desses mesmos donos e o cancelamento temporário do Opel Ampera, o Volt europeu.

As primeiras informações sobre o assunto foram divulgadas pelo canal norte-americano Bloomberg. O defeito estaria nas baterias de lítio do modelo. Ironicamente, o Volt foi considerado um dos veículos mais seguros do teste. A GM já se pronunciou oficialmente diversas vezes, sempre pedindo calma aos proprietários. Vale ressaltar, novamente, que o Volt em questão só pegou fogo três semanas após o teste. A montadora está investigando o caso, e já se prontificou a emprestar carros aos donos receosos e até mesmo comprar estes Volts de volta.

O NHTSA, órgão oficial de segurança viária norte-americano, abriu um caso formal para investigar o assunto. Após o ocorrido no crash-test, três testes foram realizados de forma que as baterias fossem danificadas propositalmente, assim como no teste realizado dias antes. Destes três testes, realizados com três unidades diferentes, dois Volt pegaram fogo. O órgão ressalta ainda que quem se envolvera em uma colisão leve com o Volt não tem com o que se preocupar, e que não acha que os veículos elétricos e híbridos estão mais propensos a incêndios que os movidos a combustão.

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Esse cuidado com as palavras ocorre devido à insegurança de algumas pessoas em relação a este mercado recente de carros ecológicos. Qualquer polêmica poderia se transformar boatos ou até mesmo gerar interpretações errôneas sobre o assunto, e isso é o que o NHTSA – e a GM, principalmente – menos querem atualmente. E, é claro, ambas estão certíssimas.

Isso lembra o episódio do primeiro carro elétrico da marca, o EV1. Ele foi fabricado exclusivamente para o aluguel de carros, e em 2004, a Chevrolet recolheu todos os carros e os destruiu. Daquela vez, porém, não houve razão aparente. Qualquer reação dos consumidores contradiria a pesquisa divulgada recentemente pela Consumer Reports, onde 93% dos donos de Volts entrevistados disseram que comprariam o mesmo veículo novamente, sendo o melhor pontuado entre os vendidos nos EUA.

Além disso, a marca já está preparando mudanças urgentes no desenho das baterias de íons de lítio para evitar futuros acidentes, mesmo que ainda não esteja totalmente provado que o incêndio tenha começado lá, apesar de tudo apontar que sim. Não se sabe se os Volt produzidos com o antigo sistema de baterias passarão por um recall.

Ainda segundo a GM, o hiato entre o início do incêndio e a colisão pode, indiretamente, significar que o Volt jamais se incendiaria logo após um acidente. Uma drenagem da bateria após um acidente evitaria o ocorrido, caso algum acidente ocorra antes da conclusão das investigações. A marca afirmou que não houve, até agora, nenhum caso de incêndio que possa ter relações com o caso.

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Justamente pelas investigações ainda não estarem concluídas, a GM optou por cancelar o lançamento e as vendas do Opel Ampera na Europa temporariamente. O Ampera é, em sua essência, um Volt modificado com as linhas da Opel. Segundo a matriz americana, as vendas só serão iniciadas ao fim da investigação e após a criação de uma solução para o problema. O Volt e o Ampera saem da mesma fábrica em Detroit (EUA). Isso poderá ou não afetar o Volt de luxo da GM, que será fabricado pela Cadillac. Porém, o processo será facilitado por ser um carro apresentado apenas conceitualmente até agora.

Desta forma, a GM precisa agir com passos leves para não gerar um pânico generalizado entre os proprietários do sedan híbrido. Em todo o caso, isso certamente afetará a imagem do Volt durante algum tempo. Cabe à GM agir a tempo para impedir uma queda nas vendas. A investigação deverá ser concluída dentro de algum tempo. Aguardemos as próximas notícias sobre o assunto, e que torçamos para que a GM não cometa os mesmos erros de seu passado em relação a carros ecologicamente corretos.

Com informações do Autoblog en Español, MotorDream

Mercedes SLK 55 AMG ganha série Ducati Streetfighter 848

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Mercedes e Ducati se uniram para apresentar no Salão de Bolonha o SLK 55 AMG Streetfighter 848. Tanto o SLK 55 AMG como a Ducati Streetfighter 848 estão sendo exibidos com características semelhantes, com a carroceria pintada de amarelo e as rodas de liga leve pretas. O objetivo é comemorar o primeiro ano do acordo de colaboração assinado entre as duas empresas.

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Além da pintura e das rodas, o SLK 55 AMG ganhou interior revestido em couro Nappa e bancos esportivos com apoios laterais maiores. O motor é o mesmo 5.5 litros V8 aspirado que gera 422 cv de potência e um torque de 55 kgfm, capaz de levar o roadster aos 100 km/h em 4,6 segundos e à máxima de 250 km/h.

Enquanto isso, a Ducati Streetfighter 848 conta com o motor Testastretta que despeja 132 cv de potência e torque de 9,5 kgfm.
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Fonte |
Autoesporte

3 de dez. de 2011

Honda assume culpa pelo mau desempenho do Civic nos EUA

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A Honda aparentemente foi mais legal com o mercado brasileiro e não trouxe o Civic 2012 com visual exatamente igual ao norte-americano, visualmente mais simples que o nosso, que contam, por exemplo, com bloco elíptico nos faróis. Mas isso é o de menos. Com 85% de seus componentes modificados o novo Honda Civic piorou nos estados unidos, o que fez as vendas do modelo despencarem nos últimos 10 meses.

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Uma verdade é que, estéticamente, o sedã regrediu. O anterior tinha apelo futurístico, e isso iria mesmo dificultar o trabalho da Honda. Mas uma involução também teria ocorrido no comportamento dinâmico do Civic e na qualidade do interior (o mesmo do brasileiro, que realmente foi empobrecido). Enquanto o Wall Street Journal, concluiu que a nova geração é "uma traição", ele saiu da lista de recomendados da Consumer Reports. E isso para a Honda, que assumidamente leva à sério o Feedback do consumidor, não foi nada bom.

Tacanobu Ito, CEO da Honda, assumiu a culpa pelo mal desempenho do Civic nos Estados Unidos, onde as vendas caíram 15%, sendo que o mercado cresceu 10%. Para evitar maiores prejuízos, a Honda irá adiantar a reestilização do Civic (que irá além do visual) prevista para 2014, usando como base a versão vendida no mercado europeu, onde, como aqui, o Civic não é um mero carro de entrada.
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Fonte |
Carscoop

Traxxas X0-1 – Que tal um carrinho elétrico mais rápido que o Bugatti Veyron?

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Quando era mais novo eu gostava de trocar os motores e colocar mais baterias em meus carrinhos de controle remoto para tentar fazê-los mais rápidos e aumentar o tempo da brincadeira (este é um exemplo). Mas nunca me passou pela cabeça fazer algum deles ter o comportamento de um  Traxxas X0-1. Que tal um carrinho que chega aos 100km/h em 2,3 segundos e atinge sua velocidade máxima, 160km/h, em menos de 5 segundos?

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Sim, estamos falando de um carrinho mais rápido que um Bugatti Veyron (se nos baseássemos pela escala seria ainda mais absurdo). Não é à toa que para pilotar um deve-se ter mais de 16 anos e desembolsar 1.000 dólares.
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Este, o superesportivo radio controlado mais rápido do mundo, é equipado com um sistema de rádio de 2.4 GHz que ainda permite usar um iPod Touch ou iPhone para ter acesso a uma enorme gama de informações ou realizar ajustes no comportamento do “carrinho”.

Aprecie os vídeos:

2 de dez. de 2011

Chrysler Town & Country chega em versão mais acessível

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R$ 173.900 não é um valor muito interessante para uma minivan de luxo para sete passageiros. Este é o valor do Chrysler Town & Country Limited, lançado em julho. Agora a fabricante norte-americana passa a vender por aqui uma versão mais acessível do modelo, a Touring, por R$ 145 mil. A diferença está apenas nos equipamentos.

E não são equipamentos essenciais… Falta o sistema traseiro de entretenimento com DVD player e duas telas no teto, sistema de rebatimento elétrico da terceira fileira de bancos, pedais ajustáveis eletricamente e faróis de xenônio. Mas o sistema MyGIG, com tela touch screen de 6,5 polegadas que controla o rádio, o CD e DVD player, e ainda conta com disco rígido de 30 Gb, foi mantido.

O Chrysler Town & Country ainda conta com ar condicionado eletrônico multi-zona, rodas aro 17”, freios ABS, controle de estabilidade, airbags frontais de múltiplos estágios, airbags de proteção de tórax montados nas laterais dos bancos dianteiros e airbags suplementares laterais em toda a extensão das janelas O motor é o mesmo Pentastar V6 de 3,6 litros e 283 cv de potência, aliado ao câmbio automático de seis marchas.

Renault Laguna Coupé tem novidades para a linha 2012

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A Renault reservou para o Salão de Bolonha a apresentação do Laguna Coupé 2012, que recebe alterações pontuais na estética para se manter em dia frente aos concorrentes. As mais atraentes são as luzes diurnas de LEDs nos faróis e as novas rodas aro 18”.

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Por dentro o painel, revestido em couro, teve sua qualidade de execução revistos para melhorar o aspecto de qualidade. O navegador fornecido pela TomTom desta vez permite ser atualizado, ao contrário do anterior.
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Nas opções de motorização entra o novo 2.0 dCi de 150 cv da família Energy, o 2.0 dCi de 175 cv e o 3.0 dCi de 240 cv, todos diesel. A gasolina, há apenas os  2.0i Turbo e um 3.5i V6 24v.lc9
Fonte | Autoblog

Peugeot 308 terá sistema de partida a frio

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A Peugeot já começou a montar o 308 na fábrica de El Palomar e concessionários argentinos já fazem pré-venda do hatch médio por preços que partem dos 102.900 pesos (R$ 42.900). Hoje a PSA Peugeot-Citroën falou sobre o motor 1.6 16v flex que estará presente nas unidades que serao vendidas no Brasil. Entre as novidades está o sistema de partida a frio Flex Start.
O sistema, fornecido pela Bosch, é semelhante ao que equipava os raríssimos Polo E-Flex e que hoje está nos não mais comuns Polo Bluemotion. Sem o tanquinho de gasolina para partida a frio, o sistema chamado faz uso de filamentos nos bicos eletroinjetores para aquecer o combustível (no caso, o etanol) antes que este seja injetado nos cilindros para dar partida. Segundo a Peugeot, o sistema funciona até -5°.
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Com as mudanças que sofreu – que só serão divulgadas no próximo dia 13 – o motor 1.6 16v está mais potente e econômico. Chamado agora de EC5, sua potência varia entre os 115 cv quando abastecido com gasolina e 122 cv com etanol. Versões mais caras virão com o mesmo motor 2.0 que hoje equipa o 307, e que estará diponível com câmbio manual de cinco marchas ou o ultrapassado automático de quatro, ao passo que o 1.6 virá apenas com transmissão manual.

Motor 1.2 turbo fabricado no Brasil

A PSA irá investir R$ 3,7 bilhões até 2015 no Brasil para dobrar a capacidade da fábrica de Porto Real (RJ), alcançando 300 mil veículos e 400 mil motores por ano (hoje são 280 mil). Incluso neste montante está o capital necessário para a fabricação de um moderno 1.2 litro de três cilindros com injeção direta e turbocompressor. Se trata do mesmo motor anunciado para o 208.  O projeto de um novo motor de 1,2 litro, com bloco de alumínio e três cilindros, com opção para injeção direta e turboalimentação, está em andamento para estender a oferta de propulsores na expansão da linha de veículos brasileiros e também os argentinos, montados na unidade de Palomar.
Fonte | Automotive Business

Quando o radar é popular

Por Fernando Calmon
VW Up

Brasil é o paraíso para automóveis compactos pelas limitações de poder aquisitivo dos compradores. Nada de errado pois a oferta deve se adaptar à procura. Isso se repete em países de perfil econômico-social semelhante ou abaixo. Em países centrais, de população mais rica, automóveis menores ocupam parcelas limitadas do mercado total.

Cenários estão de acordo com necessidades e culturas locais. Nos EUA e parte do Canadá, os critérios de classificação diferem: consideram-se subcompactos Gol, Palio e Celta; compactos são os nossos médios (Golf, Focus, Bravo). Os dois somados representam cerca de 20% dos veículos leves, contra 30% de médios e grandes, 32% de SUV/CUV e 18% de picapes.

Vale a classificação convencional, em outros países. Os europeus, depois do difícil pós-II Guerra Mundial, subiram um degrau na preferência, refletindo o ganho de renda da população. Nosso chamado segmento C responde por 36% das vendas no Velho Continente, enquanto compactos (segmento B) são 27% e subcompactos (segmento A), 7%.

Contudo, mesmo nos EUA, há tendência de os veículos diminuírem de tamanho para atender a exigências de menor consumo de combustível e, consequentemente, de emissões de gás carbônico (CO2). O segmento A deve crescer na Europa, acompanhado de aumento de conteúdo tecnológico, a exemplo do VW Up!, apresentado no Salão do Automóvel de Frankfurt, em setembro último.

O desafio da indústria é melhorar a segurança sem impactos sensíveis nos preços dos veículos de menor porte (de A a C). O sistema de comando por radar tem sido utilizado em modelos caros e grandes, há cerca de dez anos. Aplicado ao controle adaptativo de velocidade de cruzeiro, oferece uma função adicional. Se identificada uma possível colisão, dispara alarmes visual, auditivo ou sensorial de alerta ao motorista. Caso este não reaja, e na iminência de uma colisão, os freios podem ser automaticamente acionados para diminuir a velocidade e a severidade do impacto. Mesmo que o motorista responda, pressão máxima é aplicada aos freios, de forma automática, a fim de mitigar os efeitos da colisão.

Esse tipo de radar para veículos terrestres trabalha na faixa de banda de 77 GHz, detecta obstáculos fixos e móveis à distância de até 200 m à frente, tanto na cidade como na estrada (até 140 km/h), e mantém um intervalo de segurança entre 1 s e 3,6 s, dependendo da velocidade aferida em tempo real. Agora, a empresa americana TRW finaliza um sistema semelhante, na largura de banda mais estreita de 24 GHz, cujo preço, até 2013, se tornará mais próximo ao que os compradores de carros pequenos podem pagar.

Tal radar “popular” funciona tão bem como os sistemas caros e de forma similar. Sua capacidade é quase igual: envia ao alvo sinal de reconhecimento, recebe de volta e processa informações a cada 40 ms, considerando parâmetros de velocidade, traçado da via e potência. Mantém a distância de segurança, independentemente da ação do motorista, caso ligado. A principal diferença é o seu alcance, um pouco menor: 150 m.

Recursos extras, como parar completamente, se o veículo à frente também o fizer, e retornar à velocidade programada, se possível, exigem 77 GHz de banda. A tendência, porém, é de queda de preços com o avanço das pesquisas.

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Video – Comercial do Chevrolet Cobalt

Seria este o novo Logan?

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O próximo passo da Dacia é lançar no mercado europeu o monovolume Lodgy, em março, durante o Salão de Genebra. Mas a fabricante romena controlada pela Renault também está trabalhando na segunda geração do Logan, prevista para chegar ao mercado europeu em 2013.

O modelo sera caracterizado por um visual completamente novo, pelas dimensões maiores e pelo interior ainda mais amplo, mas o projeto ainda prevê que o sedã fique mais seguro. Na Europa ele será comercializado com preço base de 9.000 euros, com motores diesel e gasolina com potência entre 90 e 125 cavalos.

Fonte | Autoblog.rs